Conto erótico: tesão no corredor
Morava num prédio antigo de três andares no centro de Santos há quase dois anos. Apartamento pequeno, barulho de vizinho, elevador que emperrava toda hora. No 302, logo embaixo do meu, morava a Lara. 27 anos, cabelo castanho médio sempre solto, corpo de quem faz academia sem exagero: peito médio e firme, cintura fina, bunda redonda que marcava a legging toda vez que ela subia a escada. Eu via ela quase todo dia. Às vezes no corredor, às vezes na lavanderia do prédio, às vezes na janela da cozinha dela quando eu fumava no terraço.
No começo era só olhar. Ela me cumprimentava com um “oi” preguiçoso, sorriso de canto de boca. Eu respondia na mesma, tentando não ficar olhando demais pro decote da camiseta larga que ela usava em casa. Mas a atração foi crescendo devagar. Um dia ela esqueceu a chave dentro e bateu na minha porta pedindo pra usar o telefone. Entrou, cheiro de shampoo de coco, pernas longas de shortinho. Ficou dez minutos no sofá, conversando sobre o prédio, o síndico chato, a praia perto. Quando saiu, deixou o cheiro dela no ar e eu fiquei de pau duro o resto da tarde.
Outra vez a gente se esbarrou no elevador. Ela vinha da academia, suor no pescoço, top preto colado nos peitos. O elevador emperrou entre o segundo e o terceiro. Cinco minutos parados. Ela riu, passou a mão no cabelo e falou:
— Porra, esse elevador é uma merda. Toda vez.
Eu concordei, tentei disfarçar o olhar que descia pro peito suado. Ela notou. Deu um sorrisinho safado e perguntou se eu tinha algo gelado pra beber quando a gente chegasse. Aceitei. Naquele dia ela entrou no meu apartamento, bebeu uma cerveja, ficou de perna cruzada no sofá e a conversa foi esquentando. Falou de ex-namorado, de como tava sem trepar há meses, de como o prédio era morto. Eu falei que também tava na seca. O clima ficou pesado. Ela se levantou pra ir embora, passou perto de mim e o braço roçou no meu. Senti o cheiro dela de novo. Quase beijei. Quase.
Foi numa sexta à noite que rolou de verdade. Eu tava sozinho, bebendo cerveja e vendo merda no celular, quando bateram na porta. Lara. Cabelo molhado de banho, camisola curta preta, sem sutiã. Os mamilos marcando o tecido fino. Segurava uma sacola de papel.
— Trouxe vinho. E uma coisa que comprei hoje — falou, entrando sem pedir licença.
A sacola era de uma sex shop do centro. Eu reconheci o logo. Ela riu, meio sem graça, meio safada.
— Comprei um vibrador novo e um lubrificante de silicone. Tava curiosa. Aí pensei: por que não dividir a curiosidade?
Meu pau já tava duro só de ouvir. Ela abriu a sacola na mesa da sala: um vibrador formato de coelho, e um frasco de lubrificante transparente. Nada demais, só o básico. Eu abri o vinho, a gente bebeu direto da garrafa, sentados no sofá. A conversa foi ficando mais suja. Ela contou que o vibrador antigo tinha quebrado, que tava com tesão acumulado, que me olhava no corredor e imaginava coisas. Eu falei a verdade: que batia punheta pensando nela, que queria chupar aquela buceta que ela escondia no legging.
Lara se aproximou. Beijou minha boca devagar, língua quente, gosto de vinho. A mão dela desceu e apertou meu pau por cima da bermuda. Eu puxei a camisola pra cima. Os peitos saltaram, mamilos escuros e duros. Chupei um, depois o outro, mordendo de leve. Ela gemeu baixo e abriu as pernas. Eu enfiei a mão por baixo da camisola. Sem calcinha. A buceta já tava molhada, os lábios inchados. Passei o dedo no clitóris…

— Porra… faz tempo que ninguém me toca assim.
Levantei ela do sofá e levei pro quarto. Tirei a camisola toda. Ela ficou pelada na minha frente, corpo quente, bunda redonda, coxas firmes. Eu tirei a bermuda. O pau bateu na barriga, duro pra caralho. Ela se ajoelhou na hora, pegou o pau com as duas mãos e chupou a cabeça, lambendo a fenda, engolindo o pré-gozo. A boca quente, molhada. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca devagar, sentindo a garganta abrir. Ela engasgou um pouco, saliva escorrendo pelo queixo, mas continuou.
Parei, puxei ela pra cama. Abri as pernas dela e chupei a buceta com vontade. Língua no clitóris, dedos enfiados, o gosto azedo e gostoso. Ela segurava minha cabeça e rebolava, gemendo alto. Quando tava perto de gozar, parei. Peguei o lubrificante da sacola, passei nos dedos e no vibrador. Enfiei dois dedos nela, o lubricante esquentando, e liguei o vibrador no modo médio. Passei as orelhinhas no clitóris enquanto os dedos fodiam. Lara gozou rápido, pernas tremendo, a buceta apertando meus dedos, um gemido longo e rouco.
— Caralho… continua.
Passei mais lubrificante no pau e enfiei de uma vez. A buceta abriu, quente, apertada. Meti fundo, a base batendo nela. Ela enfiou as unhas nas minhas costas e puxou. Comecei a foder forte, o barulho molhado enchendo o quarto. O vibrador ainda ligado, eu segurava ele no clitóris dela enquanto metia. Lara gozou de novo, esguichando um pouco, o líquido escorrendo nas minhas bolas. Eu tirei o pau, virei ela de quatro e enfiei de novo. A bunda balançava a cada estocada. Peguei o vibrador e enfiei na boca dela. Ela chupou o silicone molhado de buceta enquanto eu comia ela por trás.

Troquei de posição. Deitei de costas, ela sentou no pau de frente. Subia e descia devagar, os peitos balançando. Eu apertava a bunda dela, abria, sentia o cu contra meus dedos. Passei lubrificante no dedo e enfiei no cu dela enquanto ela rebolava. Ela gemeu mais alto, sentou até o fundo e ficou tremendo. Gozei dentro, o jato forte, enchendo ela. A porra vazou quando ela levantou, escorrendo pela coxa.
A gente ficou deitado um tempo, respirando pesado. Ela pegou o vibrador de novo, ligou no máximo e se esfregou nele na minha frente, os olhos fechados, a buceta ainda pingando minha porra. Gozei de novo só de ver. Depois ela me chupou até eu ficar duro outra vez. Dessa vez fodi ela de lado, uma perna dela levantada, o pau entrando fundo, o vibrador no clitóris o tempo todo. Ela gozou três vezes seguidas, a voz rouca, xingando baixo. “Porra, mais fundo… assim… caralho…”
No final a gente tava suado, o lençol molhado de porra, lube e gozo. Lara se sentou na beira da cama, ainda pelada, e falou:
— Isso vai rolar de novo. E da próxima vez eu trago o plug que comprei junto. Quero sentir os dois buracos preenchidos.
Eu ri, puxei ela de novo e beijei a boca suja de porra.
— Pode trazer. Eu compro mais lube.
Ela passou a noite. A gente fodeu mais duas vezes antes de dormir. De manhã ela foi embora de camisola, cabelo bagunçado, cheiro de sexo. No corredor ela olhou pra trás e deu aquele sorrisinho safado de sempre.
Depois daquele dia a coisa virou rotina. Ela subia quase toda noite. Às vezes só pra chupar e ir embora. Às vezes a gente passava horas usando o vibrador, o lube, testando posições. Uma vez ela chegou com o plug já colocado embaixo da saia. Eu tirei devagar, chupei o cu dela e enfiei o pau enquanto o vibrador trabalhava na buceta. Outra vez a gente fodeu na lavanderia do prédio, porta trancada, ela sentada na máquina de secar ligada, o vibração misturando com o pau dentro dela.
A atração que começou no corredor virou vício. Eu ouvia o passo dela no andar de baixo e já ficava de pau duro. Ela batia na porta com a sacola da sex shop e eu já sabia que a noite ia ser longa. Não tinha conversa fiada de “o que a gente é”. Só tesão, buceta molhada, pau duro e o barulho molhado de pele batendo em pele.
E, porra, continuou assim. Vizinha gostosa, produtos na medida certa, zero frescura. Do jeito que tem que ser.
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