ilustração de homem e mulher deitados no colchão se beijando para conto erótico

Rosa e borboleta: minha tarde de delírio no Colchão

Eu estava naquela vibe leve, me sentindo super bem. Parece que o Bruno sentiu essa mesma energia e me mandou uma mensagem dizendo que tinha preparado uma surpresa para nós dois.

Fiquei a manhã toda tentando adivinhar o que seria. Um doce? Um jantar? Um anel de compromisso? A gente estava só ficando fixo, sem rótulos pesados, e eu estava super de boa com isso. Mas saber que ele vinha com uma surpresa me deixou com aquele frio na barriga e uma ansiedade gostosa.

O Bruno sabe que eu sou curiosa demais. Quando a campainha tocou, corri para abrir. Lá estava ele, com aquele sorriso lindo com covinhas e as mãos escondidas nas costas, segurando uma sacola de papel. Quando ele me entregou, estranhei a embalagem porque nunca tinha visto.

Deitei no sofá e abri a sacola. Meus olhos se arregalaram e eu dei um sorrisão. Lá dentro estavam alguns itens que a gente tinha visto na internet um dia e comentado que queria testar: um óleo de massagem de baunilha, um vibrador de ponto G em formato de borboleta e um vibrador menor em formato de rosa vermelha, que era a coisa mais linda e delicada.

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Fiquei encantada com os brinquedos, eles eram super sutis. Ele falou que queria testar tudo no meu corpo.

Olhei bem para ele e me arrepiei inteira. O Bruno tem aqueles olhos castanhos expressivos, ombros fortes e um peitoral que me deixa louca. Só de lembrar dele pelado e imaginar ele usando aqueles toys em mim, minha buceta piscou e eu já comecei a ficar completamente molhada.

Dei um abraço nele para agradecer e a gente começou a se beijar. O Bruno me pegou no colo com força e me levou até a parede perto da janela. Enrosquei minhas pernas na cintura dele, sentindo o pau dele totalmente duro pressionando a minha calcinha. Tirei a camiseta e o beijo ficou mais intenso, rápido, com o tesão no máximo. Deu uma vontade louca de tirar a calça dele e ir para uma rapidinha ali mesmo, mas eu queria muito usar os presentes.

— Desse jeito eu vou acabar sentando em você agora mesmo… sussurrei no ouvido dele. — Você não vai querer testar os brinquedos novos?

Ele deu uma risada gostosa, me desceu do colo e a gente foi até o banheiro. Abrimos as caixas e lavamos os vibradores.

O Bruno teve uma ideia ótima: pegou um colchão e jogou no chão da sala, bem na direção onde o sol batia, deixando o espaço quentinho. Ele mandou eu deitar de bruços, pegou o óleo de baunilha e jogou um pouco nas mãos para esquentar.

Quando ele começou a passar o óleo nas minhas costas, soltei um suspiro longo. Os movimentos dele eram firmes e precisos, começando pelos ombros e descendo devagar. Quando o toque dele chegou perto da minha bunda, o relaxamento virou puro arrepio e tesão. Eu tentava aproveitar a massagem, mas no fundo estava louca para chegar a hora dos vibradores.

Percebendo que eu já estava bem acesa e me mexendo no colchão, o Bruno mandou eu virar de frente. Ele já veio me beijando, puxou minhas pernas para cima, apoiando os meus joelhos nos ombros dele, e começou a chupar a minha buceta.

Primeiro ele deu umas lambidas lentas, subindo pelos lábios até chegar no clítoris e aumentar a velocidade. Só que ele parou bem na hora que eu ia gozar. Ele queria me deixar no auge do tesão, desesperada de prazer.

mão de homem segurando vibrador em formato de rosa

Nisso, ele pegou o vibrador em formato de rosa e colocou direto no meu clítoris. O toy tinha uma tecnologia que parecia que tinha alguém me sugando de verdade, mas com muito mais ritmo, intensidade e precisão. O Bruno deitou de lado comigo no colchão, segurando a rosa no lugar certo e olhando para a minha cara de prazer.

Não demorou quase nada. Aquela vibração forte e certeira me levou à loucura. Eu me estatelei no colchão, segurei o lençol com força e gozei maravilhoso, dando um grito alto na sala.

Assim que os espasmos pararam, o Bruno desligou a rosa, desceu a boca na minha buceta e deu um beijo ali só para sentir o meu gosto misturado com o meu próprio mel. Ele subiu de volta, limpando a boca, e brincou:

— Rapaz, o negócio funciona de verdade mesmo!

Eu dei risada, ainda tremendo do orgasmo, e subi no colo dele, ficando montada nas suas coxas. Voltamos a nos beijar com toda a vontade do mundo.

Nossos seios e peitos estavam colados, escorregando por causa do óleo de massagem. Comecei a morder a orelha dele, a chupar o pescoço e ele foi se arrepiando inteiro. O Bruno já estava com a respiração super pesada.

Sussurrei bem baixinho:

— Tira essa bermuda agora…

Ele tirou a roupa num segundo e eu sentei no colo dele de uma vez. Senti o pau dele entrar inteirinho e foi uma delícia sentir aquela grossura me preenchendo por dentro. Comecei a quicar e a rebolar com força, enquanto ele chupava os meus seios e segurava a minha cintura para me dar firmeza.

O ritmo foi ficando cada vez mais rápido e gostoso. O som dos nossos corpos batendo e a nossa respiração ruidosa tomavam conta da sala. A gente estava na mesma sintonia, querendo aproveitar tudo. O Bruno deu umas estocadas mais fundas, me puxando contra ele, e a gente gozou juntos, num sincronismo perfeito, soltando os gemidos no ouvido um do outro.

Depois da tempestade, a gente deitou abraçado no colchão, curtindo o ventinho que entrava pela janela e secava o suor. Eu estava com a cabeça no peito dele, bem relaxada. Olhei para o lado e vi o vibrador de borboleta que tinha ficado em cima da mesa.

Dei um sorriso safado, passei o dedo no peito dele e falei:

— Amor… você percebeu que faltou testar um vibrador?

Depois que a gente deu uma descansada e o suor deu uma secada no corpo, o Bruno olhou para o relógio e depois para a mesa de centro. O sol já estava começando a sumir, deixando o quarto com aquela luz alaranjada de fim de tarde. O clima de preguiça estava gostoso, mas o tesão ainda não tinha ido embora de verdade.

Ele deu um tapinha leve na minha bunda e se levantou do colchão. Foi até a mesa e pegou o vibrador de borboleta que tinha ficado para trás na primeira rodada. Esse era diferente do da rosa: ele tinha um formato anatômico, feito para encaixar direitinho no ponto G por dentro e com as “asas” para vibrar no clítoris do lado de fora ao mesmo tempo.

O Bruno voltou para perto de mim segurando o toy e o frasco de óleo que ainda estava pela metade.

— Bom, promessa é dívida, né? ele disse, com aquele sorrisinho de lado que me deixa sem defesas. — Vamos ver se esse aqui é tão bom quanto o primeiro.

Eu me joguei para trás no colchão, abrindo os braços e dando risada. Minha buceta, que já estava super sensível por causa da foda de antes, deu aquela piscada forte só de ver o Bruno se ajoelhando no meio das minhas pernas.

Ele passou um pouco de lubrificante na ponta curvada do vibrador para deslizar bem e também passou os dedos lambuzados na minha entrada, me fazendo soltar um gemido baixinho. Minha ppk já estava úmida de novo, pronta para o que vinha por aí.

O Bruno segurou o brinquedo e foi empurrando a ponta dele para dentro de mim bem devagar, com cuidado. A textura do silicone era muito macia, mas como ele era mais firminho, deu aquela sensação gostosa de preenchimento. Quando ele empurrou tudo, as asas da borboleta deitaram certinho em cima do meu clítoris.

— Caramba, coube direitinho, eu falei, sentindo um arrepio subir pelas coxas.

Ele apertou o botão e o brinquedo ganhou vida lá dentro. No primeiro nível, era uma vibração contínua que parecia que estava massageando o fundo da minha buceta, bem onde fica o ponto G. Só com esse comecinho, eu já joguei a cabeça para trás e fechei os olhos, sentindo meu corpo inteiro amolecer no colchão.

O Bruno não ficou só olhando. Ele deitou por cima de mim, apoiando o peso nos cotovelos para não me machucar, e começou a me dar uns beijos molhados no pescoço, descendo a boca até o meu peito para chupar meus seios. Enquanto ele trabalhava em cima, a borboleta trabalhava embaixo, fazendo um vaivém de trepidação que estava me deixando louca.

Ele esperou eu terminar de tremer, desligou o aparelho e o puxou para fora devagar. Eu desabei de lado no colchão, completamente sem forças, com a respiração super ruidosa e o peito subindo e descendo.

Ele deitou do meu lado, me puxou para perto e me cobriu com um lençol leve, já que o sol tinha sumido de vez e o ventinho da janela estava esfriando o quarto. Ficamos ali agarrados por um tempão, sem falar nada, só curtindo o relaxamento que vem depois de uma foda perfeita.

Olhei para ele, dei um beijo no canto da boca daquelas covinhas lindas e pensei comigo mesma que, se o nosso namoro de ficantes continuasse nesse ritmo e com esses presentes, a gente ia longe. Aquele sábado com certeza tinha sido um dos melhores da nossa vida.

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