Conto erótico: palmada, chicote e entrega
Eu e o Renato já ficávamos há uns meses quando a conversa sobre fetiche rolou de verdade. A gente tava na cama depois de uma foda normal, suados, e eu falei sem pensar muito:
— Às vezes eu penso em levar umas palmadas de verdade. Tipo… doer um pouco. E você mandando em tudo.
Ele ficou quieto dois segundos e depois perguntou, calmo:
— Você tá falando sério ou é tesão de momento?
— Sério. Mas com safe word e tudo. Não quero porra nenhuma forçada.
Combinamos na hora. Safe word: “vermelho”. Se eu falasse, parava na hora. Amarelo pra diminuir. E a gente combinou de ir devagar na primeira vez.
No sábado seguinte ele chegou com uma sacola preta pequena de sex shop. Dentro tinha: umas algemas de pelúcia pretas (as que não machucam o pulso), uma venda de cetim, um chicote pequeno de franjas de camurça e um frasco de lubrificante à base de silicone. Nada de ferro, corrente ou negócio extremo. Só o básico pra gente testar.
— Trouxe o kit iniciante — ele falou, jogando a sacola na cama. — Se não curtir, a gente joga fora e fode normal.
Eu tava de camisola fina. Ele me mandou ficar de joelhos no meio da sala. Eu obedeeci. O coração acelerou, mas era tesão, não medo.
— Tira a camisola. Devagar.
Tirei. Fiquei pelada na frente dele. Ele andou em volta de mim, só olhando. Depois passou a mão no meu cabelo, puxou de leve pra trás e falou no meu ouvido:
— Hoje você não manda em porra nenhuma. Eu decido quando você goza, se goza e como goza. Entendeu?
— Sim.
— Sim, o quê?
— Sim, senhor.
A palavra saiu estranha e gostosa ao mesmo tempo. Ele colocou a venda de cetim nos meus olhos. O mundo ficou preto. Escutei o barulho da embalagem das algemas. Ele prendeu meus pulsos na frente do corpo, não pra trás, pra eu ainda ter um pouco de equilíbrio. O pelúcia era macia.
— De quatro na cama.
Eu subi. De joelhos e cotovelos, bunda pra cima. Ele passou a mão devagar nas minhas costas, desceu pela bunda e deu o primeiro tapa. Não forte. Só o suficiente pra arder um pouco. Eu soltei um gemido baixo.

— Conta.
— Um.
Outro tapa, um pouco mais forte, no outro lado. A pele esquentou.
— Dois.
Ele foi aumentando devagar. Cinco, seis, sete. A bunda já tava quente e formigando quando ele parou e passou a mão aberta por cima, acariciando. O contraste da dorzinha com o carinho me deixou encharcada. Eu sentia a buceta latejando, o clitóris inchado só de expectativa.
Renato abriu o lubrificante e passou nos dedos. Enfiou dois de uma vez na buceta, sem aviso. Eu arquejei.
— Molhada pra caralho só com tapa. Que putinha obediente.
Ele me fodeu com os dedos enquanto a outra mão voltava a dar tapas leves, no ritmo. Cada estocada dos dedos vinha junto com um tapa. A dor e o prazer misturavam. Eu rebolava contra a mão dele, pedindo mais sem falar.
Ele tirou os dedos, me virou de barriga pra cima e tirou a venda por um segundo só pra eu ver o chicote de franjas na mão dele.
— Quer experimentar?
— Quero.
Colocou a venda de novo. As franjas de camurça bateram primeiro nas coxas, de leve, só o barulho e a sensação de formigamento. Depois subiu pro baixo ventre, contornou os peitos. Quando bateu de leve num mamilo, eu soltei um “ah” mais alto. Não doía de verdade, ardia gostoso. Ele foi aumentando a força aos poucos, sempre perguntando:
— Continua?
— Sim, senhor.
As franjas bateram na parte de dentro das coxas, bem perto da buceta. Eu abri mais as pernas sem ele pedir. Ele riu baixo e falou:
— Olha só quem tá se oferecendo.
Ele largou o chicote, tirou a roupa e subiu na cama. O pau duro roçou na minha boca.
— Abre.
Eu abri. Ele fodeu minha boca devagar, uma mão no meu cabelo, controlando o ritmo. Não enfiou fundo demais, só o suficiente pra eu sentir que ele mandava. Saliva escorria pelo queixo. Quando tirou, um fio ligava a boca dele ao meu lábio.
Renato me virou de novo de quatro, puxou meus quadris pra cima e enfiei o pau de uma vez. A buceta engoliu fácil, eu tava encharcada. Ele meteu forte, a mão segurando a nuca, me mantendo na posição. Cada estocada fazia a bunda ainda quente dos tapas arder de novo. Eu gemia alto, o rosto afundado no travesseiro.
— Pode gozar? — ele perguntou.
— Por favor…
— Ainda não.
Ele tirou o pau, me deixou vazia e latejando. Pegou o chicote de novo e deu uns três tapas rápidos na bunda e nas coxas. A dorzinha veio junto com a vontade absurda de gozar. Depois voltou a me foder, agora mais fundo, a mão batendo no mesmo ritmo das estocadas.
— Agora pode.
Eu gozei apertando o pau dele, as pernas tremendo, um gemido longo e rouco. Ele não parou. Continuou me comendo através do orgasmo até eu ficar mole e ofegante. Só então gozou dentro, o jato quente enchendo.
Ele tirou as algemas na hora, tirou a venda e me puxou pro colo. Mãos acariciando a bunda vermelhidinha, beijos no ombro, na boca, no cabelo.
— Tudo bem? — perguntou.
— Melhor que bem. Porra…
Ficamos abraçados um tempo. Ele trouxe água, passou uma toalha morna na bunda e nas coxas, deu uns beijos leves nos lugares que ainda formigavam. Aftercare de verdade, do jeito que a gente tinha combinado.

Mas a noite não acabou ali. Meia hora depois eu já tava de novo de quatro, dessa vez sem venda, só as algemas nos pulsos na frente. Ele me comeu devagar enquanto dava tapas firmes, contando junto comigo. Depois me fez chupar o pau ainda molhado da minha buceta enquanto ele segurava meu cabelo e falava baixo:
— Boa menina. Assim. Mais fundo.
Eu engoli quando ele gozou de novo, olhando pra cima, os olhos marejados de tesão e entrega. Ele me puxou pra cima, me beijou com gosto de porra e falou no meu ouvido:
— Amanhã a gente usa o chicote de novo. E talvez eu te deixe amarrada um pouco mais tempo.
Eu só consegui responder, a voz rouca:
— Sim, senhor.
A gente dormiu abraçado, a bunda ainda quente, o corpo inteiro formigando de um jeito que eu nunca tinha sentido. Não era só dor. Era a mistura: a dor controlada, a entrega, o prazer que vinha depois, o cuidado depois de tudo.
No dia seguinte acordei com ele passando óleo hidratante na bunda e nas coxas, beijando a pele vermelha. Sem pressa. Sem frescura. Só os dois, o kit pequeno da sex shop guardado de novo na gaveta, e a certeza de que a gente tinha encontrado um terreno gostoso pra explorar.
E, porra, eu já tava pensando na próxima vez.
Produtos Eróticos Fetiche e Sado em Promoção
Liberte os seus desejos mais secretos e descubra o mundo sado com os nossos produtos eróticos! Aqui na Miess, o maior Sex Shop do Brasil, você encontra algema, amarra, arreio, coleira, chicote e outros itens com ótimos preços e parcelamento em 10X sem juros.











