ilustração com homens bebendo em bar

Conto erótico: cheiro de suor e desejo

Eu e o Rafael a gente se conheceu naquela balada meio escondida perto da Lapa, daquelas que só entra quem já sabe como funciona. Eu tava no bar, tomando uma cerveja quente pra caralho, camisa preta aberta no peito, calça jeans apertada no pau que já tava meio duro só de olhar a galera. Ele chegou do nada, alto, ombros largos, barba por fazer, cheiro de perfume barato misturado com suor de quem tinha acabado de dançar. Olhou pra mim direto, sem firula, e falou:

— Tá sozinho, cara?

Eu ri, aquele sorriso de quem já sabe pra onde a conversa vai.

— Dependendo de você, não fico.

Foi assim. Sem enrolação. A gente se beijou no meio da pista, boca com gosto de cachaça e menta, língua entrando fundo, mão dele descendo pelas minhas costas e apertando a bunda com força. Eu senti o pau dele duro contra a minha coxa, grosso, quente, e meu cu já começou a tremer só de imaginar. A gente saiu dali rapidinho, pegou um Uber e foi pro apartamento dele em Botafogo. No elevador já tava com a mão dentro da calça dele, apertando o pau grosso por cima da cueca, sentindo a cabeça molhada.

casal gay se beijando na balada

Chegou no apê, ele fechou a porta com o pé e me empurrou contra a parede. Beijo bruto, dente batendo, mão na minha garganta apertando leve enquanto a outra puxava minha camisa pra cima. Eu já tava sem camisa, peito suado, mamilo duro, e ele chupou um, depois o outro, mordendo e puxando. Eu gemia baixo, a voz rouca:

— Porra, Rafael… chupa mais forte.

Ele ajoelhou na minha frente, abriu o zíper da minha calça com os dentes, puxou a cueca pra baixo e o meu pau saltou, duro, veia latejando. Ele olhou, deu um sorrisinho safado e lambeu a cabeça inteira, língua quente, molhada, passando devagar na fenda. Eu segurei o cabelo dele e enfiei a porra toda na boca dele de uma vez. Ele engasgou, mas não parou. Chupou fundo, babando, mão apertando minhas bolas, dedo mascarando o meu cu por cima da calça. Eu fodi a cara dele sem dó, sentindo a garganta apertar no meu pau, o barulho molhado de saliva e gemido.

homem abrindo calça de outro

— Isso, engole tudo, puto… — eu falava, voz grossa.

Ele se afastou um pouco, fio de baba escorrendo do canto da boca até o queixo, e falou:

— Quero te comer. Agora.

Eu virei de costas, apoiando as mãos na parede, e ele puxou minha calça e cueca até os joelhos. Ouvi o barulho da embalagem abrindo e senti o gel friozinho do Beijo Grego sendo passado no meu cu. Ele espalhou bem com os dedos, deixando tudo molhado e com aquele cheiro doce. Depois a língua dele foi direto. Lambeu, chupou, enfiou a língua dentro, molhando tudo ainda mais. Eu abri as pernas o máximo que deu, empurrando a bunda pra trás, gemendo alto:

— Porra, chupa esse cu… assim, mais fundo.

dedo de homem com gel em dedo indicador

Ele enfiou um dedo, depois dois, abrindo, procurando o caminho certo. Quando achou, eu quase gozei ali mesmo. As pernas tremeram, o pau pingando no chão. Ele se levantou, tirou a própria calça, e o pau dele era ainda mais grosso do que eu imaginava — veias grossas, cabeça rosada, gotejando. Passou a cabeça no meu cu, esfregando, molhando com pré-gozo e saliva.

— Quer levar essa porra toda? — perguntou, voz baixa, quase rosnando.

— Quero. Enfia.

Ele empurrou devagar no começo, a cabeça entrando, me abrindo. Eu senti a ardor gostosa, o cu se abrindo pro pau grosso dele. Quando a cabeça passou, ele parou, me dando tempo, e eu forcei pra trás, engolindo mais. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e meteu até o fundo de uma vez. Eu gritei, mistura de dor e prazer, o pau dele batendo fundo, enchendo tudo.

— Caralho… que pau grosso… — eu gemia, a testa encostada na parede.

Ele começou a foder, primeiro lento, depois mais rápido, o barulho de pele batendo em pele ecoando no apê. Mão no meu ombro, outra no meu pau, batendo enquanto metia. Eu empurrava a bunda pra trás, pedindo mais:

— Mais forte, porra. Fode esse cu.

Ele puxou meu cabelo, forçou minha cabeça pra trás e meteu com tudo, fundo, duro, o pau latejando dentro de mim. Cada estocada batia na próstata, e eu via estrelas. O suor escorria pelas costas dele, pingava no meu lombo. O cheiro de sexo, suor e saliva tomava conta do quarto.

Ele me virou de frente, me levantou pelas coxas e me sentou no pau dele, de costas pra parede. Eu enlaciei as pernas na cintura dele e ele me fodeu de pé, segurando meu peso, o pau entrando e saindo molhado, o cu fazendo barulho de sucção. Eu beijava a boca dele, chupava a língua, mordia o lábio inferior. Ele gemia no meu ouvido:

— Seu cu é apertado pra caralho… vou gozar fundo.

Eu apertei o cu em volta do pau dele de propósito, e ele rosnou. Me jogou na cama, de quatro, e voltou a meter. Dessa vez mais bruto, a mão estapeando minha bunda, deixando marca vermelha. Eu gemia no travesseiro, a voz abafada:

— Isso… usa esse cu. É seu.

Ele enfiou o polegar na minha boca e eu chupei enquanto levava estocada atrás de estocada. O pau dele inchava ainda mais, as bolas batendo nas minhas. Eu sentia o pré-gozo escorrendo pelas minhas coxas, misturado com saliva e lubrificante natural.

Ele me deitou de barriga pra cima, ergueu minhas pernas nos ombros e meteu de frente. Olho no olho. Eu via o rosto dele contorcido de prazer, a barba suada, a boca entreaberta. Cada vez que ele enfiava até o fundo, eu soltava um gemido longo. Minha mão no meu próprio pau, batendo rápido, a cabeça molhada, prestes a explodir.

— Vou gozar… — eu avisei.

— Goza. Quero ver.

Eu gozei forte, jatos quentes subindo pelo peito, no pescoço, um pouco no queixo. O cu apertando em volta do pau dele a cada contração. Ele não parou. Continuou fodendo enquanto eu ainda tremia, o pau sensível, o corpo inteiro arrepiado. Depois de mais umas estocadas profundas, ele enterrou tudo e gozou. Eu senti o pau latejar dentro, o porra quente enchendo meu cu, escorrendo pelas bolas dele e pingando no lençol.

Ele ficou parado um tempo, respirando pesado, o peito colado no meu. Depois tirou o pau devagar, e eu senti o gozo escorrer pelo meu cu aberto. Ele abaixou a cabeça e lambeu, chupando o próprio porra misturado com o meu, língua entrando de novo. Eu ri, ainda ofegante:

— Safado pra caralho.

Ele subiu, beijou minha boca com gosto de gozo e falou:

— Ainda não acabou.

Me virou de lado, encaixou atrás de mim e meteu de novo, mesmo depois de gozar. O pau ainda meio duro, mas quente e escorregadio de porra. Fodeu devagar dessa vez, beijando meu pescoço, mordendo a orelha, mão no meu peito apertando o mamilo. Eu estava mole, mas o pau já começava a endurecer de novo. Ele bateu uma pra mim enquanto metia, e em pouco tempo eu tava duro outra vez.

A gente ficou assim um tempão, fudendo devagar, suado, o cheiro de sexo impregnado no colchão. Quando ele ficou completamente duro de novo, aumentou o ritmo. Eu me ajoelhei, ele atrás, e a gente se fodeu até o segundo orgasmo. Dessa vez ele gozou na minha boca. Eu ajoelhei na frente dele, abri a boca e ele meteu o pau molhado de porra e saliva, fodendo minha garganta até gozar de novo. Eu engoli tudo, chupando até a última gota, limpando o pau com a língua.

Depois a gente caiu na cama, corpo colado, respiração ainda acelerada. Ele passou a mão no meu cabelo molhado de suor e falou, voz rouca:

— Amanhã de novo.

Eu sorri, a mão no pau dele ainda meio duro.

— Pode deixar. Eu volto.

A noite inteira a gente se tocou, se beijou, se chupou. De madrugada ele me fodeu de novo, mais lento, mais fundo, o corpo todo colado no meu. Eu sentia cada veia do pau dele dentro, cada batida de coração. Quando gozamos juntos pela terceira vez, o sol já estava começando a entrar pela janela. O gozo escorria, o corpo doía gostoso, a boca ardia de tanto beijar e chupar.

Ele me beijou no ombro e murmurou:

— Você tem um cu viciante, porra.

Eu ri, virando o rosto pra beijar a boca dele de novo.

— E você tem um pau que eu quero levar todo dia.

Foi assim que começou. Atração pura, desejo sem filtro, foda sem vergonha. Dois homens se comendo sem firula, suando, gemendo, gozando um no outro. E a gente ainda ia se ver muitas vezes depois daquela noite.

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