Orgasmo vaginal e orgasmo clitoriano: quais as diferenças

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Metade de uma laranja com um líquido branco escorrendo, em um fundo rosa.

Mulheres que já experimentaram o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano descrevem o segundo como mais intenso, porém mais rápido também. Confira, neste artigo, as características de cada um.

O orgasmo é considerado o ponto máximo do prazer durante as relações sexuais e ele proporciona diversos benefícios à saúde física e também psicológica. 

Entretanto, embora pesquisadores digam que todas as mulheres conseguem experimentar a sensação, esse ainda é um tema recorrente nas reclamações. Muitas delas nunca atingiram o clímax.  

A boa notícia é que existem diversas possibilidades quando falamos de orgasmos femininos e também diferentes formas de chegar lá. Os dois principais são o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano

Então, continue acompanhando esse conteúdo até o final para descobrir a diferença entre eles.

Quais são os tipos de orgasmos?

Embora esse seja um assunto bastante difícil de pesquisar, seja por causa dos tabus envolvidos ou pela variedade de percepções, pesquisadores já identificaram que existem diferentes tipos de orgasmos, proporcionados pela estimulação de diversos pontos erógenos no corpo e que também provocam sensações e intensidades diferentes. 

O corpo humano é repleto de regiões que, quando estimuladas corretamente, podem provocar estímulos de prazer mais ou menos intensos, que podem conduzir a pessoa a um orgasmo. 

De maneira geral, as mulheres que já experimentaram os tipos de orgasmos definem que alguns são mais prolongados e intensos do que outros. 

Então, chega de enrolação e vamos falar sobre os 8 tipos de orgasmos. Olha só!

Orgasmo clitoriano 

Certamente é o mais fácil de conseguir, principalmente pelo clitóris ser uma região externa e com muitas terminações nervosas, além de ter a única função de gerar prazer à mulher. Incrível, né? 

Pela facilidade de acesso, ele pode ser estimulado de diferentes maneiras, entre elas com o pênis, com a língua, com os dedos e principalmente com os vibradores e sugadores.

Os movimentos circulares, de cima para baixo e a vibração são ideais para estimular o clitóris.  

Vibrador roxo com sucção.

Orgasmo vaginal

É alcançado pela penetração vaginal, que pode ser feita com o pênis, com os dedos e também com próteses para a penetração.  

Dildo com escroto na cor bege.

O orgasmo vaginal é alcançado quando a mulher tem uma sensibilidade maior nas paredes da vagina e também quando o sexo dura mais tempo. 

É importante que a mulher seja estimulada desde o início da relação para aumentar as chances de ter um orgasmo vaginal, porque a resposta sexual feminina costuma ser mais lenta.

Ponto G

O Ponto G é uma região específica na vagina que, assim como o clitóris, também possui muitas terminações nervosas. Alguns pesquisadores dizem, inclusive, que ele é o clitóris invertido. 

Ele pode ser sentido introduzindo o dedo na vagina, sendo uma parte mais rugosa na parede que fica em contato com a barriga. Quando bem estimulado, ele aumenta de tamanho e provoca orgasmos. 

Ponto U

Talvez um dos menos conhecidos, os orgasmos do ponto U são alcançados com a estimulação da região que fica entre a entrada do canal vaginal e da uretra. 

Esse ponto também possui muitas terminações nervosas e deve ser estimulado com cuidado, com os dedos ou com a língua. 

Quando bem estimulado, com movimentos circulares ao redor da uretra e da entrada da vagina, ele ajuda a aumentar a lubrificação vaginal.

Orgasmo cervical

Esse tipo de orgasmo acontece pela estimulação do cérvix, uma região bem profunda da vagina, no colo do útero. Por isso, ele só é alcançado com penetrações que alcançam a região, favorecidas por ângulos específicos. 

As melhores posições para alcançar o orgasmo cervical são de quatro e as que a mulher fica por cima do homem. 

Outro fator essencial para chegar ao clímax com o orgasmo cervical é que o pênis seja compatível com a profundidade da vagina. Ou seja, se o pênis for mais comprido do que a profundidade da vagina, a relação acaba sendo dolorosa, e se o pênis for mais curto, não chegará ao colo do útero. 

Orgasmo anal

Esse é um dos mais difíceis de acontecer,  devido aos tabus que envolvem o sexo anal

No entanto, a região anal também é repleta de terminações nervosas, que podem gerar muito prazer às mulheres – e aos homens também. 

O orgasmo anal pode ser alcançado com a penetração masculina, com o uso de sex toys e também com os dedos. 

Mas, é fundamental que a pessoa esteja relaxada e excitada, além de contar com bastante lubrificação por meio de lubrificantes

Leia também: Como fazer sexo anal sem dor: confira as dicas de produtos!

Orgasmo mamário

Se você pensa que a única maneira de alcançar orgasmos é da cintura para baixo, está enganada. O estímulo correto dos mamilos também pode levar ao clímax de prazer. 

Os seios são muito sensíveis, e quando estimulados com movimentos circulares, com velocidade e pressão adequadas, podem gerar muito prazer. 

Orgasmo múltiplo

O orgasmo múltiplo, também conhecido como orgasmo combinado, é quando a mulher é estimulada de diferentes maneiras ao mesmo tempo e chega ao clímax continuamente com os estímulos. 

Uma dica é começar com os seios, que podem funcionar como um precursor do orgasmo genital.  

Para alcançar os orgasmos múltiplos a mente conta bastante. A mulher precisa ser bastante estimulada antes mesmo da penetração, por isso é essencial saber exatamente o que as excita e praticar.  

Leia também: Até quantos orgasmos a mulher pode ter?

Quais são as diferenças entre o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano?

Além das diferenças já descritas, sobre a maneira de estímulo, existem muitas outras quando falamos de orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano. 

Mas antes de entrarmos nesse assunto é importante saber que os dois tipos de orgasmos são válidos e, quando bem conduzidos, podem proporcionar muito prazer à mulher. 

Orgasmos vaginais são mais difíceis 

Infelizmente, a maioria das mulheres não sente prazer com a penetração, isso quando não sentem dor, devido a problemas de saúde, como a endometriose. 

Por isso, e pela maior facilidade de acesso, o orgasmo clitoriano é muito mais comum e fácil de ser alcançado. 

No entanto, com a prática, estímulos na vagina, massagens e lubrificação, é possível ter orgasmos deliciosos.  

O orgasmo clitoriano é mais intenso

Mulheres que já experimentaram o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano descrevem o segundo como mais intenso, porém mais rápido também. Enquanto isso, o orgasmo vaginal costuma ser descrito como mais prolongado e profundo. 

O orgasmo clitoriano pode ser repetido

Essa é uma das principais diferenças entre o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano. O segundo pode acontecer repetidas vezes com a repetição do estímulo, enquanto o vaginal costuma provocar um relaxamento mais intenso, diminuindo a chance de continuidade. 

Como ter orgasmos melhores?

Para ter orgasmos melhores é fundamental aumentar a excitação sexual. Isso pode ser feito com mais tempo nas preliminares, deixando-as mais quentes com toques nos lugares do corpo que mais dão prazer, e também com a mudança de posições e tipos de sexo. Veja outras dicas que podem ajudar:

  • Crie aquele clima: iluminação baixa, música sensual, velas, decoração, tudo isso ajuda a montar o visual de prazer;
  • Use uma lingerie ousada: invista em uma lingerie que deixe você segura com o seu corpo;
  • Descubra as zonas erógenas: estimule diferentes partes do corpo e perceba quais delas provocam sensações diferentes;
  • Use brinquedos eróticos: muitos sex toys facilitam a prática do sexo e estimulam a excitação, como os vibradores, géis e óleos lubrificantes;
  • Use fantasias: deixe a timidez de lado e invista em fantasias. Quem sabe não rola um strip tease? 

Mas, o que é unânime é dizer que para atingir qualquer um desses orgasmos, a mulher precisa estar excitada e mentalmente conectada com a relação sexual. Tudo começa pela mente, que precisa estar bem e desejando o parceiro e a relação. 

O prazer, seja ele alcançado por um orgasmo vaginal ou o orgasmo clitoriano, deve ser conversado entre o casal, além de ser buscado pelos dois. 

Casais que conversam sobre orgasmos e prazer têm relacionamentos melhores e mais felizes. Fingir não está com nada! 

Então não deixe de conversar com o parceiro e de mostrar o que você gosta que ele faça, para garantir o prazer dos dois na cama. Já se você quer tentar chegar ao orgasmo sozinha, confira nossas dicas em nosso artigo.

Redação Miess

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