mulher na cama com calor com perimenopausa

Perimenopausa: descubra os primeiros sinais e como lidar com eles

Sabe quando a menstruação começa a atrasar ou vir diferente, o sono parece não render mais como antes e, de repente, bate aquele calorão do nada? Pois é… pode ser que seu corpo esteja dando os primeiros sinais de uma fase chamada perimenopausa — e tá tudo bem com isso.

Muita gente nem sabe direito o que é, outras confundem com a menopausa em si. Mas a verdade é que esse momento de transição faz parte da vida de quem menstrua e merece ser compreendido com carinho e informação.

Se você anda sentindo seu corpo diferente e não sabe bem o porquê, continua por aqui. Vamos conversar sobre os sinais mais comuns dessa fase, o que pode mudar na sua rotina (inclusive na sua vida íntima!) e, o mais importante, como lidar com tudo isso sem drama — com acolhimento, saúde e muito autoamor. Bora entender juntas?

O que é a perimenopausa?

A perimenopausa é o início da transição do corpo para a menopausa. É quando os ovários começam a reduzir, aos poucos, a produção dos hormônios reprodutivos — principalmente o estrogênio e a progesterona. Isso não acontece de uma hora pra outra, viu? Pode durar alguns meses ou até mais de dez anos, e costuma começar por volta dos 40 anos (embora possa aparecer antes, em algumas mulheres).

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Durante essa fase, ainda é possível engravidar, pois o ciclo menstrual continua — mas ele vai ficando cada vez mais irregular, com atrasos, variações no fluxo e mudanças na duração. É também nessa etapa que os sintomas clássicos começam a aparecer: ondas de calor, alterações de humor, insônia, secura vaginal, entre outros.

A palavra “perimenopausa” pode parecer técnica, mas ela descreve um processo completamente natural, que faz parte da vida de quem menstrua. Saber reconhecer essa fase e entender o que está acontecendo ajuda a encarar esse momento com mais leveza, sem sustos ou tabus. Afinal, envelhecer com saúde e prazer também é um direito nosso.

Quais são os primeiros sinais da perimenopausa?

Os sinais da perimenopausa podem aparecer de forma sutil no começo, como se o corpo estivesse sussurrando que algo está mudando — e a gente nem sempre percebe logo de cara. Um dos primeiros indícios costuma ser a alteração no ciclo menstrual. A menstruação que sempre foi regradinha começa a atrasar, vem antes da hora ou aparece com um fluxo completamente diferente do habitual: mais intenso, mais curto ou até mais espaçado.

Além disso, o famoso calorão pode começar a dar as caras. As ondas de calor surgem do nada, geralmente começando pelo rosto, pescoço ou peito, e são seguidas por suor, vermelhidão e, muitas vezes, um baita desconforto. À noite, elas viram suores noturnos, que atrapalham o sono e deixam o corpo exausto no dia seguinte.

Outros sinais comuns dessa fase incluem alterações de humor sem motivo aparente, cansaço constante, dificuldade pra dormir, queda de libido, secura vaginal, perda de concentração e até lapsos de memória. E tudo isso pode vir acompanhado de uma sensação esquisita, quase invisível, de que algo não está no lugar certo dentro da gente.

Mas é importante lembrar: nem toda mulher vai sentir todos os sintomas. Algumas passam por essa fase quase sem perceber. Outras sentem tudo de forma intensa. E tá tudo bem. O mais importante é conhecer seu corpo, prestar atenção aos sinais e procurar apoio quando sentir que algo não vai bem.

Como lidar com os sintomas?

A boa notícia é que você não precisa simplesmente “aguentar” os sintomas da perimenopausa. Existem muitas formas de suavizar esse processo e retomar o controle da sua saúde e do seu bem-estar. E o primeiro passo é entender que essa fase exige um olhar mais carinhoso pra si mesma — com ajustes no ritmo, na rotina e, principalmente, nas prioridades.

Pra começar, hábitos simples podem fazer muita diferença. Praticar atividade física regularmente, por exemplo, ajuda a equilibrar o humor, melhora o sono, fortalece os ossos (que também começam a perder densidade nessa fase) e ainda dá aquele up na autoestima. Exercícios de força, caminhadas ao ar livre e práticas como ioga são excelentes aliados — tanto pro corpo quanto pra cabeça.

A alimentação também é uma grande aliada. Reduzir o consumo de açúcar refinado, álcool e cafeína pode ajudar a controlar os fogachos e as oscilações de humor. Incluir alimentos ricos em cálcio, vitamina D e fitoestrogênios (como a soja) é uma forma natural de cuidar dos ossos e da saúde hormonal.

Dormir bem é outro ponto essencial. A qualidade do sono pode piorar bastante na perimenopausa, mas pequenas mudanças ajudam: manter um ambiente fresco e escuro, evitar telas antes de dormir e criar um ritual relaxante (um chá, um banho morno, uma respiração profunda) fazem diferença real.

Se os sintomas estiverem muito intensos e atrapalhando sua rotina, vale conversar com seu gineco sobre a possibilidade de tratamentos, como a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) ou outras alternativas. Mas o mais importante é: você não precisa passar por isso sozinha. Há caminhos, há escolhas — e você tem direito de viver essa fase com conforto, prazer e autonomia.

Terapia de Reposição Hormonal (TRH): o que é e como pode ajudar

A Terapia de Reposição Hormonal, ou simplesmente TRH, é uma das opções mais conhecidas para aliviar os sintomas mais intensos da perimenopausa — principalmente aquelas ondas de calor que tiram o sossego, o suor noturno que bagunça o sono e a secura vaginal que atrapalha o prazer e a intimidade.

Mas antes de tudo: TRH não é pra todo mundo. É um tratamento que deve ser indicado com base no seu histórico, seus sintomas e seus objetivos de bem-estar. Funciona assim: o corpo começa a produzir menos estrogênio e progesterona, e a TRH repõe esses hormônios (ou parte deles) por meio de comprimidos, adesivos, cremes, géis, sprays ou anéis vaginais, dependendo do que for melhor pro seu caso.

mulher em uma consulta com ginecologista

Os benefícios? Além de controlar fogachos, sudorese e irritabilidade, a reposição hormonal ajuda a preservar a densidade óssea (prevenindo osteoporose), melhora o sono, o humor e pode até trazer mais vitalidade pra pele e libido.

Mas como todo tratamento, ela também traz riscos. Em algumas mulheres, especialmente com histórico familiar de câncer de mama, trombose ou doenças cardiovasculares, a TRH pode não ser recomendada — ou precisa ser feita por um período mais curto e em doses bem ajustadas.

O mais importante aqui é a personalização. Cada corpo é único, e a decisão de usar ou não a TRH deve ser feita com calma, informação e em parceria com o seu médico ou médica de confiança. Quando usada de forma consciente, a reposição hormonal pode ser uma grande aliada para atravessar a perimenopausa com mais equilíbrio e qualidade de vida.

Opções não hormonais

Se você não pode ou não quer fazer reposição hormonal, não precisa se preocupar: há outras formas de lidar com os sintomas da perimenopausa que também são eficazes — e, muitas vezes, surpreendentes.

Alguns medicamentos que não têm nada a ver, num primeiro momento, com hormônios, mostraram bons resultados no controle de sintomas como ondas de calor e alterações de humor. Por exemplo, certos antidepressivos podem ajudar não só no humor, mas também a reduzir os fogachos

Outra opção são os moduladores seletivos do receptor de estrogênio, ou SERMs. Esses medicamentos não são hormônios, mas imitam os efeitos do estrogênio em partes específicas do corpo.

Além dos remédios, há quem busque tratamentos naturais ou alternativos. A acupuntura, a fitoterapia e os suplementos à base de plantas, como a erva-de-são-cristóvão, são bem populares — mas é bom saber que os estudos sobre esses métodos ainda não são conclusivos. O mais importante é lembrar que o tratamento ideal é aquele que respeita o seu corpo, seu estilo de vida e suas escolhas.

E a vida sexual na perimenopausa, como fica?

A vida sexual pode mudar bastante durante a perimenopausa — e tá tudo bem com isso. O que não dá é pra aceitar o desconforto como se fosse “normal” ou pensar que o prazer tem prazo de validade. Spoiler: não tem. Mas é fato que, com a bagunça hormonal, muita coisa pode interferir na sua disposição, no desejo e até no prazer.

Com a queda dos níveis de estrogênio, é comum a mucosa vaginal ficar mais fina e menos lubrificada. Isso pode causar ressecamento, ardência e dor na hora do sexo — o que, claro, desanima qualquer clima. Além disso, o cansaço, o sono ruim, as mudanças de humor e até questões emocionais ligadas ao envelhecer podem impactar a libido.

Mas atenção: isso não significa o fim da vida sexual. Pelo contrário! Essa pode ser uma fase de redescobertas incríveis, com mais intimidade, liberdade e conexão — principalmente quando você começa a se conhecer melhor e se permitir experimentar novas formas de prazer. A gente muda, o corpo muda, mas o direito ao orgasmo continua firme e forte.

Se a secura vaginal estiver incomodando, os lubrificantes e hidratantes íntimos viram verdadeiros aliados. Prefira os produtos à base de água e com pH equilibrado, que respeitam a flora vaginal. E não esqueça: sexo bom é aquele em que você está confortável, segura e curtindo. O diálogo com o(a) parceiro(a), o autoconhecimento e o uso de toys (como vibradores, sugadores ou plugues) podem renovar a energia sexual e transformar a relação com o seu corpo.

Se sentir que o desejo caiu demais ou se o desconforto persistir, vale conversar com um gineco. Muitas vezes, pequenas mudanças hormonais locais, ou ajustes no estilo de vida, já fazem uma baita diferença.

Conclusão: a perimenopausa é só o começo de uma nova fase

Se tem uma coisa que a gente precisa aprender — e reforçar sempre — é que a perimenopausa não é o fim de nada. Pelo contrário: ela marca o começo de uma nova fase da nossa vida. Uma fase que pode ser mais leve, consciente, cheia de descobertas, autoconhecimento e (por que não?) muito prazer também.

É normal sentir dúvidas, inseguranças e até medos nesse processo. Mas com informação, apoio profissional e uma dose generosa de autocuidado, dá pra atravessar esse momento com mais segurança, conforto e autoestima. Cada corpo vai reagir de um jeito, e não existe uma fórmula única. O importante é entender que você tem escolhas — e que merece viver essa fase com dignidade, prazer e liberdade.

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