No limite do desejo: entre o castigo e o prazer nos braços do meu homem
A luz fraca do abajur deixava o quarto bem aconchegante, o cenário perfeito para o que eu queria. A verdade é que nem só de romance e carinho a gente vive. Eu demorei um tempo para aceitar, mas hoje tenho certeza de que uma putaria bem feita eleva a alma. Aquele tesão que vem lá de dentro, as coisas que eu peço e aceito entre quatro paredes, tudo com muito respeito e consentimento, é bom demais. E o melhor é ter um homem que sabe me colocar nesse lugar. O Murilo sabe exatamente como fazer isso.
Entrei no quarto encarando ele bem nos olhos. Eu estava com uma blusinha preta bem justa, com um decote generoso que quase mostrava o bico do peito. Hoje eu só queria uma boa foda, a melhor de todas. Fui chegando perto devagar, olhando para ele de baixo para cima, lambendo os lábios. Quando cheguei pertinho, enfiei minhas unhas compridas, que tinha acabado de fazer, por dentro da gola da camisa dele, arranhando o pescoço. Rocei meus seios no peito dele e falei no ouvido:
— Estou doida para você me foder hoje.
Ele mudou o olhar na hora, parecendo um bicho faminto diante da caça. Segurou a minha cintura com as duas mãos, me puxando com força, e eu senti o pau dele totalmente duro encostando em mim. Tentei fingir que não era nada, continuei encarando, mas por dentro eu já estava ficando completamente molhada.
Ele grudou a boca na minha e me deu um beijo gostoso, envolvendo a mão no meu pescoço, o que me deixou ainda mais excitada. Abracei as costas dele e dei uma arranhada, enquanto ele levantava uma das minhas pernas para me colar ainda mais nele. Eu estava louca para dar para ele.
Do nada, ele parou o beijo e ficou me olhando. Passou o dedão na minha boca e enfiou o dedo para eu chupar. Eu obedeci, chupando com vontade, e enquanto isso ele falou com a voz grossa:
— Vou te deixar arrombada do jeito que minha princesa safada gosta.
Me arrepiei inteira e continuei olhando para ele, segurando o tesão. Ele mandou eu chupar o pau dele e eu fui na hora. Me ajoelhei no chão e peguei o pau dele, que já estava fora da calça, enorme e até babando. Comecei a chupar e ele segurou o meu cabelo por trás, controlando o ritmo e empurrando o pau cada vez mais fundo na minha boca. Enquanto eu chupava, só conseguia imaginar aquela grossura toda dentro da minha buceta.
Parei de chupar, tirei toda a minha roupa correndo e deitei na cama de barriga para cima, olhando bem para ele. Comecei a massagear e apertar meus próprios seios e abri bem as pernas. Ele ficou só assistindo, de braço cruzado.
— Fica de quatro primeiro, safada, ele mandou.
Virei de quatro na hora, do jeitinho que ele pediu, empinando bem a bunda. Ele veio por trás e começou a massagear o meu clítoris com uma mão enquanto batia na minha bunda com a outra.

Estalo.
Cada tapa vinha mais forte, e eu empinava ainda mais. Eu amo apanhar do meu homem. Logo ele parou, mandou eu deitar de novo e veio por cima. Senti o pau dele entrando e me arrepiei inteira. Ele começou a meter cada vez mais forte, e eu só queria mais.
— Que delícia, safado… vai, me fode mais forte!
Ele acelerou o ritmo e me deu um tapa na cara.
— É disso que você gosta, né, putinha?
Fiquei com o triplo de tesão e balancei a cabeça, concordando. Ele me deu outro tapa e continuou metendo com tudo. Comecei a gemer alto, sentindo ele entrar e sair de mim com força. Eu queria gozar, mas queria que durasse mais tempo, porque só ele me fode como eu preciso. Ele me encarava como se mandasse em mim, metendo forte, do jeito que eu só deixo ele fazer. Ele segurou o meu pescoço com uma mão, apertando um pouco, e eu não aguentei. Gozei forte com ele me fodendo com tudo, a buceta piscando em volta do pau dele. Logo depois ele deu as últimas metidas e derramou tudo dentro de mim.
Depois que a gente recuperou o fôlego daquela primeira rodada, o Murilo saiu de cima de mim, mas o olhar dele continuou igual: cheio de maldade. Eu ainda estava jogada na cama, toda suada, com as pernas bambas e a buceta pulsando por causa do gozo.
Ele foi até a cabeceira da cama e abriu a gaveta. Quando ele se virou, vi que ele segurava um consolo realista, bem grosso e comprido, daqueles que deixam a gente com frio na barriga só de olhar. O brinquedo já brilhava com o lubrificante que ele passou rápido.
— Você achou que eu tinha terminado com você, safada? ele perguntou, com aquela voz grossa de quem manda em tudo. — A sua buceta ainda está muito apertada. Vou abrir você um pouco mais.
Eu engoli em seco, mas meu corpo reagiu na hora. Minha ppk voltou a piscar e a morder o vento, cheia de vontade. O Murilo mandou eu puxar minhas pernas em direção ao peito, abrindo bem o meu caminho para ele. Eu obedeci na hora, segurando os meus joelhos e mostrando tudo.
Ele subiu na cama de joelhos, ficando bem no meio das minhas pernas. Primeiro, ele pegou a ponta do consolo e começou a roçar no meu clítoris, que já estava supersensível. Eu dei um solavanco na cama e dei um gemido alto. Ele riu da minha reação e, sem aviso, empurrou a ponta do brinquedo para dentro da minha buceta.
— Ai, meu Deus, Murilo… eu dei um grito abafado, sentindo aquela espessura enorme me alargando.
— Aguenta, putinha. Olha o tamanho disso entrando em você, ele mandou, segurando o brinquedo com força e empurrando mais um pedaço.
O brinquedo era rígido e frio no começo, o que dava um contraste delicioso com o calor que queimava dentro de mim. O Murilo começou a dar estocadas lentas e bem profundas. Cada vez que ele empurrava tudo, eu sentia o consolo bater lá no fundo, me preenchendo de um jeito que parecia que eu ia partir ao meio, mas o prazer era tão absurdo que eu só conseguia rebolar contra a mão dele, pedindo mais.
Vendo que eu já estava totalmente entregue, ele acelerou o ritmo. O som do plástico batendo contra a minha pele deitava ainda mais lenha na fogueira. Ele começou a meter o consolo com toda a força, sem dó, me tratando como o brinquedo que eu queria ser naquele momento.
— Gostou do tamanho dele dentro de você? É assim que você queria? ele perguntou, dando um tapa estalado na minha coxa com a mão livre.
— Sim! Enfia tudo, vai, me rasga com isso! eu gritava, já totalmente fora de mim, jogando a cabeça para trás.
O Murilo mudou a pegada, segurou o meu pescoço de novo com uma mão para eu não sair do lugar e começou a dar estocadas frenéticas. O consolo entrava e saía inteiro, me deixando completamente aberta e encharcada. O tesão subiu tanto que minha visão começou a embaçar. Aquela pressão toda lá dentro me levou para o limite de novo em poucos minutos.
Eu comecei a tremer inteira, os meus músculos da buceta prenderam o consolo com muita força e eu desabei em outro orgasmo violento, gritando bem alto enquanto o Murilo continuava metendo o brinquedo rápido no meio do meu gozo. Quando ele finalmente parou e puxou o consolo para fora de uma vez, eu soltei um suspiro longo, sentindo o ar voltar para o meu peito. Eu estava completamente acabada, do jeitinho que eu merecia.
Depois daquela intensidade toda, o Murilo largou o brinquedo de lado e se deitou colado ao meu corpo. Minha respiração aos poucos foi voltando ao normal, e o quarto ficou em um silêncio gostoso, quebrado apenas pelo som da chuva lá fora. Eu estava exausta, com a pele quente e o corpo todo marcado pelo nosso jogo, mas sentia uma paz enorme por dentro. Olhei para ele, que passou a mão pelo meu rosto com carinho, deixando claro que toda aquela força na cama era puramente o nosso jeito de amar. No fim das contas, ter alguém em quem confiar de olhos fechados para viver a putaria mais pura é o que realmente eleva a alma. Só ele sabe me pegar do jeito certo, e eu já estava contando os minutos para a próxima vez.
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