Ilustração sensual em estilo digital cinematográfico de uma mulher recebendo um homem de camisa azul em um quarto iluminado por luzes em tons de rosa e roxo, criando um clima íntimo e envolvente.

Meu amante me fez descobrir sensações que nunca imaginei

Tem uma coisa que eu aprendi sobre mim mesma depois dos 35: eu sei mentir muito bem para todo mundo, menos para o meu próprio corpo.

Eu sei mentir para o meu marido quando ele pergunta se estou bem e eu digo que sim, só cansada. Sei mentir para as minhas amigas quando elas falam que eu pareço diferente, mais leve, e eu respondo que comecei a fazer pilates. Sei mentir até para o espelho, às vezes, fingindo que aquele brilho nos olhos é só porque dormi bem.

Mas quando o celular vibra com a mensagem dele, o meu corpo não mente. O calor sobe antes de eu nem abrir o texto. Os dedos hesitam um segundo antes de clicar, não por dúvida, mas porque eu aprendi a saborear aquele segundo de antecipação. Aquele segundo em que tudo ainda pode ser só imaginação.

Depois que eu abro, não tem mais como fingir.

Você é uma mulher que quer ganhar dinheiro extra ou está pensando em começar seu próprio negócio? Então, este guia é para você. “Começando a Revender: O Guia Completo para Iniciantes no Mundo do Empreendedorismo” é um caminho simples e claro para quem quer entrar no mundo das vendas.

Quinta. Hotel do outro lado da cidade. Você sabe qual.

Eu sei qual.

Faz oito meses que eu conheço Marcelo. Oito meses desde aquela conferência chata de trabalho onde ele sentou do meu lado na palestra mais entediante que eu já assisti na vida e, em vez de fingir atenção como todo mundo, ele se inclinou levemente na minha direção e sussurrou: “Se você quiser, eu tenho uma garrafa de vinho no quarto e uma janela com uma vista muito melhor do que esse PowerPoint.”

Eu devia ter dito não.

Eu disse sim.

E foi o começo de uma coisa que eu não sei nomear direito porque chamar de caso parece barato demais para o que é, e chamar de amor parece irresponsável demais para o que eu tenho em casa. Então eu não chamo de nada. Só vivo.

Na quinta, eu chego ao hotel vinte minutos antes dele. Sempre faço isso. É um ritual meu, uma coisa que aprendi a precisar: aquele tempo em que fico no quarto sozinha, sentindo o ar-condicionado no rosto, ouvindo o silêncio de um lugar que não tem história com a minha vida real. Aqui não tem lista de mercado. Não tem conta pra pagar. Não tem a sensação cansativa de ser a mesma pessoa todos os dias.

Aqui eu sou só eu. A versão de mim que eu não sabia que existia antes de Marcelo.

Quando ele bate na porta, o meu coração faz aquela coisa idiota. Aquela aceleração de adolescente que eu não sentia há tanto tempo que tinha esquecido que era possível sentir de novo.

Abro a porta e ele está lá. Camisa azul, mangas dobradas até o cotovelo, aquele olhar calmo que ele tem e que me desestabiliza mais do que qualquer coisa frenética jamais conseguiu. Marcelo nunca parece com pressa. Nem quando eu sei que ele está com tanta vontade quanto eu. Ele carrega o desejo com uma paciência que me deixa louca.

“Oi,” ele diz.

Só isso. Mas do jeito que ele diz, parece que a palavra tem peso.

Ele entra, fecha a porta atrás dele sem me tirar os olhos, e eu já estou perdida. Não é que eu perca a razão. É que a razão simplesmente deixa de ser relevante. Aqui, com ele, só o que importa é o que eu sinto.

Ele coloca as mãos no meu rosto primeiro. Sempre faz isso. Segura meu rosto como se quisesse me olhar inteira antes de qualquer outra coisa, e essa é uma das coisas que me pegou desde o começo: a forma como ele presta atenção. Meu marido me olha há quinze anos e eu não tenho certeza se ele me vê. Marcelo me olha há oito meses e eu tenho a sensação de que ele lê coisas em mim que eu ainda não escrevi.

O beijo começa devagar. Sempre começa devagar. E vai ficando mais fundo, mais urgente, até que eu tenho as mãos na camisa dele e ele tem as mãos no meu cabelo, e o silêncio do quarto some debaixo da nossa respiração.

Mas desta vez é diferente desde o começo, e eu sei disso porque ele me olha de um jeito que eu não reconheço. Tem uma pergunta naquele olhar. Uma pergunta que ele ainda não fez com palavras, mas que eu já sinto no ar, pesando gostoso entre a gente.

A gente vai para a cama do jeito que costuma ir: com tempo, com calma, sem a pressa que transforma o prazer em check-list. Ele tira minha blusa com aquela lentidão deliberada que ele sabe que me enlouquece. Beija meu pescoço, meu ombro, a curva do meu seio. Eu fico com os olhos fechados porque quando eles estão fechados eu só sinto, e sentir com Marcelo é uma experiência que eu não quero desperdiçar com pressa.

Mas em algum momento da noite, enquanto a gente está deitado, respirando juntos, a pele dele quente contra a minha, ele fala com aquela voz calma que ele tem.

“Tem uma coisa que eu venho pensando.”

Eu me viro para olhar para ele. “O que?”

Ele não desvia o olhar. Esse é o negócio com Marcelo: ele nunca desvia o olhar nas horas difíceis. “Eu quero você de um jeito que a gente ainda não foi.”

Eu entendo antes que ele termine a frase. E o meu corpo entende primeiro que a minha cabeça, porque alguma coisa aquece num lugar que eu nunca deixei ninguém chegar.

“Marcelo…”

“Se você não quiser, não precisa dizer mais nada.” A voz dele é firme mas sem pressão. É exatamente assim que ele é. “Mas eu quero que você saiba que eu quero. E que eu sei o que estou pedindo.”

Fico em silêncio por um momento que parece longo mas provavelmente não é. Fico pensando na palavra “nunca”. Nunca deixei ninguém. Nem meu marido, que tentou uma vez sem conversar antes e recebeu um não tão firme que o assunto morreu ali pra sempre.

Com Marcelo é diferente. Com Marcelo eu sempre fui diferente.

“Eu tenho medo,” eu digo. Porque é verdade.

“Eu sei,” ele responde. “A gente vai devagar. E se você quiser parar em qualquer momento, a gente para. Sem drama, sem explicação.”

É a palavra “devagar” que me convence. Não a promessa de parar, que qualquer um faz. É o “devagar”. Porque Marcelo é um homem que cumpre o devagar. Eu sei disso da forma mais íntima possível.

“Tudo bem,” eu digo.

O que acontece a seguir é uma das coisas mais lentas e mais intensas que eu já vivi.

Ele não vai direto. Não é do jeito dele e, naquela noite, eu descubro que não poderia ter sido de outro jeito porque o meu corpo precisava de cada segundo daquela preparação.

Ele me beija de um modo que me faz esquecer que eu estava nervosa. As mãos dele exploram cada parte de mim com aquela atenção que só ele tem, e quando eu estou tão relaxada que minha respiração ficou lenta e profunda, ele começa a me preparar. Os dedos dele se movem com cuidado, lendo cada reação minha, parando quando eu respiro fundo, avançando quando eu abro mais espaço.

Tem um momento em que a sensação é estranha. Não é dor, mas é uma estranheza de fronteira, de território desconhecido. E aí ele faz uma coisa simples: coloca a mão no meu quadril e fala bem baixo, “estou aqui.”

Duas palavras. E de alguma forma elas me abrem mais do que qualquer coisa física. Ele já tinha pensando em tudo, até lubrificante próprio para isso ele levou.

MULHER DE LINGERIE PRETA COM FOCO NO BUMBUM DELA

Quando ele finalmente entra em mim naquele lugar que eu nunca deixei ninguém, é com uma lentidão que parece impossível para alguém com tanto desejo quanto ele. Eu sinto cada centímetro. Cada avanço. Cada pausa que ele faz pra me perguntar com o silêncio se eu estou bem, e eu respondo com o silêncio que estou, que pode continuar, que eu quero que ele continue.

A intensidade é diferente de tudo. É mais profunda. Mais dentro. Como se o corpo tivesse zonas de entrega que a gente nem sabe que tem até que alguém com paciência suficiente resolve encontrar.

Eu fico de quatro, a testa encostada no travesseiro, os dedos apertando o lençol, e ele está com as mãos no meu quadril, firme mas sem brutalidade, conduzindo num ritmo que sobe gradualmente do modo como uma onda sobe. Não tem pressa, mas tem intenção. Cada movimento é deliberado. Cada movimento diz alguma coisa que nenhum dos dois está falando em voz alta.

Em algum ponto eu paro de pensar. Paro de catalogar as sensações, paro de comparar com o que eu esperava, paro até de estar nervosa. Só estou. Presente do jeito que raramente consigo ser em qualquer outra parte da minha vida.

Ele se inclina sobre mim sem perder o ritmo e beija a minha nuca, o meu ombro. Diz meu nome de um jeito que parece uma pergunta e uma resposta ao mesmo tempo. E eu respondo com um som que sai de um lugar fundo, um lugar que não é nem gemido nem palavra, é só verdade.

Quando a gente termina, ficamos deitados do mesmo jeito que sempre ficamos: ele com o braço embaixo da minha cabeça, eu com a mão espalmada no peito dele, sentindo o coração dele desacelerar junto com o meu.

O silêncio entre a gente nunca foi incômodo. É uma das coisas que eu mais gosto nessa relação impossível: a qualidade do silêncio. A gente não precisa encher o espaço.

“Você está bem?” ele pergunta depois de um tempo.

“Estou,” eu digo. E é verdade de uma forma que eu não sei explicar completamente. Bem não é a palavra certa. Inteira, talvez. Presente. Viva do jeito que se está viva quando o corpo acabou de ser levado a um lugar que a mente não tem mapa.

Ele aperta levemente o meu ombro. “Obrigado por confiar em mim.”

Eu fico olhando para o teto, pensando nessa palavra. Confiança. Que coisa estranha de acontecer fora do lugar onde a confiança deveria viver. Que coisa estranha e real e impossível de fingir que não existe.

“Não foi fácil,” eu digo. Porque não foi. E porque com Marcelo eu nunca finjo que as coisas são mais simples do que são.

“Eu sei,” ele diz. “Por isso foi bonito.”

Quando eu chego em casa mais tarde, meu marido está assistindo série no sofá. Ele levanta os olhos, sorri com aquele sorriso de hábito, e pergunta se o jantar de trabalho foi bom.

Eu digo que foi ótimo. Que eram pessoas interessantes. Que estou cansada.

E vou para o banheiro, fecho a porta, me olho no espelho.

Aquele brilho nos olhos está lá de novo.

Eu não consigo mentir para ele. Para o meu próprio reflexo.

Então eu não tento. Só respiro. E fico com aquela sensação no corpo por mais um pouco, aquela sensação de ter chegado em algum lugar que não tem nome nem endereço, mas que eu já sei que vou querer visitar de novo.

Produtos de Sex Shop em Promoção

Se você busca produtos de sex shop para uso pessoal ou revenda, chegou ao lugar certo! Aqui você encontra tudo para montar sua loja ou aproveitar momentos especiais: vibradorescosméticos eróticosfantasias eróticas, plugs, produtos para pompoarismo e muito mais.

A Miess Sex Shop é a maior distribuidora do Brasil, com um catálogo completo, preços competitivos e parcelamento em até 10X sem juros. Explore nossas opções e transforme seu desejo ou negócio em sucesso!

Posts Similares