Do café ao prazer sem intervalo
Três semanas. Vinte e um dias de trocas de olhares por cima das telas dos laptops, de encontros “acidentais” na máquina de café e de conversas triviais sobre o ar-condicionado que parecia programado para congelar todo mundo. Ele, o designer da marca de moda, tinha um jeito de observar o mundo que me deixava inquieta. Toda vez que ele me explicava um conceito com aqueles olhos acesos, eu parava de ouvir as palavras para focar no movimento da boca dele.
Até que a quinta-feira chegou. O happy hour improvisado esvaziou o escritório mais rápido que o normal. Sobraram apenas as garrafas vazias, a luz do pôr do sol refletindo nos prédios vizinhos e nós dois, afundados no sofá de couro da área de convivência.
— Isso foi intencional?, ele perguntou, a voz mais grave do que o normal, quando minha mão demorou um segundo a mais no seu braço após uma risada.
— Acho que sim, respondi, sentindo o ar ficar pesado.
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Eu me ajoelhei ali mesmo, no carpete cinza do escritório, ignorando a aspereza do tecido contra meus joelhos. Com as mãos trêmulas de urgência, abri o cinto dele e baixei a calça. O pau dele saltou, rígido e latejante, com as veias marcadas sob a pele quente. O cheiro de desejo e de homem me atingiu em cheio.
— Isso não estava na pauta , ele falou, a voz falhando quando minha língua contornou a cabeça dele pela primeira vez.
Eu não fui delicada. Comecei a chupá-lo com vontade, fazendo um vácuo profundo enquanto minhas mãos apertavam as coxas firmes dele. Eu queria sentir o gosto de cada semana que passamos fingindo que não nos queríamos. Usei a ponta da língua no freio, subindo e descendo com uma velocidade que o fazia perder o equilíbrio e se apoiar na mesa para não cair. O som úmido da sucção era a única coisa que quebrava o silêncio do andar vazio.
Eu o engoli o máximo que pude, sentindo o pau dele bater no fundo da minha garganta, enquanto olhava para cima para ver sua expressão de agonia e prazer. Ele enterrou os dedos no meu cabelo, puxando minha cabeça contra ele, ditando o ritmo rítmico e bruto que ele precisava. Quando senti que ele estava no limite, parei por um segundo, só para vê-lo implorar com o olhar, antes de voltar a envolvê-lo até que ele estivesse prestes a explodir.
— Chega… eu preciso de você agora, ele disse, me puxando para cima com uma força que me tirou do chão.
Eu não dei tempo para ele reagir. Avancei, abrindo as pernas e montando no colo dele, prendendo seu quadril com minhas coxas.

Ele tirou rapidamente uma camisinha do bolso, o pau dele apontava para o teto, latejando de urgência. Segurei a base com uma mão e guiei a cabeça para dentro de mim, que já estava encharcada e pulsando por ele. Desci devagar, centímetro por centímetro, sentindo me preencher completamente até o fundo. Um gemido longo e rouco escapou da minha garganta, ecoando no coworking vazio.
— Puta que pariu… ele soltou.
Comecei a cavalgar. De frente para ele, usei os ombros dele como apoio para ditar o ritmo. Eu não queria delicadeza, eu queria intensidade. Comecei a quicar com força, subindo quase até a ponta e descendo com violência, fazendo o pau dele bater no fundo a cada impacto.
A visão era erótica demais: eu em cima dele, descabelada, com a blusa aberta e os seios balançando perto do rosto dele, enquanto ele me olhava de baixo para cima com aquela expressão de quem estava sendo devorado. Ele tentava acompanhar meu ritmo com o quadril, me empurrando para cima, mas eu mantinha o controle, acelerando e diminuindo conforme minha própria vontade. Levei minha mão até o meu clitóris enquanto cavalgava, o atrito duplo me fazendo ver estrelas.
— Vai… mais rápido…, ele implorou, a voz falhando, os olhos fechados.
Eu obedeci, acelerei o passo. O prazer subiu, uma onda de calor que me fez perder o controle das pernas. Gozei gritando o nome dele.
Eu ainda estava recuperando o fôlego, com o peito colado ao dele e o coração batendo forte, quando senti as mãos dele se moverem. Ele não me deixou descansar. Com uma agilidade que eu não esperava de quem tinha acabado de descarregar, ele me segurou pelas coxas, me colocando de volta sobre a mesa.
Dessa vez, ele me puxou até a borda, deixando minhas pernas penduradas no ar, e se ajoelhou entre elas.
— Você achou que eu ia te deixar ir embora só com isso?, ele murmurou, a voz vibrando de um jeito que me fez estremecer.
Abriu minhas pernas com força, expondo minha buceta que ainda pulsava. Sem aviso, ele mergulhou a boca em mim. O primeiro contato da língua dele foi um choque, ele não começou devagar. Ele usou a língua com uma pressão firme, lambendo de baixo para cima.
Focou no meu clitóris com uma precisão cirúrgica. Ele o envolvia entre os lábios, sugando com força enquanto a língua trabalhava em movimentos circulares, rápidos e impiedosos. Ao mesmo tempo, ele enfiou dois dedos fundo em mim.
Ele sabia exatamente o que estava fazendo, cada vez que eu tentava fechar as pernas ou fugir do estímulo que já beirava a dor de tão intenso, ele apertava minhas coxas com mais força, me mantendo aberta. Ele sugava meu clitóris como se sua vida dependesse disso.
O prazer subiu de novo, mas dessa vez era mais agudo, mais elétrico. Eu sentia minhas pernas tremerem incontrolavelmente enquanto ele acelerava o ritmo, a língua agora batendo frenética contra o grelo. Eu perdi completamente a noção de onde estava, se alguém passasse pelo corredor, veria apenas a luz de fora batendo no vidro e ouviria meus gritos descontrolados.
Gozei de novo, um orgasmo que pareceu mais longo e profundo que o primeiro. Meu corpo inteiro teve um espasmo violento, e eu senti o jato de prazer inundar a boca dele. Ele não se afastou, continuou me lambendo e me sugando durante todo o processo, saboreando cada tremor meu até que eu estivesse completamente cansada, jogada…
Ele se levantou devagar, limpando o canto da boca com o polegar e me dando um sorriso predatório. Sem dúvida, foi a melhor noite de trabalho que já tive.
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