O que é ser passivo? Descubra seu papel no prazer, sem tabu
Já parou pra pensar o que é ser passivo na cama (ou fora dela)? Pois é… A gente costuma ouvir esse termo por aí — “sou passiva”, “ele é ativo” — mas será que sabemos de fato o significado, os mitos por trás, como funciona pra cada pessoa e, mais importante: como você pode usar esse papel para se conhecer melhor e sentir mais prazer?
No blog da Miess, o papo é sempre sem tabu e cheio de verdades gostosas de ouvir. Hoje a gente vai se jogar nesse tema com leveza, sinceridade e aquele jeitinho divertido que só a gente sabe.
O que significa “ser passivo”?
Quando a gente fala que alguém é passivo, logo vem aquela ideia de quem “só recebe” no sexo, né? E sim, em muitos casos, ser passivo quer dizer assumir o papel receptivo durante o ato — seja recebendo a penetração ou simplesmente deixando o outro conduzir a brincadeira. Mas olha só: essa definição é só a pontinha do vibrador, viu?
Ser passivo vai muito além de posições e práticas “padrão”. Não tem nada a ver só com homens gays, nem se resume a sexo anal. Pode envolver penetração vaginal, oral, uso de toys, estimulação com plug, sugador, até jogos de dominação e entrega — tudo depende do acordo, do desejo e da vibe entre quem tá ali.
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E vamos quebrar uma ideia errada que muita gente carrega por aí: ser passivo não tem nada a ver com fraqueza, submissão obrigatória ou falta de atitude. Pelo contrário! Escolher se entregar, abrir espaço para o prazer, curtir o momento sem precisar comandar tudo… isso é um baita ato de poder e autoconhecimento.
Ser passivo pode ser uma preferência, uma fase de descoberta ou apenas uma das muitas formas de viver o prazer. E o melhor: você é quem decide se, quando e como quer explorar esse papel.
Como é ser passivo: desejos, sensações e verdades
Quando a gente fala sobre o papel passivo no sexo, logo vem à mente aquela ideia de quem gosta de receber — seja a penetração, o toque ou simplesmente o comando do momento. E sim, essa é uma parte importante, mas ser passivo vai muito além disso. Não é só uma questão de posição ou prática, mas também de como a pessoa se sente e se expressa no momento do prazer.
Muita gente que se identifica como passiva sente prazer justamente ao se permitir ser conduzida — por outra pessoa ou até por si mesma, com ajuda de brinquedos, fantasias ou estímulos específicos. Existe uma entrega envolvida, uma conexão profunda com as sensações do corpo, com o toque, com a emoção. Não é sobre se apagar ou sumir, mas sim sobre relaxar, confiar e aproveitar o prazer com mais intensidade.
Às vezes, esse papel vem acompanhado de preferências como ficar “por baixo”, ser receptiva, curtir toys que valorizem esse lugar de entrega. Mas isso não significa que toda pessoa passiva se encaixa num molde fixo, tá? A gente é livre pra misturar, testar e escolher o que combina com o nosso desejo em cada momento.
E tem mais: ser passiva não quer dizer que você não sabe o que quer. Pelo contrário! Muitas vezes, é justamente quem se sente passiva que tem mais clareza dos próprios limites, vontades e do que dá tesão de verdade. E isso é poderoso!
Mitos sobre ser passivo
Agora, bora derrubar uns mitos que ainda atrapalham esse rolê? Primeiro: ser passivo não significa ser submisso ou sem opinião. Você pode ser mega decidida, ter um monte de preferências e ainda assim gostar de ser conduzida na cama. Isso é escolha, não submissão automática.
Segundo: ser passivo não se resume a sexo anal. Muita gente acha que quem assume esse papel só curte esse tipo de prática, mas na real a coisa é bem mais ampla. Ser passivo pode envolver penetração vaginal, oral, uso de brinquedos, carícias, ou até jogos de poder — tudo depende da forma como o prazer é explorado.
E por último (mas não menos importante): qualquer pessoa pode ser passiva. Heteros, gays, lésbicas, bissexuais, pessoas trans… o prazer não tem gênero fixo nem orientação exclusiva. O que conta é o desejo, o consentimento e o prazer de verdade.
Por que vale a pena explorar o papel passivo?
Gente, vamos falar a real: assumir ou experimentar o papel passivo pode ser uma delícia — tanto no prazer a dois quanto na hora do amorzinho solo. É uma forma de se conectar com o próprio corpo de um jeito mais sensorial, intenso e, muitas vezes, libertador.
Quando a gente se coloca nesse lugar de quem “recebe”, a atenção naturalmente se volta para as sensações. É como se o corpo ganhasse um destaque especial: você sente cada toque, cada vibração, cada deslize do brinquedo ou da língua com muito mais presença. O foco deixa de ser a performance e vira prazer em estado puro.
Além disso, tem uma segurança gostosa que vem com esse papel. Ao entregar o controle — ou pelo menos parte dele — a gente tira o peso de “precisar conduzir” o tempo todo. Isso pode aliviar aquela ansiedade de “e se eu não fizer direito?”, “e se eu não corresponder?”, permitindo que a experiência aconteça de forma mais leve, livre e prazerosa.
Outro ponto maravilhoso é a chance de descobrir novas formas de prazer. Às vezes, a gente nem percebe que está presa num script sexual repetitivo. Assumir o papel passivo pode abrir espaço pra explorar sensações que talvez nunca tenham sido acessadas: um vibrador diferente, um plug com textura, uma posição onde você só sente… e goza.
Quer se conhecer melhor? A entrega pode ser o caminho
Sabe aquela história de que a gente só conhece o que sente na pele? Pois é… quando a gente fala de prazer, isso é mais verdade ainda. E explorar o papel passivo pode ser justamente esse convite: um jeito de parar de pensar tanto e começar a sentir mais. Não é sobre “deixar o outro mandar” ou ficar quietinha esperando alguma coisa acontecer. É sobre abrir espaço pra que o seu corpo fale — e você escute, com atenção e carinho.
A entrega, quando feita de forma consciente, é uma porta aberta pro autoconhecimento. Ao invés de se preocupar com performance, com ritmo, com “ser boa de cama”, você se permite simplesmente ser. E nessa pausa do controle, o corpo responde.
E não precisa começar com grandes revoluções, não. Um vibrador no clitóris enquanto você se deita e relaxa já é um baita exercício de entrega. Um plug anal usado com carinho, enquanto você respira fundo e sente, pode revelar zonas de prazer que talvez você nunca tenha explorado. Até aquele simples toque com as mãos, se feito com intenção, já muda tudo. É só parar, focar em si e deixar as sensações virem — sem pressa, sem roteiro.

Na prática, isso também vale pro sexo a dois. Quando você comunica que quer experimentar ser passiva, você também está dizendo “eu quero me conhecer por outro ângulo”. Dizer coisas como “me guia hoje” ou “deixa eu só sentir” não é submissão — é um convite pra viver o momento com mais verdade. E isso, minha amiga, cria uma conexão linda: com o outro, com o seu corpo, com o seu prazer.
E olha, ninguém melhor que você pra saber o que funciona. À medida que for se permitindo, observe. Onde o prazer pulsa mais? Quando bate aquele tesão mais forte? O que te relaxa? O que te desconcentra? Esse mapeamento íntimo vai te ajudar não só a se dar prazer, mas também a ensinar isso com muito mais segurança a quem estiver com você.
Passividade e dominação: quando ser conduzida é um jogo de poder
Se tem uma coisa que muita gente ainda confunde é o papel passivo com submissão forçada. Mas amiga, deixa a gente te contar um segredo delicioso: ser conduzida também pode ser um baita ato de poder. Principalmente quando a gente tá falando de um joguinho de dominação — daqueles que misturam desejo, confiança e muito prazer.
No universo do BDSM (e aqui a gente tá falando de práticas leves, tá?), o papel de quem “recebe” pode ser super ativo na construção da experiência. A pessoa passiva é quem decide se quer ser vendada, algemada, puxada pela coleira, ou ter o corpo explorado com um chicotinho de couro. E o mais gostoso é que tudo isso acontece dentro de um acordo, onde o prazer vem da entrega consciente.

Usar uma venda nos olhos, por exemplo, já transforma toda a experiência. Quando a visão some, os outros sentidos ficam em alerta: o toque arrepia mais, o beijo parece mais profundo, o som da respiração do outro vira estímulo puro. Se você adicionar uma algema macia ou um acessório de amarração (daqueles confortáveis, que não machucam), o corpo entra ainda mais no modo entrega. E olha… a mente vai junto.
O chicote? Nem precisa ser aquele que a gente vê em filmes pesados, viu? Um toque suave, uma palmadinha calculada, um suspense entre um estímulo e outro — tudo isso entra no jogo e faz com que o papel passivo ganhe outra camada de prazer. Já a coleira pode ser um símbolo de entrega mútua, de desejo em comum, e não de posse. É um acessório que mexe com a fantasia e, muitas vezes, com a autoestima sexual.
Tudo isso só funciona de verdade com consentimento, comunicação e muito respeito. Antes de se jogar nesse tipo de brincadeira, é importante conversar, alinhar expectativas, combinar sinais de segurança e deixar claro que “não” é sempre “não”.
No prazer, quem manda é você
No fim das contas, ser passivo não tem nada a ver com submissão cega ou falta de atitude — é sobre escolher como você quer viver o seu prazer. Pode ser na entrega de um momento íntimo a dois, ou até numa fantasia mais intensa de dominação… o importante é que seja do seu jeito, no seu tempo, com respeito e consciência.
Assumir esse papel pode abrir portas incríveis pro autoconhecimento, pra conexão com o outro e, claro, pra orgasmos ainda mais intensos. Porque quando a gente se permite sentir — sem culpa, sem medo e sem tabu — tudo muda.
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