ilustração de dedo de mulher em riste

Conto erótico: o dedo dela no lugar certo

Rafael e Marcela estavam juntos há três anos. O sexo sempre tinha sido bom, gostoso, frequente, sem frescura. Mas nos últimos meses algo tinha mudado. Não era falta de tesão. Era uma curiosidade que os dois carregavam sem falar direito.

Tudo começou numa conversa de madrugada, depois de uma foda comum. Marcela estava deitada no peito dele, os dedos desenhando círculos na barriga suada, quando perguntou, quase sem pensar:

— Você já pensou em experimentar alguma coisa diferente?

Rafael riu baixo.

— Tipo o quê?

Ela demorou um pouco pra responder. Depois falou, olhando pro teto:

— Tipo… eu te tocar atrás. Enquanto a gente fode. Só pra ver.

O silêncio que veio depois não foi de rejeição. Foi de alguém processando a ideia. Rafael ficou quieto uns segundos, a mão dela ainda no peito dele. Depois admitiu, a voz mais baixa:

— Já pensei. Algumas vezes. Nunca tive coragem de falar.

A conversa continuou. Limites, curiosidade, o que cada um topava. No final, combinaram de tentar. Sem pressão. Se não gostasse, paravam.

Nas semanas seguintes a ideia ficou pairando entre os dois. Um olhar mais longo no banho. Uma mão que descia um pouco mais na hora do sexo. Até que numa sexta à noite, depois de um jantar simples e uma taça de vinho, Marcela trancou a porta do quarto, olhou pra ele e falou:

— Hoje a gente tenta.

Rafael sentiu o coração acelerar. Não era nervoso de medo. Era nervoso de vontade.

Minutos depois ela já estava por cima dele, rebolando devagar, o pau fundo dentro dela. Os dois tinham gozado uma vez, mas o tesão não tinha baixado. Marcela inclinou o corpo pra frente, os peitos roçando no peito suado dele, e beijou a boca do Rafael com preguiça. Enquanto beijava, a mão dela desceu pelas costas, passou pela cintura e foi mais abaixo. Os dedos encontraram a fenda da bunda dele e pararam ali, só pressionando de leve.

Rafael tremeu.

— Posso? — ela perguntou contra a boca dele.

— Pode — ele respondeu, a voz rouca. — Devagar.

Marcela beijou o pescoço dele, enquanto o dedo médio fazia círculos no cu. Só pressão. Só provocação. Quando sentiu ele relaxar um pouco, colocou lubrificante no dedo e voltou a tocar. O dedo escorregou com mais facilidade. Ela pressionou a ponta contra a entrada e ficou ali, sem enfiar ainda.

— Enfia — ele pediu.

Ela empurrou devagar. O cu dele era quente, apertado. Entrou só a ponta primeiro, depois mais um pouco. Rafael arquejou, a testa contra o ombro dela. Marcela parou, deixando ele se acostumar, e voltou a se mexer em cima do pau. O movimento fazia o dedo entrar e sair um pouco sozinho.

— Porra… — ele sussurrou.

— Tá gostoso?
— Tá… continua.

Ela enfiou o dedo até a metade e começou a mexer de verdade. Curvou um pouco, procurando. Quando acertou o ponto, Rafael soltou um gemido alto, o corpo inteiro tensionando. O pau dele latejou forte dentro dela.

— Aí… isso. Não tira.

Marcela fodeu o cu dele com o dedo. Lento no começo, depois um pouco mais rápido. Rafael estava perdido. Olhos fechados, boca aberta, peito subindo e descendo rápido. Cada vez que ela apertava aquele ponto lá dentro, ele gemia mais alto.

— Quero mais — ele falou de repente.

Ela parou, tirou o dedo e desceu da cama. Foi até a gaveta e pegou o lubrificante e o plug pequeno que tinham comprado semanas atrás e nunca usado. Rafael acompanhou com o olhar, a respiração descompassada.

— Vira de quatro.

Ele obedeceu. De quatro na cama, a bunda pra cima, o pau duro balançando. Marcela ajoelhou atrás, abriu as nádegas dele e lambeu o cu de uma vez só. A língua quente e molhada fez ele gritar baixo. Ela chupou, lambeu, enfiou a ponta da língua, deixando ele todo molhado e relaxado. Depois passou bastante lubrificante no plug e na entrada.

— Respira fundo.

Ela pressionou o plug contra o cu dele. A cabeça entrou com um pouco de resistência. Rafael gemeu, a testa no travesseiro. Marcela foi devagar, girando o brinquedo, empurrando centímetro por centímetro até ele estar completamente dentro. O pau dele pingava no lençol.

— Como tá?
— Cheio… porra, tá bom pra caralho.

Ela deu um tapa leve na bunda dele e se deitou debaixo. Puxou Rafael pra cima, fez ele ajoelhar sobre ela e guiou o pau de volta pra dentro da buceta. Quando ele enfiou, o plug se mexeu lá dentro. Rafael soltou um gemido longo, quase um rosnado.

— Mexe.

Ele começou a meter. Cada estocada fazia o plug se mexer no cu. O prazer era diferente, mais fundo, mais intenso. Marcela via no rosto dele que ele estava perto de perder o controle. Suor na testa, boca aberta, gemidos sem filtro.

— Mais rápido — ela pediu, as unhas nas costas dele.

Rafael obedeceu. Meteu com força, o barulho da pele batendo enchendo o quarto. O plug fazia pressão constante na próstata. Ele gemia sem parar, a voz falhando.

— Vou gozar… porra, vou gozar fundo.

— Goza. Quero sentir.

Ele meteu mais algumas vezes e gozou com um gemido alto, o corpo inteiro tremendo. O pau latejava dentro dela, jorrando quente. Marcela sentiu cada pulsação. Quando ele parou, ainda ofegante, ela puxou o rosto dele pra baixo e beijou a boca suada.

— Ainda não acabou.

Ela fez ele deitar de costas. O plug ainda estava dentro. Marcela ajoelhou entre as pernas dele, tirou o plug com cuidado e, antes que ele se recuperasse, enfiou dois dedos no cu ainda aberto e sensível. Ao mesmo tempo, engoliu o pau semi-duro na boca.

Rafael quase gritou. Os dedos dela fodiam o cu com ritmo, curvados, batendo na próstata, enquanto a boca chupava o pau que voltava a endurecer rápido. O prazer vinha de dois lugares ao mesmo tempo. Ele agarrou o cabelo dela, só segurando.

— Porra, Marcela… assim não tem como…

Ela não parou. Chupou mais fundo, os dedos mais rápidos. Em pouco tempo ele estava duro de novo. Ela tirou a boca, subiu em cima e enfiou o pau dentro da buceta outra vez. Dessa vez fodeu ele de verdade, rebolando com força, enquanto os dedos continuavam no cu, entrando e saindo.

Rafael estava destruído de tesão. Os gemidos saíam sem controle. As mãos apertavam os peitos dela, a bunda, qualquer coisa. Quando ela sentiu ele perto de novo, tirou os dedos, cuspiu neles e enfiou de novo, mais fundo, mais rápido.

— Goza pra mim de novo.

Ele gozou pela segunda vez, ainda mais forte. O corpo inteiro arrepiou, a voz falhou, o pau jorrou dentro dela enquanto os dedos dela continuavam fodendo o cu. Foi um orgasmo longo, tremido, que deixou ele mole e ofegante debaixo dela.

Marcela tirou os dedos devagar, beijou a boca dele e deitou ao lado. Os dois ficaram em silêncio por um tempo, só a respiração pesada preenchendo o quarto.

— Caralho… — foi a primeira coisa que ele falou.

Ela riu baixo, cansada, e passou a mão no peito suado dele.

— Gostou?
— Gostei pra caralho. Achei que ia ser estranho, mas… porra. Foi intenso pra um caralho.
— Quer de novo algum dia?
Ele virou o rosto, olhou pra ela com um sorriso cansado e safado.
— Quero. E da próxima vez pode ser com o outro brinquedo. O maior.

Marcela beijou o ombro dele, satisfeita.

— Combinado.

Eles ficaram abraçados mais um tempo, o corpo ainda latejando. O pau dele amolecendo devagar entre as pernas, o cu ainda sensível. Lá fora a cidade seguia normal. Dentro do quarto, os dois já sabiam que tinham aberto uma porta que não ia se fechar tão cedo.

E nenhum dos dois queria fechar.

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