Conto erótico: O que o marido não faz
O aroma do café ainda tava na cozinha quando a Carla trancou a porta de casa. Nove da manhã de terça. O Roberto já tinha saído fazia uma hora, deixando aquele cheiro de loção de barba barata e a conversa furada de “volto cedo hoje”. Ela sabia que não voltava. Nunca voltava. Reunião, cliente, happy hour que ia até as duas da manhã. Oito anos de casamento e a rotina tinha virado uma merda: jantar de micro-ondas, sexo no escuro de sábado, ele gozando rápido e virando de lado pra roncar.
Carla tinha 34 anos, por baixo da roupa de esposa tinha uma fome que latejava toda vez que o Roberto virava de costas. Aquela manhã a buceta já tava molhada só de pensar.
Ela pegou o celular. A mensagem tava escondida:
“Tô no apê. Porta aberta. Vem logo.”
O coração bateu forte. O apartamento era um studio pequeno. O dono do número era o André, o personal da academia. 31 anos, ombro largo, braço veiudo, sorriso safado e um pau que ela ainda não tinha visto inteiro, mas que já tinha sentido duro batendo na bunda dela nos “ajustes” da leg press.
Carla tirou a aliança e jogou no fundo da bolsa. O gesto ainda dava um frio na barriga, mistura de culpa e tesão. Vestiu a saia preta justa que o Roberto odiava, a blusa sem sutiã e o salto. Sem calcinha.
O elevador subiu devagar. No terceiro andar a porta 304 tava entreaberta. Ela entrou. O André tava de costas, só de short preto de academia, mexendo no celular. Quando virou, o olhar desceu direto pros peitos soltos e depois pra saia.
— Porra, chegou pingando, hein?, a voz dele saiu rouca.
Carla não falou nada. Fechou a porta com o pé e foi em cima. As mãos dele agarraram a cintura dela com força, puxaram pro corpo. A boca dele desceu no pescoço, quente, molhada, mordendo.
— Tira essa porra — ele mandou, puxando a blusa pra cima.
Os peitos saltaram pra fora, pesados, mamilo duro. O André engoliu um com a boca, chupando forte, a língua rodando o bico enquanto a mão apertava o outro.
— Assim… porra, assim…

Ele empurrou ela pra trás até a cama. A saia subiu na hora. A buceta dela tava exposta, inchada, brilhando de molhada. André ajoelhou na frente, abriu as pernas dela com as mãos e enfiou a cara.
A língua dele era grossa, quente, lambeu do cu até o clitóris de uma vez. Carla gritou. As pernas tremeram. Ele chupou o clitóris com força, sugando, enquanto dois dedos entravam fundo, curvando pra dentro e batendo naquele ponto que fazia a visão dela embaçar.
— Porra, André… não para…
Ele não parou. Chupou mais forte, os dedos fodendo rápido, o polegar esfregando o cu dela. Carla gozou em menos de dois minutos, a buceta contraindo nos dedos dele, o líquido escorrendo pela mão. Ela ainda tava tremendo quando ele se levantou, puxou o short pra baixo e o pau saltou pra fora.
Grosso. Veioso. A cabeça inchada, já pingando pré-gozo. Maior do que ela imaginava.
— Abre a boca.
Ela abriu. Ele enfiou até o fundo, a cabeça batendo na garganta. Carla engasgou, os olhos marejaram, mas não puxou pra trás. Deixou ele foder a boca, as mãos dele segurando o cabelo dela. O gosto salgado do pré-gozo encheu a língua. Ele meteu fundo algumas vezes e tirou, um fio de saliva ligando a boca dela ao pau.
— Vira. Quero te foder de quatro.

Carla virou na cama, ajoelhou, a bunda pro alto. O André passou a cabeça do pau na fenda molhada, esfregou no clitóris, depois enfiou de uma vez só.
Ela gritou. O pau dele abriu ela toda, fundo, grosso, enchendo tudo. Ele não deu tempo de se acostumar. Segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter pesado, a pele batendo, o som molhado enchendo o quarto.
— Que buceta apertada, caralho… — ele rosnou, metendo mais forte. — O marido não te fode assim, né? Não te enche assim…
— Não… — a voz quebrada. — Não mete assim… porra, mais fundo…
Ele puxou o cabelo dela pra trás, arqueando o corpo, e meteu com tudo. Cada estocada fazia o peito dela balançar. A mão livre dele desceu e começou a esfregar o clitóris dela enquanto fodia.
Carla gozou de novo, mais forte, a buceta apertando o pau dele, o corpo inteiro tremendo. André não parou. Continuou metendo, usando o corpo dela, o pau escorregando fácil no mel que escorria.
Ele tirou, virou ela de barriga pra cima, abriu as pernas e entrou de novo. Agora olhando nos olhos. A mão dele foi pro pescoço dela, apertando de leve, o suficiente pra fazer o sangue subir e o tesão ficar ainda mais pesado.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele mandou.
Ela olhou. Os olhos dele eram escuros, safados. Cada estocada era profunda, batendo no fundo. Ela sentia o pau latejando dentro. A outra mão dele apertava o peito, beliscava o mamilo.
— Vou gozar dentro — ele avisou, a voz rouca. — Quer?
— Quero… enche… porra, enche essa buceta…
Ele meteu mais rápido, o corpo batendo no dela, até travar fundo e gozar. O pau latejou, jorrando quente, enchendo ela. Carla sentiu cada jato, a buceta dela ainda contraindo…

Ele ficou dentro um tempo, respirando pesado, depois tirou. O gozo escorreu pela bunda dela, branco, grosso. O André passou o dedo, pegou um pouco e enfiou na boca dela. Ela chupou, o gosto salgado misturado com o dela.
— Ainda não acabou — ele falou, já endurecendo de novo.
Eles ficaram mais duas horas. Ele comeu ela de novo no sofá, de lado, uma perna dela no ombro dele. Depois no chão, ela por cima, rebolando devagar enquanto ele apertava a bunda e metia pra cima. No final ela tava de quatro de novo, o pau dele no cu, devagar no começo, depois fundo, enquanto os dedos dele fodiam a buceta. Ela gozou gritando, o corpo inteiro mole.
Quando acabou, os dois estavam suados, o gozo escorrendo pelas coxas dela. André acendeu um cigarro, sentado na beira da cama, olhando ela.
— Seu marido não faz nem metade disso.
Carla ainda tava ofegante, o corpo latejando.
— Não. Ele nem chega perto.
Ela se levantou devagar, as pernas tremendo. Vestiu a saia e a blusa. O gozo ainda escorria, molhando a parte de dentro da coxa. Ela não limpou. Queria sentir o resto do caminho.
Na porta, ele puxou ela de novo, beijou fundo, a mão apertando a bunda.
— Quinta. Mesma hora. E vem sem calcinha de novo.
Ela só acenou, o coração ainda batendo forte.
No carro, dirigindo de volta, a aliança ainda no fundo da bolsa, a buceta latejando e molhada de gozo alheio, Carla sorriu sozinha. Pela primeira vez em muito tempo, não se sentia uma esposa.
Em casa, tomou banho quente, esfregou o corpo com força, mas o cheiro dele ainda tava na pele. Quando Roberto chegou à noite, cansado, falando de reunião, ela só sorriu, serviu o jantar e depois, na cama, deixou ele foder ela rápido, no escuro, do jeito dele. Enquanto ele gozava e virava de lado, ela fechou os olhos e pensou no pau grosso do André enchendo ela, no gozo quente escorrendo, na mão no pescoço.
E já tava molhada de novo.
Na quinta ela voltou. E na próxima. E na outra. O studio virou o lugar onde ela deixava de ser a Carla casada e virava só carne, gemido e porra. André a fodia de todos os jeitos: na parede, no chuveiro, com ela amarrada na cama, com a boca cheia de gozo enquanto ele filmava no celular (e apagava depois, porque ela pedia). Às vezes ele mandava ela ir trabalhar com o gozo ainda dentro, escorrendo pela calça. Outras vezes pedia pra ela mandar áudio gemendo enquanto o marido tava no quarto ao lado.
A culpa vinha de vez em quando, de madrugada, quando o Roberto roncava ao lado. Mas o tesão era mais forte. Cada vez que o pau do André entrava, a culpa sumia. Sobressaía só o prazer sujo, proibido, gostoso pra caralho.
Um dia ela chegou em casa mais cedo e encontrou o Roberto no sofá, o notebook aberto. Ele fechou rápido demais. No histórico tinha sites de acompanhantes. Carla não falou nada. Só sorriu por dentro. A partir daquele dia o sexo com o marido ficou ainda mais seco. E as idas pro studio, ainda mais frequentes.
Numa tarde de sexta, o André a fodeu tão fundo que ela gozou três vezes seguidas, a última com ele no cu e os dedos na buceta, a boca dela engasgando no travesseiro pra não gritar alto demais. Depois, deitados, suados, ele passou a mão no peito dela e falou baixo:
— Um dia eu vou te foder na sua cama. Com ele fora. Quero ver você gozar na cama de casal com o meu pau.
Carla sentiu a buceta apertar só de imaginar.
— Marca o dia — ela respondeu, a voz rouca. — Eu deixo a porta aberta.
E foi exatamente o que ela fez duas semanas depois. Roberto viajou a trabalho. Ela mandou mensagem pro André. Ele chegou às dez da noite. Foderam na cama de casal, no sofá da sala, na mesa da cozinha. O gozo dele manchou o lençol que ela dividia com o marido. No outro dia ela lavou tudo, colocou lençol limpo e, quando Roberto voltou, deitou do lado dele como se nada tivesse acontecido.
Mas toda vez que fechava os olhos, ainda sentia o peso do corpo do André em cima, o pau grosso abrindo ela, a voz dele mandando ela gozar.
E a fome só aumentava.
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