ilustração de homem e mulher deitados na cama se beijando para conto erótico

Domingo de Preguiça, Tarde de Safadeza

O domingo à tarde estava com aquela preguiça gostosa que dá vontade de não fazer nada. Lá fora, o tempo estava nublado, com aquela chuvinha fina batendo na janela, o cenário perfeito para ficar bem quentinho dentro de casa. Eu e o Rodrigo estávamos jogados na cama do quarto, com a televisão ligada em um filme qualquer que a gente nem estava prestando muita atenção.

Estávamos os dois de pijama confortável, enrolados em um edredom macio, cheirosos e com aquela sensação gostosa de pele limpa logo depois de um banho tomado juntos. O Rodrigo estava com a barba recém-feita, a pele super macia, me abraçando por trás em uma conchinha bem apertada que me aquecia inteira.

A verdade é que tem dia que o sexo não precisa de uma super produção, de velas ou de joguinhos. Tem vezes que ele simplesmente acontece, na simplicidade do encontro, da nossa conexão e do desejo em comum que bate na hora certa. Quando você tem um relacionamento maduro e seguro, muitas vezes é assim: quando você percebe, o prazer já inundou o corpo, a gente se encontrou de um jeito totalmente natural e o orgasmo vem sem esforço.

Isso acontece porque a gente conversa muito sobre o que gosta entre quatro paredes. Estamos sempre prestando atenção no que o outro está a fim de fazer, sem julgamentos. Eu e o Rodrigo aprendemos a ter essa troca livre e sincera, e nossa vida íntima só melhorou. O tesão passou a tornar os nossos desejos cada vez mais possíveis, e eu garanto que não existe nada mais excitante no mundo do que se sentir ouvida e atendida pelo homem que você ama.

Eu estava ali, relaxada no peito dele, e comecei a rebolar o quadril de leve contra o corpo dele, sem nenhuma segunda intenção no começo, só me ajeitando na cama. Mas bastou esse pequeno movimento para a eletricidade tomar conta do quarto. Num segundo, senti as mãos grandes do Rodrigo segurarem a minha cintura com firmeza. Ele se colou ainda mais nas minhas costas e começou a roçar o pau dele, que já estava completamente duro, bem no meio da minha bunda, por cima do tecido fino do pijama.

Senti um estalo de desejo no mesmo instante. Minha buceta deu aquela piscada forte e eu comecei a ficar totalmente molhada. Desse jeito eu não consigo resistir. O calor do corpo dele me deixando louca, e eu já estava doidinha para me entregar para ele. Sem perder tempo, o Rodrigo enfiou a mão por dentro da minha calça de pijama e começou a massagear a minha buceta com carinho, fazendo movimentos circulares que me fizeram soltar um suspiro longo.

Virei o rosto um pouco para trás, procurando a boca dele, e sussurrei bem baixinho, com a voz carregada de malícia:

— Fode meu cuzinho, amor… bem gostosinho, do jeito que só você sabe fazer.

O olhar dele mudou na hora, brilhando de satisfação ao ouvir o meu pedido. Ele me deu um beijo rápido no pescoço e respondeu com a voz grossa, bem no meu ouvido:

— Que delícia, minha linda. Eu obedeço com o maior prazer… Mas posso dar uma chupada antes para te preparar?

Eu balancei a cabeça concordando, sentindo meu coração martelar no peito. O Rodrigo esticou o braço, pegou o controle e abaixou bem o volume da televisão, deixando o quarto num silêncio que só aumentava a nossa tensão. Ele abriu a gaveta da cabeceira e tirou um frasco de lubrificante íntimo com sabor de morango, daqueles que são comestíveis e dão uma sensação quentinha na pele.

Enquanto ele se ajeitava, eu mudei de posição na cama e fiquei de quatro, empinando bem a bunda na direção dele. O Rodrigo espalhou uma quantidade generosa do gel com sabor na ponta dos dedos e lambuzou a minha portinha dos fundos, fazendo uma massagem de leve que me fez arrepiar inteira. Depois, ele colocou um pouquinho do gel na minha própria mão para eu provar, e realmente era uma delícia, docinho.

Logo em seguida, senti o calor da boca dele. O Rodrigo encostou os lábios ali e começou a passar a língua bem devagar, fazendo movimentos circulares. Aos poucos, sentindo que eu estava relaxando e gostando, ele foi acelerando o ritmo e aumentando a pressão da língua. Eu não conseguia ficar paralisada, comecei a rebolar o quadril contra o rosto dele, gemendo baixinho no travesseiro. Ele saboreava cada centímetro da minha pele como quem experimenta a coisa mais gostosa do mundo, enquanto usava as duas mãos para apertar e dar leves tapas nas minhas nádegas.

Para deixar a brincadeira ainda melhor, enquanto ele colocava um dedo e depois o outro bem devagar lá atrás para me alargar com todo o cuidado, eu estiquei a mão até a minha mesinha de cabeceira e peguei o meu vibrador sugador. Liguei o brinquedo na velocidade média e posicionei direto no meu clítoris.

mão de mulher segurando vibrador sugador

Puta que pariu, que sensação absurda. Sentir a vibração pulsando forte na frente, me dando aquela onda de choque, enquanto os dedos dele trabalhavam com tanta precisão lá atrás… O prazer foi tanto que eu comecei a rebolar com mais força, querendo que ele colocasse os dedos cada vez mais fundo, me abrindo inteira.

O Rodrigo parou por um instante, me deixando suspirando de saudade do toque dele. Ouvir o barulho dele rasgando o pacotinho da camisinha me deu mais um pico de tesão. Eu mudei de posição e deitei de bruços na cama, com a barriga colada no colchão, mas mantendo o quadril um pouco elevado.

Ele espalhou mais um pouco de lubrificante no pau e se posicionou por trás de mim. Senti a ponta rígida dele cutucar a minha entrada e, com toda a paciência do mundo, ele começou a empurrar o pau para dentro do meu cuzinho bem devagar. Fui soltando o ar pela boca aos poucos, me acostumando com aquele preenchimento maravilhoso, até que ele entrou inteirinho.

Soltei um gemido alto, daqueles que vêm do fundo do peito. A minha única função ali naquele momento era deitar, sentir o prazer absurdo que aquele homem estava me dando e continuar segurando o meu vibro clítoris para não deixar o ritmo cair. O Rodrigo começou a dar estocadas lentas e profundas, me tratando com um carinho e um cuidado que só me faziam amar ainda mais aquele momento.

O atrito do pau dele por dentro e a sucção da rosa por fora foram uma combinação bombástica. Eu já estava no meu limite, sentindo que não ia conseguir aguentar aquela intensidade por muito tempo.

— Ai, amor… Eu vou gozar, continua… Vai mais fundo! eu gritava, apertando o travesseiro com a mão livre. — Goza junto comigo, vai, derrama tudo na sua mulher!

O Rodrigo entendeu o recado. Ele segurou firme nos meus quadris, mudou o ângulo e começou a meter cada vez mais rápido, com mais força. Eu sentia o peito dele subindo e descendo com força. Fiquei ligada em cada detalhe até que senti as pernas dele começarem a tremer de leve, um sinal claro de que ele também estava chegando ao topo e não tinha mais volta. Ver o meu homem naquele estado de puro delírio por minha causa foi o empurrão final.

Prendi o ar, apertei o vibrador contra o clítoris com força e desabei em um orgasmo maravilhoso, sentindo meu corpo todo contrair e o cuzinho apertar o pau dele com muita força. No mesmo segundo, o Rodrigo soltou um gemido grosso no meu ouvido, deu as últimas estocadas rápidas e despejou tudo o que tinha dentro da camisinha, tremendo por cima de mim.

Eu só dei um sorriso bobo e me aconcheguei mais nele, sentindo o edredom quentinho cobrir a gente e o cheiro do gel de morango ainda no ar. Esse domingo à tarde acabou sendo o jeito perfeito de recarregar as energias. Olhei para a televisão que continuava ligada no mudo, fechei os olhos bem relaxada e pensei que não existe nada melhor do que ter um homem que topa todas as minhas loucuras e me faz sentir tão gostosa.

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