Conto Erótico “Vizinhos” – De Frente Pro Prazer
Desde que me mudei pro apartamento novo, tudo parecia tranquilo… até demais. Era um prédio pequeno, desses que você escuta até a descarga do vizinho se apertar mais forte. Eu curtia o silêncio, mas confesso que de vez em quando sentia falta de uma movimentação — de gente, de energia, até de um flerte inocente no elevador.
E foi numa dessas tardes comuns, de cabelo preso, camiseta velha e shortinho de algodão, que ouvi uma batida na porta. Quando abri, lá estava ele.
— Oi, tudo bem? Sou o Lucas. Acabei de me mudar pro apê da frente. — Ele sorriu.
Eu travei.
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Alto, moreno, barba por fazer, camiseta colada nos ombros largos e um olhar de quem já tinha quebrado muitos corações — provavelmente sem querer.
— Oi! Sou a Carla… vizinha de porta — respondi, tentando parecer natural enquanto o olhava inteiro.
Conversamos por uns cinco minutos no corredor, papo leve, ele simpático, cheiroso. E com aquele sorriso torto que dizia mais do que as palavras. Ele agradeceu pela recepção, disse que qualquer coisa batia de novo.
Naquela noite, ouvi música vindo do apê dele. Baixinha, boa. Um R&B suave, clima de quarto com luz baixa. E então, começou a novela das paredes finas: passos, risadas abafadas e… gemidos. Sim, gemidos.
Eu me remexi na cama, ouvindo tudo. Não era barulho escancarado, mas suficiente pra mexer comigo. Aquilo me deixava quente. Por vários dias isso se repetiu: ele parecia ter companhia frequente, ou sabia muito bem como se satisfazer sozinho.
Um dia, depois de uma noite especialmente barulhenta, cruzei com ele no corredor.
— Dormiu bem? — ele perguntou, com um sorriso sacana.
— Não muito — respondi, seca, mas com um sorriso nos lábios. Ele entendeu.
— Qualquer coisa, bate lá. Posso te ajudar a dormir melhor.
A audácia.
Passei o resto do dia pensando nisso. E naquela noite, sem sono, meio por impulso, mandei mensagem:
Carla: ainda vale aquele convite?
Dois minutos depois, a campainha tocou.
Abri e ele tava ali: moletom, sem camisa por baixo, olhar intenso. Entrou sem dizer nada. A tensão era tão densa que dava pra cortar com a unha.
— Te incomodei mesmo? — ele perguntou, chegando perto.
— Um pouco. Mas não pelos motivos que você imagina.
— E quais seriam?
— Eu me pego ouvindo… e querendo estar no lugar de quem tá contigo.
A resposta veio num beijo. Firme, quente, direto. As mãos dele na minha cintura, minha respiração já acelerada. Ele me encostou na parede da sala e continuou me beijando como se tivesse esperando por isso há semanas.
As roupas foram saindo aos poucos. Primeiro a minha camiseta. Depois o moletom dele. Os beijos desciam pro pescoço, pros ombros. Ele me pegou no colo com facilidade e me levou pro sofá. Deitou por cima de mim e me olhou.
— Você tem ideia do quanto é linda?
Não respondi. Beijei ele de novo e puxei sua cueca pra baixo. O pau dele já tava duro, grosso, quente na minha mão. Comecei a masturbar devagar, olhando nos olhos dele, e ele gemeu baixo, mordendo os lábios.
— Quero te ouvir gemer agora, Carla. Do meu lado.
Ele desceu a boca pela minha barriga até a virilha. Abriu minhas pernas com calma e começou a me chupar com uma habilidade absurda. A língua dançava entre meus lábios, sugava meu clitóris com o tempo certo, com pressão gostosa. Eu me contorcia no sofá, gemendo, agarrando o cabelo dele.
Quando gozei, foi com tudo. Corpo arqueado, pernas tremendo, gemido alto. Ele subiu me beijando, ainda com a boca molhada, me olhando como se tivesse vencido uma aposta.
— Agora eu quero entrar em você — ele sussurrou.
— Então vem — respondi, ofegante.
Ele colocou a camisinha com uma rapidez surpreendente. Se posicionou e entrou devagar, me preenchendo por inteiro. Eu gemi alto de novo. A sensação era absurda. Estar com alguém que te toca com desejo, que te olha nos olhos enquanto te come com vontade… não tem comparação.
O ritmo começou lento, profundo. Ele me beijava enquanto me estocava, segurava minha mão, gemia junto. Depois virou meu corpo, me colocou de quatro no sofá e segurou minha cintura com força.
— Você é uma delícia, vizinha. Já devia ter vindo aqui antes.
As estocadas agora eram fortes, ritmadas, com aquele barulho molhado que faz o corpo inteiro tremer. Eu gemia sem vergonha, sem medo. Já não existia certo ou errado ali. Só tesão, vontade e prazer.
Gozei de novo. Forte. Tão forte que precisei de uns segundos pra voltar a respirar normal. Ele tirou com cuidado, me deitou no sofá, e se masturbou olhando pra mim até gozar na minha barriga, gemendo meu nome.
Ficamos deitados ali, abraçados, suados, rindo sem graça.
— Então… vizinhos com benefícios? — ele disse, brincando.
— Acho que sim. Mas só se a parede for fina o suficiente pra você me ouvir gemer também.
Ele riu.
— Eu faço questão.
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