mulher triste olhando pela janela

Seagulling nos relacionamentos: saiba o que é e como lidar com esse comportamento

Você já teve a sensação de que alguém está te segurando emocionalmente, mesmo sem querer nada sério com você? Tipo aquele ex que não te assume, mas vive dando sinais só pra te manter por perto? Então, a gente precisa falar sobre o tal do seagulling.

Esse termo gringo, que veio com tudo, define perfeitamente uma situação emocional que muita gente já viveu, mas nem sabia que tinha nome. E olha… saber que isso tem nome ajuda (e muito!) a identificar o padrão e se libertar dele.

A origem do seagulling

Seagulling vem de “seagull” — gaivota em inglês. O nome foi cunhado pelo portal britânico Metro, inspirado naquelas gaivotas gananciosas do filme Procurando Nemo. Lembra delas? Mesmo com fartura de comida, ao avistar mais peixinhos, começavam a gritar: “meu, meu, meu!”, como se tudo pertencesse a elas — não por fome, mas por puro egoísmo.

No mundo amoroso, o seaguller age igual: mesmo sem fome de amor verdadeiro, insiste em consumir pedaços do seu afeto. Ele não vai te assumir, não vai construir nada real, mas também não vai te deixar livre. A analogia bate forte, porque essa pessoa não está interessada em dividir afeto — está interessada em manter controle. Ou seja: para o seaguller, você existe apenas como opção, reserva, plano B… nunca prioridade.

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E quando a gente coloca nome nesse tipo de abuso emocional, tudo muda: deixa de ser culpa nossa, deixa de ser drama exagerado, e passa a ser algo real — com nome, padrão e saída.

Como o seagulling aparece no dia a dia

O seagulling é sutil. Ele não chega gritando “oi, vou te manipular”. Ele aparece com jeitinho, devagarinho, com charme, promessas e um leve toque de “confusão fofa”. Mas é aí que mora o perigo. Porque a gente vai se iludindo, tolerando migalhas e dizendo pra si mesma: “talvez ele esteja confuso”, “talvez com o tempo ele assuma”. Só que, muitas vezes, ele não está confuso. Ele está usando.

Num dia, mensagens de madrugada perguntando como você está; no outro, silêncio absoluto. Às vezes manda presente, ligação de madrugada, declara saudade… e depois some por semanas. Aí, surge de novo com ciúmes caso você interaja com alguém nas redes sociais. E a gente cai: de novo, de novo, de novo.

Isso faz a gente sentir que não somos dignas de um amor de verdade — porque se realmente fosse, não existiriam sumiços, incertezas e joguinhos. Seria entrega, presença e você como prioridade.

Apego ansioso + vulnerabilidade emocional: terreno perfeito pro seaguller

Você sabe o que muitas vítimas de seagulling têm em comum? Uma ferida de apego ansioso — aquele medo de ficar sozinha, combinado com uma sede gigante de amor e aceitação.

Quando você tem medo de ser abandonada, e o seaguller te dá migalhas de atenção sempre que sente ciúmes de perder o controle… pronto: acende o alerta da dependência emocional. Aquelas “reconquistas” dele ficam parecendo com atos de amor: “ele voltou pra mim, ele me quer, ele sente falta”. Só que, no fundo, não é sobre você: é sobre o ego dele.

E aí a gente acaba acreditando que amor verdadeiro é assim: confuso, imprevisível, cheio de altos e baixos. Esquecemos que amor de verdade não é instabilidade — é segurança. Não é dúvida — é vontade concreta de estar junto, de construir. E se você duvida disso… provavelmente não está no “amor”, mas na “apropriação emocional”.

Sinais fortes de que você está sendo “seagulled” — e o que não é só “fase”

Às vezes, a gente tenta racionalizar: “ele tá confuso”, “ele tem medo de relacionamento”, “ele tá vendo como vai ser”. Mas a diferença entre dúvida legítima e manipulação é que, na dúvida legítima, existe vontade de resolver. No seagulling, a pessoa prefere manter tudo aberto — porque a ambiguidade dá poder.

Você está sendo seagulled quando:

  • O contato oscila: passam semanas sem mensagem, depois surge jogando charme de novo — e o ciclo continua. Esse sobe-e-desce emocional só serve pra manter você presa.
  • Falta compromisso: nunca falam de futuro, sempre desviam de planos a dois, evitam conversas sérias. Para eles, compromisso é sinônimo de liberdade — não de carinho.
  • Ciúmes seletivo: reclamam se você interage com outras pessoas, mas não se comprometem com você. Quer te controlar, mas sem responsabilidade.
  • Promessas vazias: “Um dia a gente tenta de novo”, “quando tudo passar, a gente se entende melhor”, “eu tô confuso mesmo, mas você sabe que eu gosto de você”. E nada acontece. Repetição do mesmo roteiro, sem final.
  • Evasão emocional: qualquer tentativa sua de falar sobre sentimentos, futuro, definir status, é recebida com medo, irritação ou fuga. Eles preferem o limbo — porque limbo dá poder.

Se você se identificou com esses padrões repetidos… sinto te dizer: provavelmente está sendo seagulled. E isso não é só “fase” ou “momento difícil de vida”. É estratégia. É tortura emocional.

O dano invisível do seagulling — e por que ele dói tanto

Amiga, o seagulling dói onde o espelho não mostra. Não machuca fisicamente, mas destrói o alicerce da sua autoestima, da sua segurança, da sua fé no amor.

Quando a gente está presa nesse tipo de relação, começa a duvidar de si mesma: se está exagerando, carente demais, se é dramática. A gente começa a se culpar: “se ele não me dá atenção, é porque sou chata demais” ou “se eu cobro comprometimento, sou exigente demais”. E isso corrói a autoimagem.

Depois, vem a ansiedade eterna: o medo de perder, a expectativa de que ele volte — e o breve alívio quando ele ressurge. Mas logo o silêncio volta. E assim, a gente vive em alerta, sempre esperando algo, sempre vulnerável.

Além disso, o seagulling envenena o futuro: torna difícil confiar de novo. Acha que todo gesto de carinho é armadilha, que toda promessa é ilusão. E, quando surge alguém de verdade, a insegurança automaticamente bate: “será que é real de verdade?”

O pior de tudo? Muitas vezes a gente demora anos pra entender que amar de verdade não dói. Que amar não é esperar migalhas — é ser prioridade. Que amar não é ter sempre “talvez”, mas “sim”. E enquanto isso, aquela ferida de abandono continua aberta — doendo por dentro, invisível pros outros, visível só para quem viveu.

A grande virada: você percebe — e decide pela sua paz

Chega um momento em que o coração começa a doer com menos intensidade. A gente começa a questionar: “por que tô perdendo tempo com alguém que não me vê como escolha?” “Por que aceito migalha se mereço banquete?”

Nesse instante, a gente toma consciência. Olha no espelho e se reconhece: sem medo, sem culpa. E entende que a vida é curta demais pra viver entre “sumiço” e “volta de desculpa”. Que a gente merece clareza, segurança, presença.

E às vezes, essa virada vem com dor — sim. Vem com lágrimas, com saudade, com medo de recomeçar. Mas também vem com ALÍVIO. Com liberdade. Com a sensação gostosa de respirar fundo e perceber: “não me prendo mais a quem não me assume”.

Como se libertar do seagulling e se curar de dentro pra fora

Não existe manual mágico, mas existem caminhos. E a gente vai te dar as mais sinceras sugestões, de amiga pra amiga, pra você reerguer sua autoestima e voltar a se amar com vontade — sem depender de ordens, promessas ou migalhas.

Comunicação consciente — e sem medo de verdade

Pode parecer difícil — afinal, quem gosta de confrontar, né? Mas, às vezes, a verdade é libertadora. Se você decidir dar voz aos seus sentimentos, expresse com honestidade: diga o que você sente, o que te incomoda, o que espera. E se a outra pessoa continuar evasiva, silenciosa ou agressiva… bom, isso fala por si só.

Dar voz não é drama — é clareza. Você não precisa gritar, só precisa ser firme.

Limites com amor — pra você mesma e para a outra pessoa

Traçar limites é um ato de amor próprio. Limite de silêncio, limite de indiferença, limite de ser banco de reserva. Quando a gente se impõe — com coragem — o seagulling perde força, porque ele vive de ambiguidade.

Estabelecer limites dói no começo. Dá medo. Mas dói muito menos do que continuar do lado de quem só reaparece pra sugar seu afeto.

Autoconhecimento e autocuidado — redescobrindo você

Sabe aquela frase “antes de amar alguém, ame a si mesma”? Pois então… não é clichê, é um convite profundo a se reconectar com quem você é de verdade — sem pressa, sem culpa, sem pressão. Redescobrir a própria companhia é um dos atos mais libertadores que existem, principalmente depois de viver relações confusas como o seagulling.

Volte a fazer o que te dá prazer. Leia um livro que te inspira, coloque uma playlist que te faça dançar pela casa, experimente uma aula nova de dança, yoga, cerâmica, natação, o que for! Resgate hobbies esquecidos, explore novos gostos, se permita experimentar. Às vezes, o que a gente precisa é justamente sair do automático e olhar pra si com mais curiosidade e carinho.

mulher loira sentada em um tapetinho azul fazendo yoga

E claro: redescubra também o seu corpo, seus desejos, suas vontades mais íntimas. O prazer é uma forma poderosa de autoconhecimento e autocuidado. Sozinha, sem cobranças, sem tabus, você pode se explorar com liberdade. Um toque aqui, uma vibração ali, um brinquedinho novo que te surpreende.

Quando a gente começa a se curtir de verdade — na pele, no coração e na rotina — descobre que amor próprio não é solidão, é liberdade. E companhia boa é aquela que vem pra somar, não pra bagunçar o que você levou tanto tempo pra construir.

Apoio emocional — porque você não precisa carregar isso sozinha

Falar com amigas, desabafar, chorar, rir, dividir a dor… tudo isso ajuda. Às vezes, a dor dói menos quando a gente divide. Às vezes, a gente só precisa de ouvido amigo pra entender que aquilo não era amor — era limbo.

E se a ferida estiver muito aberta, buscar ajuda profissional, terapia, acompanhamento emocional… não é sinal de fraqueza — é sinal de coragem. Coragem pra virar o jogo, pra redefinir sua autoestima, pra criar limites e dar valor a quem realmente merece seu afeto.

Conclusão

No final das contas, o seagulling não tem nada de romântico — é só um ciclo tóxico disfarçado de saudade e charme. E você não merece viver à espera de alguém que só aparece quando sente que está te perdendo. Amor de verdade não some, não manipula, não deixa dúvida.

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