ilustração para conto erótico com casal sentado no sofá e um homem olhando

Conto Erótico: minha esposa, outro homem e eu assistindo

Eu estava sentado na poltrona de couro do quarto, pernas abertas, pau já duro só de imaginar o que ia rolar. A luz amarela do abajur batia na cama king size, nas lençóis pretos que a gente tinha comprado só pra essas noites. Minha esposa, a Leticia, estava na frente do espelho se arrumando. Vestido curto preto, sem calcinha, seios pesados quase saltando do decote. Ela se olhou, passou a mão entre as pernas e sorriu pra mim pelo reflexo.

— Tá pronto pra ver, amor? — perguntou, voz baixa, provocante.

Eu só balancei a cabeça. Meu pau latejava dentro da bermuda. A gente já tinha falado disso mil vezes. Eu gostava de ver. Gostava de sentir o ciúme virar fogo no peito e descer direto pro pau. Leticia sabia. Ela adorava me torturar assim.

A campainha tocou. Era o Ricardo. Alto, ombros largos, pau grosso que ela já tinha me descrito em detalhes sujos. Eu abri a porta. Ele entrou, me cumprimentou com um aperto de mão firme, como se fosse só um amigo passando pra tomar uma cerveja. Mas os olhos dele já estavam na Leticia.

Ela veio até a sala, se esfregou nele na frente de mim. Beijo fundo, língua, mão dele descendo e apertando a bunda dela. Eu senti o estômago revirar de ciúme e o pau latejar ainda mais. Fiquei parado, assistindo.

— Vai pro quarto — falei, voz rouca.

Eles subiram. Eu atrás. No quarto, Leticia se virou pra mim, puxou o vestido pra cima e tirou. Pelada. Pele morena, seios com mamilos escuros e duros, buceta já brilhando. Ricardo tirou a camisa, a calça. O pau dele saltou pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça rosada já molhada de pré-gozo. Maior que o meu. Eu sabia. Ela tinha me contado.

Leticia se ajoelhou na frente dele e olhou pra mim enquanto abria a boca. Lambendo a cabeça, chupando devagar, fazendo barulho. A mão dela subia e descia no pau grosso. Eu puxei o meu pra fora e comecei a bater uma, devagar. O barulho da saliva dela molhando o pau dele enchia o quarto.

— Mais fundo — ela murmurou, e engoliu quase tudo. Olhos marejados, babando. Ricardo segurou a cabeça dela e fodeu a boca. Eu via a garganta dela se mexendo, o pau sumindo. Minha esposa. Chupando outro cara na minha frente.

Quando ela tirou a boca, um fio de saliva ligava os lábios dela à cabeça do pau dele. Ela se virou pra mim, sorrindo.

— Traz o lubrificante, amor. O da garrafa azul. Aquele que a gente comprou semana passada.

Eu fui até a gaveta. Peguei o lubrificante KY Hot. O que esquenta. Também peguei o vibrador dela, o roxo, o Rabbit que faz ela tremer a perna. Coloquei os dois na cama.

Leticia deitou de costas, abriu as pernas bem. Ricardo ajoelhou entre elas. Pegou o lubrificante, abriu a tampa, espremeu um fio grosso direto na buceta dela. O gel transparente escorreu entre os lábios, esquentando. Ele passou dois dedos, espalhou, enfiou. O barulho molhado era alto. Ela gemeu, arqueou as costas.

lubrificante íntimo

— Mais — pediu.

Ele colocou mais lubrificante. Agora a mão inteira molhada. Enfiou três dedos, fodeu devagar. Eu via os dedos sumindo e saindo brilhantes. Meu pau pingava pré-gozo no chão.

Ricardo pegou o vibrador. Ligou no botão. O barulho baixo do motor preencheu o quarto. Passou a ponta no clitóris dela, já inchado e vermelho. Leticia soltou um gemido alto. Ele enfiou o vibrador dentro, ligou a parte do coelho no clitóris. O motor vibrava forte. Ela se contorcia, gemendo meu nome e o dele misturados.

— Olha pra ele — Ricardo falou. — Olha pro teu marido enquanto eu te fodo com esse vibrador.

Ela virou o rosto pra mim, olhos semicerrados de prazer. Eu batia punheta mais rápido. O lubrificante escorria da buceta dela pela bunda, molhando o lençol.

Ricardo tirou o vibrador, ainda ligado, e posicionou o pau. A cabeça grossa abriu os lábios dela. Ele empurrou. Lento. Eu via o pau grosso sumindo centímetro por centímetro. A buceta dela esticava, engolia tudo. Quando ele enterrou até o fundo, ela gritou.

— Caralho… é tão grosso…

Ele começou a foder. Estocadas profundas, lentas no começo. O barulho molhado do lubrificante misturado com o gozo dela. Cada vez que ele puxava, eu via a cabeça brilhando, o pau coberto de gel. Depois acelerou. A cama batia na parede. Leticia segurava os lençóis, gemendo alto, peitos balançando.

Eu me aproximei, ajoelhei do lado da cama. Ela estendeu a mão, puxou meu pau pra perto da boca e chupou enquanto era fodida. Olhos nele, boca em mim. Eu sentia o gosto do pré-gozo dela misturado com o lubrificante que tinha escorrido.

Ricardo tirou o pau, virou ela de quatro. Assada alta, bunda empinada. Enfiou de novo de uma vez. A mão dele na nuca dela, empurrando o rosto no colchão. Outra mão espalmada na bunda, batendo. O estalo ecoava. A cada estocada o lubrificante fazia barulho de xoxota molhada. Ele pegou o vibrador de novo, passou no clitóris dela por baixo enquanto fodia. Leticia gritou, o corpo inteiro tremeu. Gozou. A buceta apertou o pau dele, escorrendo mais líquido misturado com o gel.

Ele não parou. Continuou fodendo enquanto ela gozava. Eu batia punheta vendo a cara dela, boca aberta, baba no lençol, olhos revirados.

— Quer ver ele gozar dentro? — ela perguntou, ofegante, olhando pra mim.

Eu balancei a cabeça, incapaz de falar. Meu pau latejava dolorido.

Ricardo fodeu mais forte. Estocadas curtas e profundas. Depois enterrou tudo e gemeu baixo. Eu vi o pau dele latejar. Ele gozou. Porra quente enchendo a buceta dela. Quando puxou pra fora, um fio branco escorreu, misturado com o lubrificante. Leticia ficou de quatro, bunda aberta, gozo dele saindo devagar.

Eu me aproximei. Ela se virou, deitou de costas, abriu as pernas pra mim. O gozo escorria. Eu enfiei o meu pau ali. Quente, molhado, escorregadio do lubrificante e da porra dele. Fodi devagar no começo, sentindo a porra dele escorrer pelo meu saco. Depois mais rápido. Ela gemeu de novo, segurando minhas costas.

Ricardo ficou de lado, assistindo, pau ainda semi-duro. Leticia estendeu a mão, pegou o vibrador e ligou de novo no clitóris enquanto eu fodia. O motor zumbia. Ela gozou de novo, apertando meu pau. Eu não aguentei. Gozuei fundo, misturando minha porra com a dele dentro dela.

mão de muler segurando vibrador rabbit verde

Parei, ofegante. O pau saiu, e o líquido branco escorreu pela bunda dela pro lençol. Leticia sorriu, cansada, satisfeita.

— Mais lubrificante — ela pediu, voz rouca. — Quero os dois de novo.

Eu peguei a garrafa. Espremi mais gel na buceta dela, já inchada e vermelha. Ricardo se recuperou rápido. Deitou debaixo dela. Ela montou nele, enfiou o pau grosso de novo. Eu fiquei atrás. Passei o lubrificante no meu pau e no cu dela. Dois dedos primeiro, abrindo. Depois a cabeça. Empurrei devagar. Ela gemeu alto, cheia dos dois.

Ricardo fodia por baixo, eu por trás. O pau dele e o meu separados só por uma parede fina. Eu sentia o movimento dele. O lubrificante fazia tudo escorregar fácil. Leticia gritava, gemendo nomes, pedindo mais forte. O vibrador ainda estava ligado, apertado entre ela e o peito dele, vibrando no clitóris.

Fodemos assim por um tempo que pareceu eterno. O quarto cheirava a sexo, a lubrificante, a suor. Eu via no espelho a imagem: minha esposa empilada entre nós dois, peitos balançando, boca aberta, olhos vidrados de prazer. O ciúme queimava, mas o pau latejava mais forte ainda.

Ricardo gozou de novo dentro. Eu senti o pau dele latejar. Continuei fodendo o cu dela até gozar também, enchendo. Quando saímos, ela caiu de lado, pernas tremendo, gozo dos dois escorrendo misturado com o gel.

Eu me deitei do lado, passando a mão no cabelo suado dela. Ela beijou minha boca, depois a dele.

— Amanhã a gente compra mais lubrificante — murmurou. — E um vibrador maior.

Eu só ri, pau ainda latejando. O Ricardo se levantou, se vestiu, deu um beijo nela e saiu. Eu fiquei ali, olhando a buceta dela aberta, o líquido branco escorrendo devagar pelo meio das pernas. Peguei o vibrador, ainda sujo, e passei de novo no clitóris dela, devagar. Ela gemeu baixo, se mexendo.

— Continua — pediu.

Eu continuei. Até ela gozar mais uma vez, fraca, tremendo. Depois apaguei a luz. O cheiro de sexo e lubrificante ficou no quarto a noite inteira.

No dia seguinte, enquanto ela tomava banho, eu abri a gaveta. Ainda tinha um pouco do KY Hot. E o vibrador roxo, sujo. Já estava pensando na próxima vez. No próximo cara. No próximo frasco de lubrificante. No ciúme que virava tesão. Na cara dela quando era fodida na minha frente.

E ela sabia. Sempre sabia. Porque quando saiu do banho, pelada, me olhou e perguntou:

— Quer que eu chame o Ricardo de novo essa semana? Ou prefere alguém novo?

Eu só puxei ela pra cama e enfiei dois dedos na buceta ainda molhada dela. O lubrificante de ontem ainda estava lá, misturado com tudo.

— Quem você quiser — respondi. — Desde que eu possa assistir.

Ela sorriu, se esfregou nos meus dedos, e ligou o vibrador de novo.

A história não acabava. Só mudava de cena. E eu sempre ficava na poltrona, pau na mão, vendo minha esposa ser fodida. Com lubrificante escorrendo, vibrador zumbindo, e o prazer sujo de saber que ela gozava mais alto quando eu estava olhando.

Fim daquela noite. Mas a gente já estava planejando a próxima. Mais lubrificante. Mais brinquedos. Mais um pau grosso entrando nela enquanto eu batia punheta no canto, morrendo de ciúme e de tesão ao mesmo tempo.

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