ilustração para conto erótico de dois médicos se beijando

O segredo proibido do plantão da madrugada

O plantão daquela madrugada de quinta-feira estava estranhamente calmo no hospital municipal, mas a tensão entre o Gustavo e a Letícia, dois médicos clínicos que dividiam a escala da emergência, já estava prestes a explodir há semanas. Após atenderem o último paciente da fila por volta das três da manhã, o cansaço deu lugar a uma descarga pura de adrenalina e desejo acumulado.

Letícia entrou na sala de descanso dos plantonistas, um ambiente pequeno e meio capengo com um sofá simples, uma mesa de cabeceira e armários de metal. Ela puxou o elástico, deixando os cabelos caírem desalinhados pelos ombros, e começou a abrir os botões do jaleco. Ela achava que estava sozinha, até que a porta se abriu e o Gustavo entrou, girando a chave na fechadura logo atrás de si.

Os olhos do Gustavo desceram direto para o decote da camiseta de algodão que Letícia usava por baixo do uniforme. Sem dizer uma única palavra, ele cruzou a sala a passos largos. A pegada dele foi firme: segurou a cintura de Letícia com as duas mãos, prensando o corpo dela contra os armários de metal, que soltaram um estalo seco com o impacto.

— Eu não aguento mais passar o plantão inteiro do seu lado sem poder te tocar, Letícia.

O beijo foi faminto, daqueles que faz a gente acender rápido. Letícia soltou um gemido abafado contra os lábios dele, enfiando as mãos por dentro do jaleco do Gustavo, agarrando o tecido da camisa dele. A língua do Gustavo invadiu a boca dela com autoridade, enquanto as mãos dele desceram para a bunda dela por cima da calça, apertando com força, puxando o quadril dela contra o seu pau, que já estava completamente duro e pulsando.

casal beijando

Letícia estava louca de tesão. Ela mesma ajudou a puxar o cordão da própria calça, empurrando o tecido azul para baixo junto com a calcinha, deixando as pernas e a buceta totalmente expostas ali mesmo. Ele se afastou apenas o suficiente para abrir a calça e o zíper, libertando o membro grande, grosso e latejante, que já apontava para cima com uma gota de lubrificação na ponta.

Sem perder tempo com preliminares, o Gustavo segurou uma das coxas dela e a ergueu, forçando-a a apoiar a perna na beirada da mesa ao lado. Sacou uma camisinha e posicionou a cabeça do pau na entrada dela, que já estava encharcada e fervendo de desejo, e empurrou com tudo.

— Caralho, Gustavo! Letícia gritou, cravando as unhas nos ombros dele quando sentiu o pau entrar até a raiz, preenchendo cada milímetro dela de uma vez só.

O Gustavo começou a meter forte, num ritmo rápido e impiedoso. A cada estocada, o corpo de Letícia batia contra o armário de metal, fazendo um barulho ritmado que se misturava com os gemidos sôfregos dela. Ele segurava o seio dela por cima da camiseta, apertando o mamilo rígido com os dedos enquanto socava fundo, sem dó, atingindo o ponto exato que fazia Letícia delirar.

— Gostosa… você aperta demais, Letícia, ele falava no ouvido dela, a respiração esbaforida, aumentando ainda mais a velocidade das batidas de quadril.

Letícia começou a rebolar contra ele, desesperada pelo prazer agudo que subia pelas suas pernas. A buceta dela espremia o pau do Gustavo a cada investida, acelerando o clímax dos dois. Ela sentiu a onda do orgasmo chegando como uma avalanche e travou as pernas ao redor do quadril dele.

— Eu vou gozar, Gustavo, vai, mais forte! ela implorou, mordendo o próprio lábio.

Gustavo deu três estocadas brutais, afundando tudo com violência, e soltou um gemido alto quando a Letícia explodiu em espasmos selvagens por dentro. O aperto violento da vagina dela fez o médico perder totalmente o controle, ele deu um último empuxo para frente e descarregou uma porrada de porra quente na camisinha, pulsando várias vezes enquanto se esvaziava por completo.

Sem pressa, Gustavo se afastou com um estalo úmido, deu um nó na camisinha e a jogou na lixeira. O pau dele continuava meio duro, latejando, e a visão da Letícia encostada no armário, com as pernas abertas, o jaleco bagunçado e a buceta brilhando fez o sangue dele ferver de novo.

Ele não disse nada. Apenas empurrou Letícia devagar pelos ombros, forçando-a a sentar na beirada da mesa de cabeceira. Ele se ajoelhou no chão frio, bem no meio das pernas dela, e empurrou as coxas de Letícia para os lados, escancarando tudo.

— Gustavo… o que você vai fazer? A gente precisa se limpar… Letícia arfou, mas já segurando os cabelos dele quando sentiu o hálito quente dele bater na sua virilha.

Gustavo ignorou o aviso. Ele segurou firme nas polpas da bunda dela, colou o rosto na buceta úmida e deu a primeira lambida, longa e firme, de baixo para cima. Letícia deu um sobressalto na mesa, soltando um gemido alto. O gosto dela misturado com o do látex e do sexo recente deixou o médico ainda mais faminto.

Ele começou a usar a língua com força, fazendo movimentos circulares e rápidos direto em cima do clitóris dela, que já estava inchado e hipersensível. O som da boca do Gustavo trabalhando na bct dela, sugando os grandes lábios e metendo a língua bem fundo na entrada, era alto e sacana.

— Puta que pariu, Gustavo, assim eu não aguento… ela gemia, com as pernas tremendo e o quadril subindo involuntariamente, buscando mais pressão contra a boca dele.

Eele continuou sem dó, enfiou dois dedos dentro dela, bombeando rápido, enquanto a boca continuava estraçalhando o clitóris dela por fora. A Letícia entrou em transe, completamente entregue àquela boca molhada. Não demorou nem dois minutos para o corpo dela ficar rígido de novo. Ela travou os dedos no cabelo do Gustavo, puxando com força enquanto desabava no segundo orgasmo da noite.

Ele se inclinou por cima dela e a puxou para um beijo lento e molhado, dividindo o próprio sabor com ela, saboreando a mistura do suor e do sexo deles na língua. Sem dizer uma palavra, os dois começaram a recolher as roupas espalhadas pelo chão da sala de descanso. Gustavo puxou uma gaze do bolso para limpar o rosto e as pernas de Letícia antes que eles vestissem os jalecos e ajeitassem os cabelos.

Ele abriu a porta, deu passagem para ela com um aceno profissional de cabeça e os dois voltaram para o corredor do hospital, deixando para trás o segredo daquela madrugada trancado a sete chaves.

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