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Prazer plus size: a moda íntima chega às sex shops

Prazer com moda plus size | Miess Sex Shop

Prazer plus size: a moda íntima chega às sex shops

Nos últimos anos, o movimento de aceitação do corpo ganhou lugar na moda e na cultura, transformando especialmente o cenário da moda íntima plus size.

Antes confinadas estritamente aos modelos brancos e beges, com cara de peça cirúrgica, hoje já é possível encontrar uma infinidade de cores, texturas e tamanhos.

E é sobre isso – e como colocar essa moda íntima plus size para esquentar a rotina sexual de muita gente – que vamos falar mais a seguir. Confira!

A moda íntima plus size ganha o mundo

Antigamente, mulheres com manequim acima de 46 sofriam para encontrar lingeries que fossem além do bege.

O processo de compra era geralmente um momento de frustração para esse público: as araras tinham um ou dois sutiãs número 48, sempre em tons bege ou branco. E uma infinidade de modelos, nos mais diversos tons e tipos de materiais, só em numeração inferior.

Mas agora todo o esforço da sociedade para as mulheres resgatarem sua autoestima frente ao espelho tem começado a gerar frutos.

E isso pode ser notado inclusive em números: o faturamento do mercado de moda íntima Plus Size fatura mais de R$ 1 bilhão por ano, segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest).

Hoje grandes lojas de departamento já oferecem uma ampla oferta de moda íntima plus size.

Mas é com a ajuda de revendedoras como as do time Miess que as mulheres plus size encontram um amplo catálogo de produtos específicos para o seu corpo.

Basta uma rápida pesquisa em nosso site para encontrar um grande número de produtos em diferentes faixas de preço e opções.

Para mulheres curvilíneas, encontrar corpetes, camisolas e sutiãs sensuais de tamanhos maiores é mais que uma vitória: é a sensação de pertencimento e aceitação junto à sociedade.

Moda íntima plus size: das ruas à cama

Um dos grandes efeitos dessa ausência de opções de lingeries sexies para essa parcela do público era a falsa imagem de assexualidade que as mulheres curvilíneas experimentavam.

Quando você não encontra os acessórios certos para aquele encontro especial ou para uma noite de sexo selvagem, certamente é mais difícil entrar no clima.

Some isso à estigma que a sociedade prega, dizendo que o padrão “certo” de imagem é algo parecido com as modelos da Victoria’s Secret: magras, de pernas compridas, seios empinados, abdômen sequinho, bumbum tamanho 38 – melhor ainda se for 36.

Quando nos transportamos para o contexto do sexo, isso ganha mais força: o senso comum costuma equiparar uma vida sexual feliz com um tipo particular de beleza e tipo de corpo.

Bobagem: o que define uma boa rotina sexual é o tamanho do seu prazer, não o da sua lingerie.

E foi assim que a moda plus size vem cada vez mais ganhando as ruas, centros de compra, sex shops e os armários de mulheres em todo o mundo.

A gaveta de calcinhas ganhou muito mais cores, texturas, modelos – e as possibilidades triplicaram de tamanho, empoderando essas mulheres e proporcionando experiências sexuais ainda mais d