Conto erótico: Camila, Júlia e ele
O apartamento de Bruno era pequeno, mas naquela noite parecia ainda menor. As duas mulheres estavam sentadas no sofá, uma de cada lado dele. À esquerda, a Camila: cabelo castanho curto, corpo atlético, sorriso safado que já prometia merda boa. À direita, a Júlia: loira, peitos grandes, olhar mais quieto, mas que tinha deixado tudo claro na mensagem de horas antes:
“Eu e a Camila vamos aí. Se topa as duas, deixa a porta aberta.”
Bruno topou. Claro que topou. Tinha até comprado lubrificante novo e trocado o lençol da cama, só por precaução.
Camila foi a primeira a se mexer. Virou o rosto e beijou a boca dele sem pedir licença. Língua quente, mão na coxa, subindo devagar até apertar o volume que já crescia na calça. Júlia observava de perto, a respiração ficando mais pesada a cada segundo. Quando Camila soltou a boca de Bruno, puxou a loira pela nuca e as duas se beijaram bem na frente dele. Foi molhado, demorado, com som de língua e respiração ofegante. Bruno sentiu o pau endurecer por completo só de olhar.
— Vocês já fizeram isso juntas? — ele perguntou, a voz saindo rouca.
— Algumas vezes — Camila respondeu, limpando o canto da boca com o dedo. — Mas nunca com homem no meio. Hoje a gente quer os dois. E te usar direito.
Ela se ajoelhou na frente dele. Júlia desceu logo depois, lado a lado. As duas abriram o jeans de Bruno juntas, puxando a cueca pra baixo. O pau saltou pra fora, grosso, veioso…

Camila lambeu a cabeça primeiro, devagar, rodando a língua. Júlia chupou as bolas, puxando com a boca, molhando tudo. Depois trocaram. A boca da loira era mais quente, mais apertada. Ela engolia até o fundo, engasgando um pouco, os olhos marejando, enquanto Camila segurava o pau na base e chupava o que sobrava.
Bruno pôs a mão no cabelo das duas, guiando sem força demais. O barulho era obsceno: saliva escorrendo, gemido baixo abafado, o som molhado de boca no pau. Quando ele sentiu o tesão subir perigoso, Camila tirou a boca de repente e falou, a voz embargada de tesão:
— Ainda não. A gente quer te foder direito antes.
Elas se levantaram e se beijaram de novo, enquanto tiravam a roupa uma da outra sem pressa. Camila ficou só de calcinha preta fio-dental. Júlia, completamente nua. Os peitos dela pesavam, os mamilos escuros e duros. Bruno puxou a loira pra perto e chupou um peito com vontade, a língua rodando o bico, os dentes beliscando de leve. A mão desceu entre as pernas dela. A buceta já estava encharcada, quente. Dois dedos entraram fácil, fazendo Júlia gemer contra a boca dele.
Camila se posicionou atrás de Júlia, beijando o pescoço dela enquanto olhava pra Bruno por cima do ombro da amiga.
— Fode ela. Quero ver você metendo fundo.
Bruno virou Júlia de quatro no sofá. A bunda dela era redonda, a buceta inchada e brilhando. Ele passou a cabeça do pau na entrada molhada algumas vezes e enfiou de uma vez, fundo. Júlia gritou baixinho, a testa caindo no encosto do sofá. Ele meteu pesado, a mão firme na cintura dela, enquanto Camila se ajoelhava na frente da amiga e enfiava a língua na boca dela, engolindo os gemidos. Cada estocada fazia os peitos de Júlia balançarem. Camila desceu a mão e esfregou o clitóris da loira no mesmo ritmo das estocadas.
— Mais forte — Júlia pediu, a voz já quebrada. — Mete com força.
Bruno obedeceu. Segurou o cabelo dela com uma mão e meteu até ela gozar, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Ele tirou, ainda duro pra caralho, o pau brilhando de porra dela. Camila não perdeu tempo. Deitou no sofá, abriu as pernas bem e puxou ele pra cima pelo cinto que ainda estava na calça.
— Agora eu. Enfia.
O pau entrou nela fácil, ela já estava escorrendo pela coxa. Bruno fodeu Camila com vontade, estocadas fundas e ritmadas, enquanto Júlia se recuperava do lado, ainda ofegante. Em pouco tempo a loira voltou, ajoelhou perto da cabeça da amiga e abriu a buceta em cima da boca dela. Camila chupou com fome, a língua entrando, chupando o clitóris inchado, enquanto Bruno metia fundo. O sofá rangia. O cheiro de sexo já tinha tomado conta da sala inteira.
Camila gozou assim, com a cara enterrada na buceta da amiga e o pau de Bruno abrindo ela até o fundo. As pernas tremeram, o gemido saiu abafado contra a carne da loira. Bruno tirou o pau e as duas se agarraram na hora, se beijando com o gosto uma da outra na boca, lambendo o queixo, dividindo tudo.
— Quero gozar na boca de vocês duas — ele falou, a voz baixa e rouca.

Elas ajoelharam lado a lado no chão. Bruno fodeu a boca de Camila primeiro, segurando o cabelo curto dela, metendo até sentir a garganta apertar. Depois passou pra Júlia, que engolia melhor, mais fundo. Alternou várias vezes, o pau escorregando de uma boca pra outra, coberto de saliva. Quando sentiu o tesão subir demais, segurou as duas pela nuca e gozou. O porra saiu forte, em jatos. Sujou a língua, o queixo, o peito das duas. Elas se beijaram de novo na hora, dividindo o gozo, lambendo uma a boca da outra como se estivessem com fome.
Mas ninguém tinha terminado de verdade.
Camila puxou Júlia pro chão, deitou por cima dela e as duas começaram a se esfregar, buceta contra buceta, o clitóris de uma batendo no da outra. O movimento era sujo, molhado, o som das bucetas se esfregando enchendo o ambiente. Bruno ficou olhando, recuperando o fôlego, e em pouco tempo já estava duro de novo. Pegou o lubrificante que tinha deixado em cima da mesa de centro, passou generosamente no pau e se posicionou atrás de Camila, que estava por cima da amiga.
— Posso enfiar no cu?
— Pode — Camila respondeu, ofegante, rebolando em cima de Júlia. — Enfia devagar.
Ele posicionou a cabeça e empurrou. O cu dela abriu aos poucos. Camila gemeu alto, a testa apoiada no ombro de Júlia. Bruno entrou centímetro por centímetro até estar todo dentro. Começou a meter com cuidado no começo, depois mais fundo, mais ritmado. Enquanto fodia o cu de Camila, a loira embaixo chupava o clitóris da amiga com vontade, a língua rápida. O gemido das duas ficou alto, descontrolado, quase gritado. Camila gozou de novo, o corpo mole, o cu apertando o pau de Bruno. Ele tirou, ainda duro, e Júlia se virou de quatro na hora.
— Me fode também. Quero sentir.
Ele enfiou na buceta dela primeiro, só pra molhar, depois tirou e posicionou no cu. Júlia era mais apertada. Entrou devagar, quase parando a cada centímetro. Quando estava todo dentro, começou a meter. Camila se ajoelhou na frente da amiga e enfiou a língua na boca dela, engolindo os gemidos, enquanto uma mão esfregava o clitóris da loira. Bruno fodeu o cu de Júlia com estocadas firmes até sentir o corpo dela tremer de novo, gozando sem conseguir ficar quieta. Só então ele gozou pela segunda vez, fundo, enchendo o cu dela, o pau latejando.
Os três caíram no chão da sala, suados, ofegantes, o corpo um em cima do outro. O gozo escorria pelas coxas das duas, misturado com lubrificante. Bruno passou a mão na bunda de Camila, depois na de Júlia, sentindo o calor e a umidade.
— Porra… — foi a única coisa que ele conseguiu falar.
Camila riu, cansada, e beijou a boca dele, devagar. Júlia se aconchegou do outro lado, a perna jogada por cima da coxa dele, o peito ainda subindo e descendo rápido.
Ficaram ali um bom tempo, se tocando sem pressa. Bruno chupou o peito de Júlia com preguiça, enquanto Camila beijava o pescoço dele e descia a mão pra brincar com o pau ainda sensível. Em pouco tempo ele endureceu de novo. As duas riram.
— Olha só — Camila falou, apertando o pau dele. — Ainda tem mais.
Dessa vez foi mais lento. Foram pro quarto. Júlia deitou de costas, Camila sentou na cara dela e Bruno fodeu a loira por baixo, metendo fundo enquanto ela chupava a amiga. Depois trocaram. Camila de quatro, Júlia deitada na frente, e Bruno alternava entre a buceta de uma e a boca da outra. Gozares vieram mais fracos, mais demorados, mas vieram. No final, os três estavam destruídos, o colchão molhado, o cheiro de sexo impregnado no quarto.
Quando Camila e Júlia se vestiram pra ir embora, já passava da uma da manhã. Na porta, as duas beijaram Bruno, uma depois da outra, e depois se beijaram entre si, demorado, só pra ele ver.
— Deixa a porta aberta semana que vem — Camila falou, ainda com a voz rouca. — A gente traz brinquedo.
— E vinho — Júlia completou, piscando.
Bruno só acenou, ainda sem roupa, o corpo marcado de unha e suor. Fechou a porta, encostou nela e ficou um tempo quieto. O apartamento inteiro cheirava a sexo. O sofá estava destruído. A cama também. E ele já estava contando os dias pra próxima vez.
Porque uma noite só não ia ser suficiente. Nem de longe. As duas tinham entrado na vida dele como um furacão sujo e gostoso… e ele não queria que parasse.
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