Ela sabia que eu era casado. E não se importou.
Eu não planejei nada. Juro que não planejei.
Era uma quinta-feira comum: reunião de alinhamento às 14h, relatório pra entregar antes das 18h, jantar em casa às 20h. Minha vida é uma sequência de horários que eu mesmo criei e aprendi a obedecer.
Então ela entrou na sala de reunião com um notebook na mão e um sorriso que não era pra mim. Que não era pra ninguém específico. Era só o jeito que ela sorria, como quem não precisa de nada que você tem pra oferecer.
Isso me destruiu.
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O nome dela é Ana. Consultora externa, terceiro mês de projeto. Eu já tinha conversado com ela antes: reuniões rápidas, e-mails objetivos, nada que justificasse o que aconteceu comigo naquela quinta.
Mas naquela quinta ela usava uma blusa cinza que parava dois dedos acima da calça, e quando ela se inclinou sobre a mesa pra apontar algo no slide, eu parei de respirar.
Não por muito tempo. O suficiente pra notar.
Saímos juntos do escritório por acaso. Ela esperava o elevador, eu fiz de conta que também esperava. Meu andar é o terceiro, o elevador não fazia o menor sentido.
“Longa reunião”, ela disse, sem me olhar.
“Toda reunião com o Fábio é longa”, eu respondi.
Ela riu. Um som curto, real, sem performance. E aí me olhou de lado com aquele sorriso que não era pra ninguém.
Descemos juntos. Saímos pelo mesmo hall. A noite tinha esfriado e ela cruzou os braços num gesto que era tão humano, tão simples, que eu quis colocar minha mão nas costas dela só pra aquecê-la.
Não coloquei.
“Vai de metrô?”, ela perguntou.
“Carro”, eu disse. “Mas posso te deixar em algum lugar.”
Ela hesitou dois segundos. Dois segundos que eu ainda consigo contar.
“Pode ser.”
No carro, ficamos em silêncio por uns três quarteirões. Um silêncio que não era incômodo: era cheio. O tipo de silêncio que você não quer preencher porque ele já está dizendo tudo.
“Você é casado”, ela disse. Não era pergunta.
“Sou”, eu respondi.
“Há quanto tempo?”
“Onze anos.”
Ela assentiu devagar, como se estivesse confirmando algo que já sabia. Olhou pela janela. Depois me olhou.
“Onze anos é tempo suficiente pra saber o que você quer.”
Meu pulso acelerou. Eu mantive as mãos no volante.
“É”, eu disse. “É tempo suficiente.”
Parei o carro numa rua que não era a dela.
Ela não perguntou nada.
Quando me virei pra ela, Ana já estava me encarando: sem pressa, sem jogo, sem aquele teatro que às vezes acompanha esses momentos. Só ela, me olhando como se eu fosse uma decisão que ela já tinha tomado faz tempo.
Eu coloquei a mão no rosto dela com mais cuidado do que esperava de mim mesmo.
Ela fechou os olhos um segundo. Só um. Depois abriu, me olhou de perto, e disse:
“Não precisa ser delicado.”
Alguma coisa em mim cedeu.
Eu me inclinei e a beijei devagar no começo, só pra sentir, só pra ter certeza de que era real. Os lábios dela eram macios e responderam antes mesmo que eu terminasse de chegar. A mão dela subiu pelo meu pescoço, os dedos enroscando no meu cabelo com uma pressão que não pedia permissão.
Aí o beijo mudou de tom.
Ficou mais fundo, mais urgente, com aquela fome que você esquece que existe quando a vida vai ficando organizada demais. Eu deslizei a mão pela lateral do corpo dela, sentindo o calor da pele através da blusa, e ela se virou levemente no banco pra ficar mais perto, como se o espaço entre a gente fosse um problema que ela estava determinada a resolver.
Minha mão encontrou a cintura dela e ela soltou um som baixo contra minha boca. Pequeno. Real. O tipo de som que não se finge.
Então ela pegou minha mão.
Não pediu. Não sugeriu. Pegou, com uma firmeza tranquila, e conduziu pra baixo, por dentro da calça dela, sem nenhuma cerimônia. Como quem diz: já chega de rodeio.
Eu parei de respirar.
Baixei um pouco a calcinha dela. Estava molhada. Completamente. A buceta dela quente e úmida sob meus dedos, e aquilo me atingiu no peito antes de qualquer outra coisa. Ela estava assim por mim. Por isso. Por aquele silêncio no carro, por aquele beijo, por tudo que não foi dito.

Comecei devagar, passando os dedos com cuidado, aprendendo o terreno. Ela arqueou o quadril levemente na minha direção, um convite sem palavra nenhuma. Aumentei o ritmo, circulando, pressionando no ponto que fez ela morder o lábio e apertar meu ombro com força.
Com a outra mão eu subi pela blusa dela, abri o sutiã de renda e agarrei os peitos com vontade. Eram carnudos, cheios, quentes na palma da mão, e eu apertei sem cerimônia enquanto os dedos lá embaixo continuavam o trabalho. Ela gemeu de verdade dessa vez, sem conter, e jogou o corpo mais perto do meu, como se quisesse estar dentro daquele momento de um jeito que não coubesse mais nada.
A siririca foi ficando mais intensa e ela foi ficando menos quieta. Os sons que escapavam eram contidos no começo, quase controlados, como alguém que sabe que não pode se perder completamente. Mas foi perdendo mesmo assim.
Aumentei os movimentos, firme, sem parar, sentindo ela ficar mais tensa a cada segundo. Os quadris dela respondiam no mesmo ritmo, os dedos cravados no meu ombro, a respiração curta e quebrada colada na minha orelha.
E então ela gozou.
Não foi discreto. Foi dela inteira: um gemido longo que ela mal conseguiu segurar, o corpo todo se contraindo e depois soltando de uma vez, as pernas fechando levemente ao redor da minha mão como se quisesse guardar aquilo por mais um segundo. Foi bonito do jeito que só é bonito quando é verdadeiro.
Fiquei quieto, a mão ainda ali, deixando ela terminar de verdade.
Ela ficou de olhos fechados por uns instantes. Respirou fundo uma vez. Depois me olhou com aquele sorriso que não era pra ninguém.
Era pra mim.
Ficou quieta por um segundo, me estudando. Então desceu o olhar, devagar, e pousou a mão na minha calça. O volume ali era óbvio e ela não fingiu não notar. Passou a palma com calma, sentindo, e soltou um som de aprovação baixinho.
“Você fez a lição de casa”, ela disse.
Abriu meu cinto sem pressa, sem nervosismo, com aquela competência tranquila de quem sabe exatamente o que está fazendo. Quando a mão dela envolveu meu membro, eu fechei os olhos e apoiei a cabeça no banco.
Então ela desceu.
O boquete começou suave, com a língua traçando o contorno antes de qualquer coisa, e eu já sabia que estava perdido. Ela usava a boca e a mão juntas num movimento giratório, parafuso puro, alternando pressão e ritmo de um jeito que parecia feito sob medida pra me desmontar. Eu coloquei a mão no cabelo dela sem puxar, só pra sentir, só pra ter algo concreto enquanto tudo o mais ia ficando turvo.
Ela sabia onde estava indo e não desviou nem um segundo.
A pressão foi subindo, meu corpo foi enrijecendo todo, e quando eu gozei foi com um gemido que saiu sem pedir licença. Ela não recuou. Ficou ali, até o fim, engolindo tudo sem deixar escapar um pingo sequer. Depois subiu devagar, me olhou, e limpou o canto da boca com o polegar com uma calma que beirava o absurdo.
Fiquei olhando pra ela sem conseguir dizer nada.
Ela riu baixinho. Aquele som curto, real, sem performance.
“Agora a gente está quite”, ela disse.
Deixei ela na esquina que ela pediu.
“Você vai ficar bem?”, ela perguntou antes de sair.
Não sabia se era sobre aquela noite ou sobre tudo o mais.
“Vou”, eu disse.
Ela assentiu. Fechou a porta sem drama, sem promessa, sem o tipo de olhar que cria problema. Atravessou a calçada e sumiu na esquina com aquele passo que não pede licença pra ninguém.
Fiquei parado por uns dois minutos.
Depois liguei o carro, coloquei o endereço de casa no GPS que eu conheço de cor, e fui.
O jantar estava na mesa quando cheguei.
Minha esposa me perguntou como tinha sido o dia.
“Normal”, eu disse.
E era verdade, de um jeito que ela não precisava entender.
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