Conto Erótico — Reunião de Condomínio
Eu fui por culpa. Esse é o único motivo real pelo qual alguém arrasta o corpo até o salão de festas numa noite de terça-feira para uma reunião de condomínio. Culpa e o cansaço acumulado de ignorar as convocações coladas no elevador, sentindo o olhar acusatório do síndico, o Seu Arnaldo, toda vez que eu passava pela portaria.
Eu estava de moletom cinza, sem sutiã por baixo, o cabelo preso em um coque desleixado e aquela cara de quem só queria que o mundo acabasse em pizza e Netflix.
O salão cheirava a lustra-móveis barato e café requentado. As cadeiras de plástico rangiam sob o peso de vizinhos entediados. E lá estava ele.
Ele estava na última fileira, um canto estratégico para quem planeja uma retirada tática. Braços cruzados, uma camiseta preta que marcava discretamente os ombros largos, e a mesma expressão de “prefiro um canal de dente” que eu certamente estampava no rosto.
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Nós nunca tínhamos trocado mais do que um “bom dia” apressado nos últimos seis meses. Ele era o vizinho do 1002, eu, a moradora do 718. O cara do décimo andar tinha um maxilar marcado e um jeito de andar que sempre me fazia conferir o reflexo no espelho do elevador antes da porta abrir.
Me sentei duas cadeiras de distância. O reconhecimento foi instantâneo. Um leve erguer de sobrancelhas, um meio sorriso cínico. O pacto de tédio estava selado.
A reunião foi PURO TÉDIO. Seu Arnaldo discursava sobre a individualização do gás com a paixão de um herói de guerra, enquanto a Dona de Lourdes, do 304, insistia em debater a tonalidade do verniz da churrasqueira. Quarenta minutos de pura tortura burocrática. Foi quando senti um toque de papel no meu braço.
Ele me passou um bilhete dobrado. A caligrafia era firme, levemente apressada: “Você acredita que isso vai durar mais de uma hora?”
Peguei a caneta da minha bolsa e escrevi logo abaixo: “Já planejei minha fuga pelas escadas de emergência. Me segue?”
Ele leu, deu um riso que fez seus olhos brilharem e guardou o papel no bolso. Levantou-se discretamente, como quem vai apenas buscar um copo d’água. Eu fechei meu caderno de anotações vazias e o segui segundos depois.
O corredor do subsolo parecia o cenário de um filme de espionagem enquanto corríamos abafando o riso. Quando a porta corta-fogo se fechou atrás de nós, o silêncio do prédio pareceu mais denso, carregado.
— Você mora no sete, né? — ele perguntou, a voz ecoando suave na caixa de escada.
— 718. E você no dez.
— 1002. — Ele parou diante do elevador e apertou o botão. — Vai subir ou vai encarar o Arnaldo de novo?
Entramos no elevador. O espaço parecia menor. O cheiro dele, uma mistura de perfume amadeirado com o frescor da noite, preencheu o ambiente. Eu apertei o 7. Ele não apertou nada. Quando o visor marcou o sétimo andar e a porta abriu, nenhum de nós se moveu. Meus olhos encontraram os dele. Tinha um desafio ali, uma fome que vinha sendo cozinhada em banho-maria por seis meses de encontros casuais no corredor.
As portas se fecharam. O elevador continuou a subir. O apartamento dele era um santuário de luz baixa e bom gosto.
— Posso? — ele perguntou, a voz agora mais grave, parando a centímetros de mim. — Pode. Deve.
O beijo não teve nada de hesitação. Foi uma colisão. As línguas se encontraram com a urgência de quem já havia imaginado aquela cena mil vezes entre um andar e outro. Ele me prensou contra a bancada da cozinha, as mãos grandes descendo para apertar minha bunda por cima do moletom, me puxando para cima, forçando meu corpo contra o dele. Eu conseguia sentir a pau dele através das roupas, um volume sólido e quente que me fez soltar o primeiro gemido baixo.
Fomos para o sofá, as roupas sendo descartadas pelo caminho como se queimassem. Quando ele puxou meu moletom, seus olhos percorreram meus seios. Ele não esperou. Sua boca envolveu um dos meus mamilos, sugando com uma pressão que fez meu corpo inteiro arquear.
— Você não faz ideia de quantas vezes eu imaginei você aqui — ele falou descendo as mãos para o elástico da minha calça.
Ele me deixou nua e me deitou no sofá de couro macio. Suas mãos subiram pelas minhas coxas, abrindo com firmeza. Quando seus dedos tocaram minha calcinha, ele soltou um som de aprovação. Eu estava encharcada. O tecido de renda estava colado, transparente pela umidade que escorria de mim.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas e, com um movimento decidido, removeu a última barreira. O ar frio da sala bateu, mas logo foi substituído pelo calor absurdo da língua dele. Ele começou devagar, contornando meus lábios externos, subindo até encontrar o clitóris.
Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Sua língua era firme, técnica e focada. Ele o sugava entre os lábios enquanto dois de seus dedos penetravam fundo.
— Isso… bem aí… — falei sentindo a primeira onda de prazer subir.
Eu gozei com o rosto dele enterrado em mim, meus quadris balançando freneticamente enquanto ele bebia cada gota do meu orgasmo.
Não dei tempo para ele descansar. Eu o puxei para cima, sentindo sua ereção latejar contra minha coxa. Eu o fiz deitar e montei nele, guiando sua cabeça de encontro ao meu colo. Ele era grosso, uma presença imponente que parecia reivindicar cada centímetro interno meu.
Quando me sentei, senti meu corpo se expandir para acomodá-lo. A sensação de preenchimento era absoluta. Comecei a cavalgar, devagar no iníci… Ele segurou minha cintura, seus polegares pressionando meus quadris.
— Você é apertada demais — ele disse, os dentes cerrados, a testa suada.
Eu acelerei. O som da nossa trepada preenchia o apartamento. Eu me inclinava para frente, deixando meus seios balançarem perto do rosto dele, enquanto ele os apertava com uma força que beirava a dor, mas que apenas alimentava o fogo. Em um momento, levei minha própria mão até meu clitóris, estimulando enquanto cavalgava.
A visão era erótica demais: eu em cima dele, as sombras dançando nas paredes… Eu sentia cada veia dele dentro de mim. A cada estocada que ele dava para cima, eu sentia que ia explodir.
— Eu vou… eu vou gozar de novo — avisei, a voz falhando.
Ele cravou as mãos na minha bunda e me puxou para baixo com violência. O prazer atingiu um pico insuportável. Eu desabei sobre o peito dele.
Gritamos juntos, um som que certamente atravessaria as paredes do condomínio. Se o Arnaldo quisesse reclamar, que incluísse na pauta da próxima reunião.
Ficamos ali, entrelaçados, o suor colando nossas peles. O silêncio que se seguiu era confortável.
Ele afastou uma mecha de cabelo do meu rosto e me deu um beijo na testa, um contraste gritante com a selvageria de minutos atrás.
— Sabe… — ele começou, a voz ainda rouca — a próxima reunião é daqui a três meses. Orçamento da pintura externa.
— Vou faltar — respondi, sorrindo contra o peito dele. — Tenho planos muito mais interessantes para as noites de terça.
Ele riu, um som vibrante que eu senti no meu próprio corpo. — Melhor ideia que você teve hoje, vizinha.
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