ilustração para conto erótico de um casal bebendo no bar

Conto erótico: reencontro no bar e a noite que virou bagunça gostosa

Eu tava num daqueles dias de merda, sabe? Trabalho chato, chefe encheendo o saco, e eu resolvi ir sozinho num barzinho perto de casa só pra beber uma cerveja e esquecer a vida por umas horas. Era uma terça à noite, quase vazio, aquele clima de “só os que não têm pra onde ir”. Eu pedi uma IPA, sentei no balcão e fiquei mexendo no celular quando ouvi uma voz que eu conhecia de cor.

— Porra, é você mesmo?

Virei a cabeça e lá estava a Marina. Minha ex. A mesma cara de quem sempre soube exatamente o que tava fazendo, cabelo solto caindo nos ombros, blusa preta justa que marcava os seios do jeito que sempre me deixava doido, e aquele sorriso meio safado, meio nostálgico. A gente tinha terminado há quase dois anos. Não foi briga feia, foi mais aquele “tá esfriando, melhor parar antes”. Mas o sexo… puta que pariu, o sexo nunca tinha esfriado. A gente se comia de um jeito que parecia que o mundo ia acabar amanhã.

Ela se aproximou, pediu uma gin tônica e sentou do meu lado. A conversa rolou fácil, descontraída, como se o tempo não tivesse passado. Falamos de trabalho, de viagens bobas, de como a vida tava um caos pra todo mundo. Eu não conseguia parar de olhar a boca dela. Aquela boca que eu já tinha chupado, mordido, sentido gemendo no meu ouvido. Em algum momento a perna dela encostou na minha por baixo do balcão e ficou ali, quente. Eu senti o pau já começando a reagir só com aquilo.

— Tá sozinho mesmo? — ela perguntou, girando o canudo no copo.

— Tô. E você?

— Também. Terminei com o último faz uns meses. Tava precisando de uma noite sem compromisso.

O olhar dela dizia tudo. Eu ri, meio nervoso, meio excitado.

— Você ainda tem aquele negócio de ir em sex shop comprar brinquedo só pra testar?

Ela soltou uma gargalhada baixa.

— Ainda. Inclusive comprei um vibrador novo semana passada. Aquele de ponta dupla, com controle remoto. E um lubrificante de aquecimento que o cara da loja jurou que era o melhor. Também peguei umas algemas de couro macio e um plug anal pequenininho, só de curiosidade. Tá tudo guardado na gaveta da cabeceira, esperando… sei lá.

Meu pau ficou completamente duro dentro da calça. Eu engoli seco.

— Quer ir pra minha casa? Tá perto.

Ela não respondeu com palavras. Só levantou, pagou a conta dela, me puxou pelo braço e a gente saiu. No caminho, dentro do Uber, a mão dela subiu pela minha coxa e apertou o volume. Eu soltei um gemido baixo e ela sorriu contra meu pescoço.

— Ainda reage igual, hein? Bom saber.

Chegamos no meu apartamento. Eu mal fechei a porta e ela já tava me beijando. Beijo de língua, molhado, urgente, como se a gente tivesse se preso de saudade. As mãos dela desceram, abriram meu cinto, puxaram a calça e a cueca de uma vez só. Meu pau saltou, duro, veias saltadas. Ela se ajoelhou ali mesmo no corredor, sem cerimônia, e lambeu da base até a cabeça, olhando pra cima.

beijo casal

— Ainda gosto do gosto — murmurou, antes de engolir quase tudo de uma vez.

Eu segura a parede, gemendo alto. A boca dela era quente, molhada, e ela chupava com aquela pressão gostosa que eu lembrava de cor. Mão no cabelo dela, empurrando um pouco mais fundo, sentindo a garganta apertar. Ela engasgou de leve, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Continuou mamando, chupando as bolas, voltando pro pau, fazendo barulho molhado. Eu quase gozei ali, mas puxei ela pra cima.

— Quarto. Agora.

A gente foi se desvencilhando de roupa pelo caminho. Blusa dela no chão, sutiã preto no sofá, calça jeans minha no meio do corredor. Chegamos na cama pelados. Eu deitei ela de costas, abri as pernas e enfiei a cara entre elas. A buceta tava encharcada, cheiro de excitação pura. Chupei o clitóris com força, enfiei dois dedos, curvi, procurei aquele ponto. Ela arqueou as costas, gemendo meu nome, puxando meu cabelo.

— Porra… ainda sabe exatamente onde…

Eu continuei até ela estar tremendo, quase gozando. Aí parei.

— Cadê esses brinquedos que você falou?

Ela riu, ofegante.

— Não trouxe. Tão na minha casa.

— Então a gente improvisa. Eu tenho umas coisas aqui.

Abri a gaveta da cabeceira. Tinha um vibrador clássico, daqueles de bala, e um lubrificante de silicone que eu tinha comprado num sex shop meses atrás, daqueles que ficam escorregadios pra caralho e não ressecam. Também tinha umas algemas de metal forradas de pelúcia que um amigo tinha me dado de brincadeira num aniversário. Eu peguei tudo.

— Vira de quatro.

Ela obedeceu, bunda empinada, buceta brilhando. Eu passei o lubrificante generosamente nos dedos e no pau, depois espalhei na entrada dela. O vibrador de bala eu liguei no máximo e segurei contra o clitóris enquanto enfiava o pau devagar. Ela gemeu alto, empurrando pra trás.

mulher em posição de quatro

— Mais fundo… porra, mais fundo.

Eu meti até o fundo, sentindo o calor apertado, e comecei a foder com vontade. Uma mão na cintura dela, a outra segurando o vibrador no clitóris. O barulho de pele batendo, o gemido dela, o zumbido do brinquedo. Em poucos minutos ela gozou, contrações fortes apertando meu pau, corpo todo tremendo. Eu não parei. Continuei metendo enquanto ela ainda estava no meio do orgasmo, prolongando.

Quando ela meio que desabou, eu tirei o pau, virei ela de costas e prendi as algemas na cabeceira da cama, prendendo os pulsos dela acima da cabeça. Os seios ficaram bem expostos, duros, mamilos pontudos. Eu chupei um, mordeu de leve, enquanto enfiava de novo. Dessa vez de frente, olhando nos olhos. Ela puxava as algemas, arqueando, gemendo sem controle.

— Usa o lubrificante de novo… passa mais.

Eu tirei o pau, espremi mais lubrificante na cabeça e nas bolas, depois enfiei de novo. O escorregadio extra fez cada estocada mais profunda, mais fácil de bater fundo. Eu agarrei as coxas dela, abri mais, meti com força. O vibrador eu liguei de novo e deixei entre nós dois, pressionado no clitóris dela a cada movimento. Ela gozou de novo, gritando, e eu senti meu próprio orgasmo subindo.

— Onde você quer que eu goze?

— Dentro… porra, dentro de mim.

Eu acelerou, metendo fundo, e gozei com força, jatos quentes enchendo ela. Continuei empurrando até o último espasmo, sentindo o sêmen misturado com o lubrificante escorrer um pouco. Depois tirei o pau, soltei as algemas e deitei ao lado. Os dois ofegantes, suados, cheirando a sexo e a produto de sex shop.

Mas a noite não acabou ali. Depois de uns minutos ela se levantou, foi até a cozinha beber água, voltou e se sentou em cima de mim.

— Ainda tô com fome.

Ela se abaixou, chupou meu pau mole até ele voltar a endurecer, depois se posicionou de costas pra mim, estilo cowgirl invertida, e desceu devagar. Eu agarrei a bunda dela, abrindo as nádegas, e enfiei um dedo no cu, só a ponta, enquanto ela rebolava. O lubrificante ainda tava por ali, facilitando. Ela gemeu, acelerou o movimento, e eu liguei o vibrador de novo, segurando contra o clitóris dela por trás. Dessa vez o orgasmo dela veio mais intenso, corpo todo contraindo, e eu gozei de novo, menos volume, mas ainda gostoso, sentindo ela apertar.

Depois a gente ficou deitado, conversando baixo, rindo de como tinha sido absurdo. Ela falou que na próxima ia trazer o vibrador de ponta dupla e o plug. Eu falei que a gente podia ir juntos no sex shop escolher mais coisa. Um conjunto de bondage leve, talvez um daqueles anéis penianos vibratórios, ou um lubrificante com sabor. Ela riu e beijou meu peito.

Ficamos mais um tempo, até o sono bater. De manhã ela acordou primeiro, me chupou de novo até eu gozar na boca dela, e depois tomou café pelada na minha cozinha como se fosse a coisa mais normal do mundo. Antes de ir embora, me beijou na porta e falou:

— Não some de novo. Essa vez a gente se come direito e ainda testa todos os brinquedos que eu comprei.

Eu só sorri, ainda cheirando a sexo e a lubrificante de silicone.

E foi assim que o reencontro com a Marina virou a melhor terça-feira da minha vida recente. Casual, sujo, cheio de gemido e de produto de sex shop. Exatamente do jeito que eu gosto.

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