ilustração para conto erótico com um homem no meio e duas mulheres

Conto erótico: duas mulheres, um homem e um dildo

Marina e Carla já se conheciam há anos. Eram amigas de faculdade, já tinham ficado algumas vezes quando solteiras e nunca esconderam que gostavam de mulher tanto quanto de homem. O Pedro entrou na história seis meses antes. Ele era bi assumido, tranquilo com a própria sexualidade e tinha uma química absurda com as duas. O que começou como umas conversas picantes no WhatsApp virou um encontro real numa sexta à noite no apartamento da Marina.

Eles já tinham beijado, se tocado, gozado juntos de várias formas. Mas aquela noite tinha um combinado diferente. As duas mulheres iam foder o Pedro com cintaralho.

A sacola preta da sex shop estava em cima da mesa da sala desde o final da tarde. Dentro dela tinha um cinto de couro ajustável com encaixe oco, um dildo de silicone de 18 cm, um lubrificante de longa duração e um vibrador com controle remoto. Nada demais. Só o necessário pra deixar a noite interessante.

mulher de costas com cintaralho vermelho

Marina abriu a sacola na frente dos dois, sorrindo de lado.

— Então… quem vai colocar primeiro?

Pedro riu, um pouco nervoso, um pouco animado. Carla já estava de short e sutiã, cabelo preso. Marina usava só uma camiseta larga que mal cobria a bunda. O clima estava leve, descontraído, mas o ar já pesava de tesão.

Eles começaram se beijando no sofá. Marina beijou a boca do Pedro enquanto Carla chupava o pescoço dele. As mãos das duas desceram ao mesmo tempo. Carla abriu a calça do Pedro e tirou o pau pra fora, já semi-duro. Marina desceu e chupou a cabeça, devagar, enquanto Carla beijava a boca dele. O gemido do Pedro saiu baixo, rouco.

— Vocês duas juntas é foda…

Carla tirou a camiseta da Marina e chupou um dos seios dela, o mamilo duro entre os lábios. Marina gemia com o pau do Pedro ainda na boca. Em pouco tempo os três estavam pelados no meio da sala. Pedro deitado no sofá, as duas ajoelhadas entre as pernas dele. Marina chupava o pau enquanto Carla lambia as bolas. Depois trocavam. A boca de uma, a língua da outra. Pedro tinha as mãos no cabelo das duas, o quadril se mexendo sozinho.

Marina se levantou, pegou o cinturão e o dildo da sacola. Passou o silicone pelo encaixe, ajustou as tiras na cintura e nas coxas. O dildo ficou ereto na frente dela, apontando pra frente. Carla passou o lubrificante nele com a mão, espalhando bem, deixando brilhante.

— Pronto pra levar? — perguntou Marina, a voz baixa.

Pedro engoliu em seco e assentiu. Carla puxou ele pra ficarem de quatro no sofá. Marina se posicionou atrás, segurou o quadril dele e encostou a ponta do dildo na entrada. Passou mais lubrificante, viu o corpo dele tremer um pouco.

— Respira — falou ela.

Empurrando devagar. A cabeça do dildo entrou. Pedro soltou um gemido longo, a testa apoiada no braço. Marina esperou ele se acostumar, fez movimentos curtos, entrando centímetro por centímetro. Quando estava quase todo dentro, parou e passou a mão pelas costas dele.

— Tá aguentando?

— Tá… porra, tá grande.

Carla se ajoelhou na frente do Pedro, abriu as pernas e encostou a buceta na boca dele. Pedro começou a lamber enquanto Marina fodia devagar. O ritmo era constante, fundo, sem pressa. O som molhado do lubrificante e da pele se encontrando enchia a sala. Marina segurava o quadril dele com força, empurrando até o fim a cada investida. Pedro gemia contra a buceta da Carla, a língua trabalhando desajeitada de prazer.

Carla gozou primeiro, esfregando a buceta na boca dele, as coxas tremendo. Quando saiu de perto, se abaixou e chupou o pau do Pedro, que balançava a cada embalo da Marina. A combinação era absurda: o dildo entrando no cu dele e a boca da Carla chupando o pau ao mesmo tempo.

Marina acelerou um pouco. O cinturão batia na bunda do Pedro a cada movimento. Ela puxou o cabelo dele pra trás, obrigando a arquear mais a coluna.

— Isso… leva direito — falou ela, a voz rouca.

Pedro gozou sem aviso, gozando na boca da Carla. O corpo inteiro se contraiu, o cu apertando o dildo. Marina continuou fodendo enquanto ele ainda tremia, só parando quando ele pediu.

Eles trocaram de posição. Agora era a vez da Carla. Ela colocou o cinturão, ajustou o dildo e passou lubrificante de novo. Pedro deitou de costas, as pernas abertas. Carla se posicionou entre elas e entrou de uma vez, mais fundo que a Marina. Pedro arquejou, as mãos apertando os lençóis. Marina sentou na cara dele, a buceta molhada cobrindo a boca. Pedro lambeu com vontade enquanto Carla fodia o cu dele com movimentos firmes, quase brutos.

— Olha só como ele tá aguentando — falou Carla, sorrindo pra Marina.

Marina se inclinou pra frente e beijou a boca da amiga, as duas se chupando enquanto o Pedro era fodido embaixo. O dildo entrava e saía, brilhante de lubrificante. Pedro gemia abafado contra a buceta da Marina. Quando ela sentiu o orgasmo chegando, esfregou mais forte, gozando na boca dele. Carla aproveitou o momento e fodeu mais rápido, até o Pedro gozar de novo, o pau latejando sem ser tocado.

Eles pararam pra respirar. Pedro estava suado, o cabelo grudado na testa, o cu ainda pulsando. Marina pegou o vibrador de casal, ligou no modo médio e passou entre as pernas da Carla enquanto a amiga ainda estava com o cinturão. O brinquedo vibrava contra o clitóris dela enquanto o dildo ainda estava dentro do Pedro. Carla gozou assim, tremendo, segurando o ombro da Marina.

casal beijo

Depois disso, os três foram pro quarto. A cama era grande o suficiente. Pedro deitou no meio. As duas se deitaram dos lados. Marina beijava a boca dele enquanto Carla chupava o peito. As mãos delas desciam juntas pelo corpo dele, tocando o pau ainda sensível, os dedos brincando com a entrada que ainda estava aberta e molhada de lubrificante.

Marina pegou o dildo de novo, sem o cinturão dessa vez, e começou a foder o Pedro com a mão, movimentos longos e profundos. Carla chupava o pau dele ao mesmo tempo. A visão das duas trabalhando nele fez o Pedro ficar duro de novo rápido. Quando ele estava prestes a gozar, Marina tirou o dildo e Carla sentou em cima do pau dele, engolindo até o fim. Marina se posicionou atrás da Carla e enfiou o dildo no cu da amiga, fodendo ela enquanto ela cavalgava o Pedro.

O gemido das duas se misturou. Pedro segurava a cintura da Carla, empurrando pra cima. Marina fodia o cu da amiga com ritmo constante, o lubrificante escorrendo pela coxa. Carla gozou primeiro, apertando o pau do Pedro. Ele gozou logo depois, dentro dela. Marina continuou até a amiga pedir pra parar, sensível.

Eles ficaram emaranhados na cama, suados, ofegantes. Pedro ainda tinha o lubrificante escorrendo entre as nádegas. Marina passou o dedo ali, brincando, e ele tremeu.

— Ainda quer mais? — perguntou ela, rindo baixo.

— Quero. Mas me dá cinco minutos.

Carla se levantou, pegou a sacola e tirou um último item que tinha comprado sem falar: um plug anal vibratório. Passou lubrificante nele e enfiou devagar no cu do Pedro. Ligou a vibração baixa. Ele soltou um gemido rouco, o corpo inteiro reagendo.

As duas se beijaram por cima dele enquanto o plug vibrava. Depois desceram. Marina chupou o pau do Pedro, Carla lambeu em volta do plug. Em pouco tempo ele estava duro de novo. Carla tirou o plug, colocou o cinturão outra vez e fodeu ele de quatro enquanto Marina se deitava embaixo, chupando o pau e as bolas.

plug anal roxo

A noite continuou assim. Eles foderam até o corpo pedir arrego. Pedro levou das duas várias vezes. As mulheres se chuparam, se foderam com o dildo, gozaram na boca uma da outra. O lubrificante acabou quase. O lençol ficou um caos.

Quando finalmente pararam, já passava das três da manhã. Pedro estava deitado de bruços, o cu ainda vermelho e sensível. Marina passou a mão pela bunda dele, carinhosa.

— Amanhã a gente lava o cinturão e o dildo. E talvez compre outro tamanho.

Carla riu, a cabeça no peito do Pedro.

— Já tô pensando no próximo.

Pedro só conseguiu soltar um “hm” cansado, mas o sorriso no rosto não mentia. A primeira vez que ele tinha sido fodido de verdade por duas mulheres tinha sido melhor do que qualquer fantasia. E pelo jeito que as duas estavam olhando um pro outro, não seria a última.

Marina apagou a luz. No escuro, ainda deu pra ouvir o barulhinho molhado de alguém se mexendo e um gemido baixo. Ninguém queria dormir de verdade ainda.

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