Se sente pressionada para fazer sexo anal? Descubra o que fazer
Se você já se sentiu pressionada para fazer sexo anal, provavelmente não está sozinha. Além de muito tabu e mito, a prática, muitas vezes, envolve também um componente que vai na contramão do prazer: a pressão.
Neste post, vamos abordar o tema da pressão que muitas mulheres sofrem para fazer sexo anal e o que fazer para lidar com a situação. Confira!
Pressão não combina com prazer sexual
A pressão exercida sobre as mulheres para que elas se envolvam em atividades sexuais específicas, como o sexo anal, tem impactos significativos no prazer sexual e na saúde emocional. É importante compreender que a sexualidade é uma experiência altamente pessoal e individualizada, e cada pessoa tem suas próprias preferências e limitações. Impor expectativas ou demandas sobre um determinado tipo de atividade sexual cria uma série de problemas.
Consentimento sempre
Primeiramente, é fundamental respeitar o consentimento mútuo e o conforto de todas as partes envolvidas em qualquer atividade sexual. A pressão para o sexo anal pode criar um ambiente de desconforto, ansiedade e até mesmo medo nas mulheres, o que pode prejudicar significativamente sua capacidade de sentir prazer e relaxar durante o ato sexual.
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A preocupação com a dor é um dos principais fatores que contribuem para a interferência no prazer sexual. O sexo anal pode ser desconfortável ou doloroso para algumas mulheres, especialmente se não estiverem adequadamente preparadas, fisicamente ou emocionalmente, para essa experiência. A ansiedade em relação à dor pode diminuir a excitação e o desejo sexual, tornando a experiência menos prazerosa.
Além disso, a pressão para se envolver em atividades sexuais específicas pode levar a sentimentos de inadequação, vergonha e insegurança. As mulheres podem sentir que não estão atendendo às expectativas de seus parceiros, o que pode afetar negativamente sua autoestima e autoconfiança.
É fundamental lembrar que a comunicação aberta e o respeito pelas escolhas individuais são cruciais em qualquer relacionamento sexual saudável. As mulheres devem ter a liberdade de expressar suas preferências e limitações sem medo de julgamento ou pressão. Os parceiros também devem ser sensíveis às necessidades e desejos de suas parceiras, priorizando o conforto e o prazer mútuo.
Em resumo, a pressão exercida sobre as mulheres para se envolverem em atividades sexuais específicas, como o sexo anal, pode interferir negativamente no prazer sexual devido ao potencial desconforto, ansiedade e impacto na autoestima. O respeito pelo consentimento e a comunicação aberta são essenciais para criar uma experiência sexual positiva e satisfatória para todas as partes envolvidas.
O corpo como fonte do próprio prazer
É essencial destacar também a importância de perceber o corpo da mulher como algo que existe para proporcionar prazer próprio e não para satisfazer as necessidades ou desejos dos homens. A sexualidade feminina deve ser entendida e celebrada como uma parte fundamental da identidade de uma mulher, livre de estereótipos e pressões externas, como ressaltou a sexóloga Luciane Cabral em entrevista para o PodSentar, podcast oficial da Miess:
A partir do momento que gente descobre e entende que o nosso corpo é nosso, que o nosso corpo não está aqui para servir o homem, o patriarcado, é uma desconstrução histórica e social. Infelizmente, muitas mulheres, vão passar pela vida sem ter essa noção de que elas vieram nessa potência de sentir, de poder ser feliz, de poder sentir prazer e não que ela veio para oferecer prazer, enfatizou a especialista.
Veja o trecho completo em que o assunto foi abordado:
Ou seja, é essencial ter em mente que corpo de uma mulher é seu, e ela tem o direito absoluto de fazer escolhas sobre como deseja usá-lo e vivenciar sua sexualidade. Além disso, é crucial desafiar a narrativa tradicional que historicamente encarou o corpo feminino como objeto de prazer masculino.
Para muitas mulheres, a jornada para se apropriar de sua sexualidade e se sentir no controle de seu próprio prazer pode ser um processo desafiador, muitas vezes influenciado por normas sociais, tabus e expectativas de gênero.
No entanto, para reverter essa situação a educação desempenha um papel fundamental. Nesse processo de busca do autoconhecimento e do prazer próprio, é necessário que a mulher tenha contato com informações sobre anatomia, o funcionamento sexual e a importância do consentimento.
Além disso, a comunicação aberta e o respeito mútuo entre parceiros são fundamentais para garantir que as mulheres se sintam valorizadas em seus relacionamentos íntimos. Dessa forma, elas conseguem expressar suas preferências e limites sem medo de julgamento ou coerção.
Os inimigos do prazer sexual feminino
Além da pressão, existem outros fatores que contribuem para experiências sexuais negativas por parte das mulheres, como:
Expectativas irreais:
A pornografia frequentemente retrata cenários e desempenhos sexuais que não refletem a realidade. Isso pode criar expectativas irreais sobre como o sexo deve ser, tornando difícil para as mulheres se sentirem satisfeitas com suas próprias experiências.
De acordo com Luciane, as mulheres têm como referência a posição de quatro apoios no sexo anal: “Qual era a referência que nós tínhamos antigamente? Alguns vídeos e aquela posição de quatro, que é uma posição que você está vulnerável, o outro tem controle do movimento, e o outro não sabe como você sente, e aí, geralmente, as pessoas começam naquela posição e é sofrido e dolorido”.
Ênfase na gratificação masculina:
Muitos filmes pornôs focam principalmente no prazer masculino, com pouca atenção à satisfação feminina. Isso pode perpetuar a ideia de que o prazer das mulheres é secundário ou menos importante.
Falta de autoestima:
A falta de autoestima e autoimagem negativa podem afetar a maneira como as mulheres se sentem sobre seu corpo e sua sexualidade, dificultando a busca pelo prazer sexual.
Falta de estimulação adequada:
Por fim, a falta de preliminares adequadas e estimulação sexual pode tornar o sexo desconfortável e insatisfatório para muitas mulheres. Nesse sentido, a estimulação adequada é fundamental para o prazer sexual feminino. Para isso, vale a pena estimular diferentes zonas erógenas, como seios, o pescoço e a região entre as coxas, por exemplo.
O que fazer em situações em que me sinto pressionada?
Para as mulheres que se sentem pressionadas, Luciane tem um conselho:
Elas têm que entender que se sentir na obrigação já é muito errado, já é uma violação ao seu próprio corpo. O primeiro exercício é: se você se sente na obrigação, provavelmente você ainda não desfrutou de experiências muito boas e satisfatórias e não chegou aos orgasmos muito intensos.
Então vamos trabalhar isso? Como é que a gente pode chegar a um orgasmo mais intenso dentro do casamento e da parceria? Você traz essa noção para ele? O que você gosta mais? Você se conhece? Você se toca? Como é a masturbação para você? Como é o toque? Você já se tocou na frente dele? Você já se tocou penetrando? A gente começa a desconstruir aqueles padrões de que a mulher não podia, tinha só que fazer, tinha só que aceitar o que vinha do homem, destacou a sexóloga.
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