ilustração para conto erótico de uma mulher fazendo uma massagem na outra

Conto erótico: a massagem que não parou no ombro

Eu tava morta de dor nas costas. Semana inteira sentada no computador, ombro travado, lombar gritando. Mandei mensagem pra Carol, minha amiga de academia:

— Moça, tô destruída. Vem me fazer uma massagem? Te pago em cerveja e pizza.

Ela respondeu em dois minutos:

— Já tô saindo. E leva óleo que eu comprei naquela loja.

A “loja” era a sex shop online. Carol sempre comprava umas coisas por lá. Chegou com uma sacola roxa pequena. Dentro tinha um frasco de óleo de massagem com cheiro de coco e baunilha, um vibrador de bullet pequeno e um sache de lubrificante neutro. Nada exagerado, só o básico pra deixar a coisa mais gostosa.

— Trouxe reforço — ela falou, jogando a sacola na cama. — O óleo é quente, escorrega bem. E o vibradorzinho caso a massagem evolua, né?

óleo nas mãos de mulher

Eu ri, já de sutiã e calcinha, deitada de bruços na cama. Carol tirou a blusa, ficou só de top e shortinho. Mãos quentes, cheiro dela misturado com o óleo. Ela esquentou o produto nas mãos e começou pelos ombros. Pressão firme, polegar entrando nos nós. Eu soltei um gemido baixo.

— Porra, assim… mais fundo.

Ela desceu pela coluna. O óleo esquentava na pele, o cheiro doce enchendo o quarto. As mãos dela desciam devagar, apertando a lombar, abrindo as nádegas de leve com os polegares. Eu senti o calor subir. A calcinha já tava úmida.

Carol percebeu. Riu baixo e falou:

— Tá molhada só com massagem, sua putinha?

— Cala a boca e continua — respondi, a voz rouca.

Ela passou mais óleo e desceu pras coxas. Mãos subindo pela parte de dentro, quase tocando a calcinha. Eu abri as pernas um pouco, sem nem perceber. O polegar dela roçou a beirada do tecido. Um choque direto no clitóris. Eu soltei um “ah” mais alto.

Carol parou, tirou o top e o short. Ficou de calcinha só. Depois puxou minha calcinha pro lado e passou o dedo oleado direto na fenda. Devagar, só roçando.

— Quer que eu continue a massagem ou já partiu pro outro nível?

— Continua… mas não para de tocar.

Ela riu e voltou a massagem, agora mais safada. Uma mão nas costas, a outra entre as pernas, dedo deslizando no clitóris encharcado. O óleo misturava com meu tesão, o barulho molhado baixo. Eu rebolava contra a mão dela, a buceta latejando.

Carol pegou o vibrador de bullet, ligou no modo médio e passou por cima da calcinha, bem no clitóris. A vibração fina e rápida me fez arquear as costas.

— Caralho…

Ela puxou a calcinha pra baixo e enfiei o bullet direto na pele. Ao mesmo tempo voltou a massagem nas costas com a outra mão, pressão firme, o óleo escorrendo pela coluna e escorrendo entre as nádegas. Eu tava de bruços, pernas abertas, o vibradorzinho tremendo no clitóris e a mão dela descendo de vez em quando pra enfiar um dedo.

— Vira de barriga pra cima — ela mandou.

Virei. Peitos expostos, mamilos duros. Carol passou óleo nos peitos, apertou, beliscou, depois desceu a mão até a buceta. O bullet continuava ligado, agora ela segurava ele contra o clitóris enquanto dois dedos entravam e saíam. O lubrificante do sache ela abriu e passou nos dedos pra facilitar. O gel esfriou e depois esquentou, misturado com o óleo de coco.

mulher segurando vibrador bullet roxo

Eu comecei a me masturbar junto. Mão no próprio peito, a outra descendo pra ajudar, dedos no clitóris enquanto ela me fodia com os dedos. O barulho era nojento de gostoso: molhado, rápido, o zumbido baixo do bullet.

— Olha pra mim enquanto goza — Carol falou.

Eu olhei. Ela tava ajoelhada entre minhas pernas, uma mão me dedando, a outra segurando o vibrador, o rosto concentrado, peitos balançando. Eu enfiei dois dedos junto com os dela, a buceta esticada, o clitóris latejando contra o bullet. O orgasmo veio forte, pernas tremendo, um gemido longo e rouco. O líquido escorreu pela mão dela e pelo vibrador.

Carol não parou. Continuou me masturbando devagar, o bullet agora no modo mais forte, dedos curvados no ponto G. Eu gozei de novo, quase esguichando, a buceta pulsando.

— Agora você — eu falei, ofegante.

Ela se deitou do meu lado, puxou a calcinha e abriu as pernas. Eu peguei o óleo e passei na buceta dela, depois no bullet. Liguei e enfiei o vibradorzinho no clitóris dela enquanto chupava um peito. Carol gemeu alto, rebolando contra minha mão. Eu enfiei dois dedos, o lubrificante facilitando, e fodi ela com vontade enquanto o bullet tremia.

Ela se masturbava junto, mão no próprio clitóris por cima do vibrador, a outra apertando o peito. O cheiro de sexo e coco no ar. Em poucos minutos ela gozou, apertando minha mão com as coxas, um “porra” longo e baixo.

A gente ficou deitada, suadas, o óleo brilhando na pele. Carol pegou o bullet de novo, ligou no mínimo e passou em mim, só roçando, preguiçoso. Eu abri as pernas e me masturbei na frente dela, dedos enfiados, o polegar no clitóris, o vibradorzinho tremendo do lado. Ela assistia, passando óleo no próprio peito, se tocando devagar.

— Faz de novo — ela pediu.

Eu me ajoelhei entre as pernas dela e chupei a buceta enquanto me masturbava. Língua no clitóris, dois dedos dentro, a outra mão no meu próprio clitóris. O bullet eu deixei ligado e segurei contra a entrada dela enquanto chupava. Carol gozou na minha boca, o líquido escorrendo no queixo. Eu gozei logo depois, de joelhos, gemendo contra a buceta dela.

Depois a gente só se tocou. Massagem preguiçosa de novo, agora sem pressa. Mãos oleadas nos peitos, nas coxas, nos clitóris. O vibradorzinho ia e vinha, às vezes nela, às vezes em mim. Uma hora eu tava de quatro e ela me masturbava por trás, o bullet no clitóris e dois dedos na buceta, o óleo escorrendo pela parte de dentro da coxa. Outra hora ela sentava na minha cara e se esfregava enquanto eu me tocava embaixo.

O quarto cheirava a coco, sexo e suor. O frasco de óleo tava pela metade, o sache de lube vazio, o bullet com a bateria fraca. A gente gozou mais umas vezes, devagar, se olhando, se tocando, se masturbando uma pra outra sem pressa.

Quando finalmente parou, Carol se esticou na cama e falou:

— Massagem boa pra caralho. Da próxima vez eu trago o outro vibrador, o maiorzinho.

Eu ri, ainda de perna aberta, a buceta latejando.

— Pode trazer. E mais óleo. Porque essa merda acaba rápido.

Ela beijou minha boca, gosto de buceta e óleo, e ficou deitada do meu lado. O corpo doía menos. O tesão, porém, ainda tava lá, latejando baixinho, pronto pra próxima rodada.

Foi assim que uma massagem simples virou uma noite inteira de dedo, vibrador e gozo. Sem drama, sem conversa fiada. Só duas amigas, um pouco de óleo de sex shop e vontade de se tocar até não aguentar mais. E, porra, valeu cada segundo.

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