ilustração para conto erótico com dois casais

Conto erótico: uma casa de praia, dois casais e nenhum segredo

Aquele final de semana em Ilhabela não tava prometendo nada . Eu, a Ju, 28 anos, cabelo cacheado bagunçado, corpo de academia mal feita (peito médio, bunda redonda e coxa grossa que a galera sempre olhava), tava com o meu namorado, o Leo, 30, aquele tipo alto, peito peludo, pau grosso de uns 18 cm que já me fodia há dois anos de um jeito que eu nunca me cansava.

A gente alugou uma casa de praia com a Carol, amiga minha de infância, 26, loira de cabelo liso, peitos grandes naturais e uma bunda que fazia o short sumir. E o namorado dela, o Rafa, 29, aquele moreno atlético, pau grosso também, uns 19 cm, veias saltadas, que a Carol sempre se gabava de como ele gozava muito.

A gente tava bebendo desde a sexta. Cerveja e vodka com suco de maracujá que o Rafa trouxe. No sábado à noite a casa tava um caos gostoso: música alta, todo mundo pelado da cintura pra cima porque o calor tava foda, e a conversa foi esquentando. Carol começou a falar de como ela e o Rafa tinham feito um menage uma vez com uma amiga e que foi a melhor foda da vida dela. Eu ri, meio embriagada, e falei:

— Porra, Carol, você é puta mesmo. Conta os detalhes, vai.

Ela contou. De como o Rafa chupou a amiga enquanto ela sentava na cara dele, de como os dois comeram a mina ao mesmo tempo, um na buceta e outro no cu. Eu senti a buceta latejar. Leo, do meu lado no sofá, passou a mão na minha coxa e apertou. Eu olhei pra ele e ele tava de pau duro já, a calça de linho marcando tudo.

Rafa olhou pra mim e falou, naquele sotaque paulista arrastado:

— E você, Ju? Nunca pensou em dividir o Leo? Ou dividir você?

Eu dei um risinho e respondi na lata:

— Já pensei. Várias vezes. Mas nunca rolou. Vocês dois são gostosos pra caralho, não vou mentir.

Foi aí que a Carol se levantou, tirou a blusa de uma vez só e os peitos pesados balançaram. Os mamilos escuros e duros. Ela foi até a mochila que tinha deixado no canto da sala e puxou uma sacola preta daquelas de sex shop. Eu reconheci na hora o logo da loja que a gente tinha ido juntas no mês passado em São Paulo.

— Trouxe umas coisinhas pra se divertir, putas — ela falou, jogando a sacola no meio da sala.

Dentro tinha de tudo: um vibrador de coelho rosa com orelhinhas que giravam, um plug anal de silicone preto com a base larga, um anel peniano vibratório, um frasco de lubrificante à base de água sabor morango, umas algemas de pelúcia pretas e um chicote pequeno de franjas. A Carol ainda puxou um dildo realista de uns 20 cm, veias e tudo, daqueles que parecem pau de verdade.

chicote de franjas

— Porra, Carol, você veio preparada pra guerra — eu falei rindo, já de short molhado.

Leo se levantou, tirou a calça e a cueca de uma vez. O pau dele bateu na barriga, duro, a cabeça já molhada de porra. Rafa ficou só de olhando, tirando a própria bermuda devagar, o pau dele já de pé, grosso, a veia latejando. Carol abriu o lubrificante e passou uma generosa quantidade nos dedos, depois passou em mim, esfregando o clitóris e enfiando dois dedos de uma vez na buceta. O gel esfriou e depois esquentou, o cheiro de morango misturado com o cheiro da minha buceta.

Ela me deitou no sofá, abriu minhas pernas e enfiou o vibrador de coelho direto. Ligou no modo mais forte. As orelhinhas começaram a girar no clitóris enquanto o corpo grosso do vibrador entrava e saía. Eu soltei um gemido alto pra caralho.

— Caralho, Carol… isso vibra até a alma, porra.

Leo se ajoelhou do lado, pegou meu rosto e enfiou a língua na minha boca. O beijo era molhado, ele me chupava a língua enquanto o vibrador me fodia. Rafa chegou perto, o pau na altura do meu rosto. Eu virei a cabeça e abri a boca. O pau do Rafa entrou quente, grosso, esticando meus lábios. Eu chupei a cabeça, lambi a fenda, engoli o gosto salgado da porra que já vazava.

casal beijando

Carol tirou o vibrador, ainda ligado, e passou nele o lubrificante de morango. Depois enfiou o plug anal em mim, devagar, girando. O silicone deslizou fácil por causa do lube. Eu senti o cu abrir e fechar em volta da base. O Leo aproveitou, passou o anel peniano vibratório na base do pau dele e ligou. O negócio começou a tremer nas bolas dele.

— Agora senta aqui, putinha — ele falou, deitando no chão.

Eu sentei no pau dele de uma vez. O anel vibrava contra meu clitóris toda vez que eu descia. Carol se posicionou na minha frente, de joelhos, e enfiou a buceta na minha boca. Eu chupei. O gosto dela era azedo e doce ao mesmo tempo, o clitóris inchado. Rafa ficou atrás de mim, passou mais lubrificante no meu cu (que já tinha o plug) e tirou o plug com um estalo molhado. Em seguida enfiou o pau no lugar. Os dois me comendo: Leo na buceta com o anel vibrando, Rafa no cu.

Eu gritava com a boca cheia da buceta da Carol. O som molhado de pele batendo em pele, o zumbido do anel e do vibrador que a Carol tinha ligado de novo e estava esfregando no próprio clitóris. Carol gozou primeiro, apertando minhas orelhas com as coxas, a buceta pulsando na minha língua, o líquido escorrendo. Ela caiu pro lado, ofegante, e falou:

— Agora quero ver vocês dois comendo ela com os brinquedos.

Leo e Rafa se olharam. Leo se deitou de costas de novo. Eu sentei no pau dele. Rafa se ajoelhou atrás. Carol pegou as algemas de pelúcia e prendeu meus pulsos atrás das costas. Sem poder me apoiar, eu só conseguia rebolar e sentir. Rafa enfiou o pau no meu cu de novo, agora mais fundo, e Carol ligou o vibrador de coelho no meu clitóris, segurando firme. Os três me fodendo ao mesmo tempo: pau na buceta, pau no cu, vibrador no clitóris, e eu de algema, completamente entregue.

Eu gozei gritando, a buceta e o cu apertando os paus, o líquido escorrendo pelas bolas do Leo. Eles não pararam. Continuaram me fodendo enquanto eu tremia. Carol tirou as algemas, me virou de quatro e enfiou o dildo realista na minha boca. Eu chupei o silicone grosso enquanto o Leo me comia por trás e o Rafa enfiava o vibrador no meu cu, ligado no máximo. O zumbido era alto. Eu engasgava no dildo, saliva escorrendo, e gozei de novo, as pernas bambas.

mulher tendo orgasmo

A gente se reorganizou. Carol de quatro agora. Eu debaixo dela chupando a buceta, o Leo comendo ela por trás com o anel vibratório ainda no pau, e o Rafa enfiando o pau na minha boca. Carol puxou o chicote de franjas e começou a dar uninhas leves na minha bunda enquanto eu a chupava. Cada estalo fazia eu gemer no pau do Rafa. O Leo meteu mais fundo nela e ela gozou na minha língua, molhando minha cara toda.

Depois foi a vez do Rafa. Ele deitou, eu sentei na cara dele, Carol sentou no pau dele de frente pra mim e a gente se beijou enquanto o Leo enfiava o vibrador no meu cu e o dildo na boca da Carol. O lubrificante de morango tava em todo mundo: na boca, na buceta, no cu, nos paus. O cheiro doce misturado com cheiro de sexo e suor.

Leo gozou primeiro. Ele puxou o pau e jorrou na minha língua e na da Carol. A porra quente, grossa. A gente dividiu, se beijando, engolindo. Rafa não aguentou. Ele meteu o pau na minha boca e gozou fundo, o jato forte, enchendo minha garganta. Eu engoli tudo, um pouco escorrendo pelo queixo. Carol limpou com a língua e ainda usou o vibrador pra se esfregar até gozar de novo, esguichando um pouco no peito do Rafa.

A gente ficou um tempo no chão, respirando pesado, corpos colados, suor, porra e lubrificante de morango misturados. Os brinquedos espalhados pelo tapete: o vibrador ainda ligado no modo baixo, o plug brilhando de lube, as algemas abertas, o chicote jogado de lado. Eu olhei pro teto e falei, a voz rouca:

— Caralho… isso tem que rolar de novo. E da próxima vez a gente compra mais coisa naquela loja. Quero um daqueles vibradores de ponto G que empurram pra dentro.

Carol riu, beijou minha boca e respondeu:

— Combinado. E eu quero um daqueles arneses pra te comer com o dildo enquanto o Leo e o Rafa me comem.

Leo olhou pra mim e sorriu. Rafa só deu um tapa na minha coxa e falou:

— Vocês duas são umas putas deliciosas. Pode deixar que a gente volta. E eu levo aquele anel que vibra mais forte.

A gente dormiu ali mesmo, corpos emaranhados, cheiro de sexo e morango impregnado na casa inteira. No dia seguinte a praia tava lá fora, o sol forte, mas ninguém tinha pressa de sair da cama improvisada. Porque a gente ainda tinha sede. E a sede só aumentava. Os brinquedos ficaram lavados e guardados na sacola preta, prontos pro próximo round.

Foi assim que rolou. Sem drama, sem conversa fiada de “será que é certo”. Só quatro adultos com tesão pra caralho, um monte de produto de sex shop e vontade de se foder até não aguentar mais. E, porra, valeu cada segundo.

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