Conto Erótico — Entrega por Conta Própria
Sexta à noite, pedi comida tailandesa e abri um vinho enquanto esperava. A semana tinha sido longa, daquelas que parecem não terminar nunca. Trabalho, reuniões, mensagens no celular até tarde… então eu decidi que aquela noite seria só minha. Luz baixa, música suave tocando no fundo e o cheiro do vinho já abrindo o apetite.
Tocou a campainha.
Abri a porta de robe. Não estava esperando visita, era entrega, achei que tanto fazia.
Ele estava na porta com a sacola e um olhar que não combinava com uniforme de entregador. Alto, ombros largos, cabelo bagunçado de quem acabou de tirar o capacete. Tinha aquela aparência de quem passou o dia inteiro na rua, vento no rosto, sol na pele. Ainda assim, havia algo nele… um tipo de confiança silenciosa.
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Me olhou de cima a baixo num segundo só. Rápido demais pra ser educado. Rápido o suficiente pra não ser grosseiro.
— Pedido pra…? — ele disse meu nome com uma leveza que me pegou de surpresa.
— Sou eu.
Ele não passou a sacola logo.
Ficou parado na porta por um segundo a mais do que precisava, como se estivesse decidindo alguma coisa. Como se estivesse avaliando a situação diante dele: eu, de robe, cabelo solto.
— Vai ser só isso? — ele disse.
Olhei pra sacola. Olhei pra ele. O robe estava aberto na altura do colo e eu não me movi pra fechar.
— Depende do que você tiver pra oferecer.
Ele soltou um sorriso lento, daqueles que aparecem primeiro no canto da boca.
Entrou. A sacola foi pra mesa. O jantar esfriou completamente.
A porta se fechou atrás dele e o apartamento pareceu menor de repente. Não era só presença física, era aquele tipo de energia que muda o ar de um lugar.
Ele deixou o capacete no aparador e voltou a me olhar.
— Você sempre recebe entregas assim?
— Assim como?
— De robe… e olhando desse jeito.
Inclinei a cabeça, fingindo pensar.
— Só quando acho que vale a pena.
Ele se aproximou devagar. Não havia pressa nenhuma nos movimentos dele. Cada passo parecia calculado, como se estivesse saboreando o momento antes de chegar perto demais.
Quando parou na minha frente, senti o calor do corpo dele antes mesmo do toque.
O robe já estava frouxo no meu corpo, preso apenas por um nó solto na cintura. Ele passou os dedos pelo tecido e puxou devagar, como quem abre um presente com calma.
O tecido deslizou pelos meus ombros. O olhar dele mudou. E foi ali que a distância entre a gente deixou de existir.
O beijo começou lento. Explorando. Como se nenhum dos dois tivesse certeza de até onde aquilo iria, mas estivesse completamente disposto a descobrir.
Minhas mãos foram parar no peito dele, sentindo o tecido do uniforme, os músculos firmes por baixo. Ele tinha aquele cheiro de noite na rua, de vento e gasolina leve, misturado com algo quente que parecia vir da própria pele.
A sala ficou silenciosa, exceto pela respiração dos dois ficando cada vez mais próxima.
O som do zíper da calça dele abrindo foi como um sinal verde para o caos. Eu queria ir direto ao ponto. Com um movimento ágil, ele se livrou dos tênis e da calça. Ele era puro músculo e calor, e a visão dele, pulsando de desejo, me fez perder o fôlego.
Ele me deitou de costas no sofá, as pernas pendendo para fora, e se encaixou entre elas com uma força bruta. Antes de entrar, parou por um segundo, os olhos fixos nos meus. Ele deslizou o polegar ali, espalhando meu próprio desejo, e eu arqueei as costas, soltando um gemido que ecoou pelo apartamento.
— Você pediu por isso.
— Eu exijo — retruquei, puxando-o para baixo.
Cravei as unhas nos ombros dele, marcando a pele suada conforme ele acelerava. A cada estocada, ele batia contra o meu colo, um som úmido que só me deixava mais louca de tesão. Ele segurou minhas coxas, jogando sobre os ombros dele para ganhar ainda mais profundidade.
— Olha para mim — ele exigiu, a respiração curta.
Eu obedeci, encontrando o olhar dele carregado de uma luxúria selvagem. Ele não era mais o entregador educado, era um homem tomando o que queria. O prazer começou a subir como uma onda incontrolável. Ele percebeu minha reação e aumentou a intensidade, as mãos agora apertando meus seios com força enquanto me bombardeava por dentro.
— Eu vou… — eu tentei dizer, mas as palavras se perderam em um gemido longo quando o orgasmo me atingiu, contraindo cada músculo meu em volta dele.
Ele soltou um rosnado animal, dando as últimas estocadas, as veias do pescoço saltadas. Senti o jato quente dele me inundar por dentro. Ele desabou sobre mim, o peito subindo e descendo, o suor de nossos corpos nos colando um ao outro.
O silêncio que se seguiu só era quebrado pela nossa respiração pesada. Ele afastou o cabelo do meu rosto, um sorriso surgindo nos lábios.
— Acho que isso encerra o expediente — disse, ainda sentindo os últimos tremores do prazer.
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