Fissura vaginal: o que é, causas e como tratar
Você já sentiu aquele cortezinho na região íntima, tipo uma rachadurinha que arde, incomoda e faz a gente pensar “ué, mas de onde veio isso?” Pois é… isso tem nome, tá? Fissura vaginal. E apesar de ser super comum, muitas mulheres passam por isso sem entender o motivo — e às vezes até achando que é “normal do sexo” ou “coisa da nossa cabeça”. Spoiler: não é.
Então vem com a gente que este post tá completão: vamos explicar:
- o que é fissura vaginal;
- quais são os sintomas;
- por que ela aparece;
- como é feito o tratamento;
- quando se preocupar;
- como é feito o diagnóstico
- o que fazer enquanto a fissura cicatriza;
- como prevenir;
- e as diferenças entra fissuras vaginal, vulgar e no períneo.
O que é fissura vaginal?
A fissura vaginal é um pequeno corte ou rachadura na mucosa da vagina, ou seja, na parte interna do canal vaginal e, muitas vezes, bem na entrada da vagina. É como se fosse um microferimento na pele sensível de dentro, que pode ser tão discreto que às vezes nem dá pra ver a olho nu — mas dá pra sentir, e como dá!
Mesmo sendo uma lesão geralmente pequena e superficial, ela pode provocar sintomas bem desconfortáveis e até doloridos, porque a mucosa vaginal é delicada e cheia de terminações nervosas.
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É importante lembrar que fissura vaginal, por si só, não costuma ser grave, mas pode virar um problema recorrente se a causa por trás (como ressecamento, infecção ou atrito) não for tratada do jeito certo.
Quais são os sintomas de fissura vaginal?
Os sintomas da fissura vaginal podem variar de mulher para mulher, mas no geral, os mais comuns são a presença de pequenas rachaduras ou cortezinhos na mucosa da vagina, geralmente na entrada do canal vaginal. Esses microcortes costumam causar dor ou ardência durante a penetração, o que torna a relação sexual desconfortável ou até impossível em alguns casos.
Além disso, é comum sentir coceira, irritação e até dor ou ardência ao urinar, especialmente se a urina entra em contato com a área lesionada. Outro sintoma frequente é o sangramento leve, que pode aparecer como uma manchinha rosada na calcinha ou no papel higiênico. E, claro, muitas mulheres relatam sensibilidade excessiva na região íntima, com uma sensação incômoda ao se movimentar ou durante o banho na hora de lavar a ppk.
E vamos falar a real: tudo isso impacta diretamente na autoestima e na vida sexual. Não é só um incômodo físico — mexe com o emocional também. Muitas mulheres começam a evitar o sexo por medo de sentir dor ou por insegurança de que “vai rasgar de novo”. Isso pode gerar ansiedade, tensão nos momentos íntimos e até afastamento do parceiro.
Por isso, não normaliza, tá? Se algo está incomodando, arde, dói ou te deixa insegura, é sinal de que precisa de atenção e cuidado. Seu desconforto é real e merece ser levado a sério.
Por que a fissura vaginal acontece? (e como a idade influencia!)
Um ponto super importante que muita gente não comenta: a causa da fissura vaginal pode mudar bastante de acordo com a fase da vida da mulher. E entender isso faz toda a diferença na hora de identificar o problema e buscar o tratamento certo.
Mulheres 50+
Nas mulheres com mais de 50 anos, por exemplo, a fissura costuma estar diretamente ligada às mudanças hormonais da menopausa. Com a queda do estrogênio, a mucosa vaginal fica mais fina, perde elasticidade e tende a ficar mais ressecada. Resultado? A pele se torna mais frágil e muito mais propensa a pequenos cortes, mesmo com atividades simples do dia a dia — e, claro, durante a relação sexual.
Ou seja: não é frescura, não é falta de libido, não é coisa da sua cabeça. É o seu corpo pedindo cuidado — e o melhor, tem tratamento!
Mulheres jovens
Já nas mulheres mais jovens, a causa mais comum das fissuras é a presença de infecções vaginais de repetição, especialmente a tão conhecida (e odiada) candidíase. Quando ela aparece com frequência, causa irritação, inflamação e deixa a mucosa da vagina muito sensível, aumentando o risco de microcortes durante a relação, ao usar absorventes internos, ao se higienizar e até mesmo espontaneamente.
Se você anda sentindo coceira, ardência, algum corrimento diferente e vive tendo fissura depois do sexo, pode ser sinal de candidíase recorrente — e aí o ideal é investigar direitinho com seu gineco pra resolver a causa e parar de sofrer em silêncio.
A boa notícia é que, seja qual for sua idade, fissura vaginal tem solução — o segredo é entender o que tá por trás e tratar com carinho e cuidado.
Como é feito o tratamento da fissura vaginal?
O tratamento da fissura vaginal vai depender da causa do machucado, da frequência com que ele aparece e da gravidade da lesão. Na maioria dos casos, a fissura é simples e cicatriza com medidas básicas de cuidado, mas quando se torna recorrente ou está ligada a outras condições, é preciso ir além do “esperar melhorar sozinho”.
Se a causa for ressecamento vaginal, comum na menopausa ou durante a amamentação, o tratamento pode incluir o uso de hidratantes vaginais, lubrificantes íntimos e, em alguns casos, cremes hormonais com estrogênio local — sempre com prescrição médica. Já quando a fissura está associada a infecções, como a candidíase, é essencial tratar a infecção com antifúngicos em pomada ou comprimido, dependendo da orientação do ginecologista.
Existem também casos mais complexos, como fissuras causadas por líquen escleroso, líquen plano ou psoríase genital, que exigem um tratamento mais específico, geralmente com pomadas dermatológicas e acompanhamento a longo prazo. Nesses quadros, automedicação pode piorar muito a situação, principalmente com o uso indevido de corticoides, que podem afinar a pele e dificultar a cicatrização.
Em situações em que a fissura está relacionada a alterações hormonais mais intensas ou à perda de elasticidade da mucosa, o médico pode sugerir tratamentos regenerativos, como o uso de laser íntimo, ácido hialurônico ou até toxina botulínica, dependendo da causa e da localização da fissura.
Quando a fissura vaginal é preocupante?
Na maioria dos casos, a fissura vaginal é uma lesão pequena, que melhora sozinha com alguns cuidados básicos — como evitar relações sexuais durante a cicatrização, manter a região hidratada e usar roupas íntimas confortáveis. Mas é importante saber que existe um limite entre o que é esperado e o que merece mais atenção médica.
Se você notar que o machucado está acompanhando de sangramento mais intenso, se a dor estiver atrapalhando sua rotina — seja pra sentar, andar ou simplesmente fazer xixi —, ou ainda se surgirem sinais de infecção, como febre, secreção com odor forte ou lesões maiores, acende o alerta.

E o ponto mais importante: se a fissura não cicatrizar dentro de 14 a 20 dias, é hora de procurar seu ginecologista. Esse tempo é considerado o suficiente para a recuperação natural da pele vaginal, então se passou disso, pode ser que o problema não seja apenas uma fissura simples. Outras condições precisam ser investigadas, como infecções persistentes, alterações hormonais mais sérias ou até doenças dermatológicas.
Lembra sempre: dor recorrente não é normal, e você não precisa aprender a conviver com isso. Quanto mais cedo buscar ajuda, mais rápido o alívio vem — e sua vida íntima volta ao que deve ser: leve, gostosa e sem dor.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico da fissura vaginal é feito de forma clínica, ou seja, durante a consulta com o ginecologista. O médico vai examinar a região íntima com cuidado, conversar com você sobre os sintomas e avaliar todo o seu histórico de saúde.
Em alguns casos, quando o exame físico não é suficiente para fechar o diagnóstico, o gineco pode pedir alguns exames complementares. Os mais comuns são a cultura da secreção vaginal (pra identificar se há presença de fungos ou bactérias) e exames de sangue (pra investigar possíveis alterações hormonais ou doenças sistêmicas). E, se houver suspeita de condições dermatológicas como líquen escleroso ou psoríase genital, o médico pode encaminhar para uma avaliação dermatológica mais específica.
Mas calma! Nada disso é complicado — são exames simples, rápidos e que ajudam a entender com clareza o que tá acontecendo. E quanto mais certeiro for o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento. Então vale super a pena investigar direitinho.
O que fazer em casa enquanto a fissura cicatriza?
Enquanto a fissura vaginal está em processo de cicatrização, alguns cuidados simples no dia a dia fazem toda a diferença. A primeira dica é evitar completamente o sexo com penetração enquanto ainda estiver doendo ou ardendo — isso evita que o corte se abra novamente ou piore.
Também é importante escolher roupas íntimas confortáveis. Nesse sentido, prefira calcinhas de algodão, que permitem a respiração da pele, e fuja de peças apertadas ou de tecidos sintéticos, que aumentam o atrito e a umidade na região.
Em alguns casos, se o seu médico autorizar, banhos de assento com água morna podem ser uma opção excelente para aliviar a ardência e dar uma sensação de alívio imediato.
Como prevenir fissura vaginal (pra não virar repetição chata)
Agora o bloco mais importante, porque a gente quer é prevenir e viver a vida íntima de boas, né?
1. Capricha na preliminar
Preliminar não é só “aquecimento”, é cuidado com o seu prazer — e com a sua saúde íntima também. Quando a gente está realmente excitada, o corpo responde: a vagina lubrifica naturalmente, o canal fica mais elástico e preparado pra receber a penetração sem dor.
Já o sexo feito na pressa, sem esse preparo, aumenta (e muito) o risco de atrito, desconforto e até microlesões, como a fissura vaginal. Então sem pular essa etapa, tá? Preliminar bem feita é carinho, é conexão — e é prevenção.
2. Use lubrificante sem vergonha
Lubrificante não é só um extra — é um verdadeiro aliado do prazer, principalmente se você:
- tem ressecamento,
- vai usar vibrador,
- ou curte sexo mais intenso.
3. Evite produtos irritantes
Sabonetes perfumados, desodorantes íntimos, absorventes com fragrância e lenços umedecidos cheios de química… tudo isso pode desequilibrar o pH natural da vagina e irritar a mucosa, deixando a região mais sensível e vulnerável a fissuras.
A melhor escolha é sempre apostar em produtos suaves, específicos para a higiene íntima e sem perfume. Menos é mais quando o assunto é cuidar da florzinha com carinho!
4. Trate infecções direitinho
Se você tem candidíase de repetição, vale investigar fatores associados (alimentação, diabetes, imunidade, roupa apertada). Senão ela volta e volta — e a fissura pode vir junto.
5. Atenção à menopausa e ao ressecamento
Se você está nessa fase, não precisa “aguentar”. Existem hidratantes vaginais, tratamentos locais hormonais e laser íntimo que ajudam muito.
Diferença entre fissura vaginal, vulvar e no períneo
Vamos esclarecer rapidinho, sem complicação: o que muda de uma fissura pra outra é basicamente o local da lesão, e isso influencia na forma de tratar.
A fissura vaginal acontece na mucosa da vagina, podendo ser mais interna ou bem na entrada do canal vaginal. Já a fissura vulvar afeta a parte externa da genitália, como os pequenos lábios, grandes lábios ou o capuz do clitóris. E a fissura no períneo surge na área entre a vagina e o ânus. Essa região também sofre atrito durante o sexo e outras atividades do dia a dia.
Embora os sintomas e causas muitas vezes sejam parecidos (como atrito, ressecamento ou infecções), a localização faz diferença no diagnóstico e no tratamento. Por isso, é essencial observar bem onde está o machucado e levar essa informação pro ginecologista. Quanto mais detalhes, mais certeiro o cuidado!
Conclusão
A fissura vaginal pode até parecer algo pequeno, mas a gente sabe que pode afetar o bem-estar, a vida sexual e até a autoestima. E o mais importante: não é algo que você precisa aceitar como normal ou conviver em silêncio. Dor recorrente, ardência ou desconforto durante o sexo são sinais de que seu corpo está pedindo atenção — e ele merece ser ouvido com carinho.
Entender as causas, buscar diagnóstico com o gineco e seguir um tratamento adequado fazem toda a diferença. Seja ressecamento, infecção, atrito ou qualquer outra origem, a boa notícia é que fissura vaginal tem solução sim, e você não precisa passar por isso sozinha.
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