Uma noite de hora extra e putaria com o meu chefe
O ar-condicionado do prédio mal dava conta do calorão daquela noite de terça-feira em São Paulo. Pela janela de vidro da sala de reuniões, dava para ver o trânsito da avenida todo travado lá embaixo, um mar de luzes vermelhas e brancas.
Helena soltou um suspiro demorado e jogou a cabeça para trás na cadeira. Os olhos dela ardiam de cansaço. Como analista principal da empresa, ela já estava acostumada com a correria, mas aquela auditoria estava cansativa demais. Para tentar refrescar um pouco, ela abriu os dois primeiros botões da camisa de seda branca e começou a massagear o próprio pescoço, que estava duro de tanta tensão.
— Cansada, Helena? a voz grossa vinda da porta fez o corpo dela dar um leve pulo.
Rodrigo estava encostado no batente da porta, olhando para ela. O chefe, de trinta e seis anos, tinha um corpão de quem praticava esportes e ternos que pareciam feitos sob medida. Ele já estava sem o paletó. As mangas da camisa azul estavam dobradas até o antebraço, mostrando os braços fortes, e a gravata estava meio solta.
Rodrigo tinha um charme que mexia com qualquer uma. Ele era o tipo de homem que impunha respeito só de entrar na sala, e Helena, por mais que tentasse ser profissional, já vinha tendo fantasias pesadas com ele há meses.
— Um pouco, Rodrigo. Esse relatório está parecendo um quebra-cabeça sem fim, ela respondeu, tentando manter a voz normal, mas o coração dela já tinha acelerado só de ver que estavam completamente sozinhos no andar.
Rodrigo caminhou devagar até a mesa. Ele deu a volta e parou bem atrás da cadeira de Helena.
— Então para um pouco. É uma ordem do seu chefe, ele sussurrou, inclinando-se para perto dela.
Helena sentiu o bafo quente dele perto do seu ouvido e arrepiou o corpo inteiro. Antes que ela pudesse pensar em qualquer coisa, as mãos grandes e firmes de Rodrigo pousaram nos ombros dela, começando a apertar e massagear os pontos tensos com força na medida certa.
— Você trabalha demais, Helena. Sempre tão certinha, tão focada… ele continuou, com a voz ainda mais baixa e rouca. — Mas eu sei que, por trás dessa pose toda de funcionária exemplar, tem uma mulher que adora perder o controle. Estou errado?
Helena engoliu em seco. Aquela ousadia dele quebrou toda a postura que ela vinha tentando manter. Ela girou a cadeira para ficar de frente para ele, colando seus corpos. Olhou bem nos olhos dele.
— E se você estiver certo, Rodrigo? O que você vai fazer? ela desafiou, com a voz sumindo e o peito subindo e descendo contra a camisa aberta.
Rodrigo não perdeu tempo conversando. Ele segurou o rosto de Helena com as duas mãos, enfiando os dedos no cabelo dela, e a puxou para cima, colando as bocas em um beijo selvagem que parecia guardar o desejo de um ano inteiro.
O beijo foi quente e urgente. A boca de Rodrigo era faminta, explorando a dela de um jeito que fez as pernas de Helena ficarem bambas. Ela agarrou os ombros dele, sentindo os músculos duros por baixo da camisa fina. As línguas se enroscavam com força, e o som da respiração ofegante dos dois preenchia a sala silenciosa.
Ele foi empurrando Helena devagar até encostar as costas dela contra a parede de vidro. Com a vista de São Paulo toda iluminada lá fora, Rodrigo colou o corpo dele no dela. Helena abriu as pernas na hora, e ele encaixou o quadril bem no meio das coxas dela. Mesmo com a roupa, ela sentiu o pau dele completamente duro pressionando contra a sua virilha.
— Caralho, Helena… ele resmungou entre os beijos, descendo a boca pelo pescoço dela e dando leves mordidas na pele sensível perto da orelha. — Você não tem ideia de quantas vezes eu quase te joguei nessa mesa durante as apresentações.
— Menos conversa, Rodrigo. Faz alguma coisa, ela pediu, jogando a cabeça para trás e deixando o pescoço livre para os lábios dele.
As mãos dele desceram rápido para o quadril dela. Rodrigo puxou a barra da saia preta dela direto para cima, deixando as pernas de fora e mostrando a calcinha fio dental preta. Ele nem tentou tirar por baixo, com um puxão forte, rasgou a lateral da calcinha. O som do tecido rasgando deixou o clima ainda mais quente.
Os dedos de Rodrigo, quentes e grandes, foram direto na buceta de Helena. Ela já estava completamente molhada e pulsando de tesão. Quando o dedo dele apertou o clitóris dela com força, Helena empurrou o quadril contra a mão dele e soltou um gemido alto.
— Olha como você está… ele sussurrou, enfiando dois dedos nela de uma vez, sentindo o quanto ela estava apertada e quente. — Toda molhada para o seu chefe.
— A culpa é sua… — ela arfou, cravando as unhas nas costas dele, acompanhando o movimento rápido que ele fazia com os dedos dentro dela. — Mais, Rodrigo… por favor.
Ele apertou o passo, massageando o ponto certo enquanto os dedos entravam e saíam. O orgasmo veio rápido e com força. Helena sentiu o tudo contrair e explodiu de prazer, apertando os dedos de Rodrigo com força enquanto gemia alto no pescoço dele para abafar o som.
Antes que ela pudesse respirar direito, Rodrigo pegou ela pelo quadril e a levantou, sentando-a na borda da enorme mesa da sala.
Helena deitou de costas na madeira lisa e fria, o que contrastava com o fogo que estava sentindo no corpo. Ela abriu bem as pernas, ficando totalmente exposta para ele sob a luz fraca da sala.

Rodrigo deu um passo para trás só para abrir o cinto e baixar o zíper da calça. Quando ele tirou o pau para fora, Helena ficou de boca aberta. Era grande, grosso, cheio de veias saltadas e com a ponta já brilhando.
Ele voltou para perto da mesa, ficando no meio das pernas dela. Rodrigo segurou as coxas de Helena e empurrou os joelhos dela para cima, perto dos ombros, deixando ela completamente aberta e pronta para ele.
— Olha para mim, ele mandou, com aquela voz de quem costuma dar ordens.
Helena olhou, com a vista até meio embaçada de tanto tesão. Rodrigo encostou a ponta do pau na entrada dela, esfregando de cima a baixo, se lambuzando com ela. Helena rebolou de leve na mesa, implorando para ele entrar.
— Entra, Rodrigo… por favor, entra logo, ela implorou.
Com um empurrão forte e certeiro, ele afundou o quadril. O pau entrou inteiro de uma vez só, indo até o fundo.
Helena soltou um gemido agudo. O preenchimento foi total. O pau dele ocupava cada cantinho dela, esticando tudo por dentro, fazendo ela delirar de prazer. Rodrigo soltou um gemido grosso e fechou os olhos por um segundo, sentindo o aperto gostoso de Helena.
— Nossa… você é muito apertada, ele falou, começando a se mover.
Os primeiros movimentos foram lentos, estocadas longas que iam até o fundo e saíam quase por completo, fazendo Helena delirar. A cada vez que o quadril dele batia contra o dela, o som úmido do impacto ecoava na sala. Helena começou a jogar a cabeça de um lado para o outro, subindo as mãos pelas coxas de Arthur, sentindo os músculos dele trabalharem enquanto ele mantinha o ritmo.
A urgência tomou conta. Arthur aumentou a velocidade, transformando as estocadas em golpes rápidos e profundos. A mesa rangia levemente sob o peso dos corpos, mas nenhum dos dois ligava.
Helena cravou as unhas nas costas dele, acompanhando o ritmo com o próprio quadril, subindo para encontrar cada estocada. O prazer era tão intenso que beirava a dor. Ela sentia o pau dele roçar em pontos internos que a faziam ver estrelas.
— Mais rápido, Arthur… vai, mais forte! ela gritava, sem se importar se alguém na segurança do prédio pudesse ouvir.
Ele obedeceu. Agarrou a cintura dela com as duas mãos, cravando os dedos na pele macia, e começou a bombear com uma força brutal. Cada impacto jogava o corpo de Helena um pouco mais para trás na mesa, e ela se agarrava a ele como se sua vida dependesse daquele ritmo alucinante.
— Eu vou gozar… porra, Helena, vou gozar dentro de você! — ele avisou, com o rosto todo retorcido de prazer, olhando fixo para ela.
A sala estava abafada, com um cheiro forte de sexo e suor tomando conta do ambiente de escritório. Helena sentiu a onda do segundo orgasmo chegando com tudo, uma eletricidade que travou as pernas dela e concentrou todo o prazer do mundo na fricção daquele pau grosso dentro dela.
— Eu também… vai, junto com você! — ela gritou, com a voz sumindo, totalmente entregue.
Com mais três estocadas brutais, enfiando tudo o que tinha, Rodrigo chegou ao limite. Helena explodiu na mesma hora. A vagina dela começou a piscar e apertar o pau dele com muita força em vários espasmos seguidos. Ela deu um grito alto de puro prazer enquanto o corpo todo tremia.
Esse aperto final fez Rodrigo desabar. Ele deu uma última jogada de quadril, afundando o máximo que podia, e travou o corpo ali dentro enquanto soltava jatos quentes e grossos de porra, inundando Helena por dentro. Ele soltou um gemido alto e rouco, caindo com o peito arfante por cima dela.
Rodrigo saiu de dentro dela devagar, com um som úmido. Com um carinho que nem parecia o homem bruto de minutos atrás, ele pegou uns lenços de papel no banheiro da sala dele e ajudou Helena a se limpar, antes de se arrumar, fechar o zíper e ajeitar a camisa. Helena sentou na mesa, rindo meio sem forças enquanto olhava para a saia bagunçada e a calcinha rasgada.
— Acho que vou ter que pedir um aumento para comprar roupas novas — ela brincou, passando a mão no cabelo todo bagunçado.
Rodrigo deu aquele sorriso de canto que ele usava para fechar negócios milionários, mas que agora era puramente cúmplice. Ele chegou perto, segurou o queixo dela e deu um beijo demorado na boca dela.
— O aumento está garantido, Helena. Mas amanhã, às nove em ponto, quero aquele relatório na minha mesa. Sem atrasos.
— Sim, senhor Fontes, ela respondeu, com um olhar cheio de deboche e promessa.
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