Além das sala de aula: o encontro proibido que marcou os tempos de faculdade
Se tem uma coisa que o tempo não apaga são os segredos que a gente guarda dos tempos de faculdade. O campus sempre foi um caldeirão de histórias, entre os porres nas repúblicas, os cafés tomados de madrugada para dar conta de um TCC e os olhares perdidos nos corredores.
Mas, no meu caso, a memória mais forte daquela época não tem nada a ver com festas ou notas altas. É uma lembrança que ficou gravada na minha pele, daquelas que fazem o corpo esquentar e a respiração travar instantaneamente toda vez que o pensamento foge para lá.
Tudo começou quando o Caio entrou na nossa turma de Comunicação no segundo ano, vindo de uma transferência. Desde o primeiro dia, ele chamou a atenção por ser um pouco mais velho e ter aquele estilo rústico que desarma qualquer um: barba cheia e bem cuidada, cabelo escuro meio rebelde e um olhar intenso, daqueles que parecem ler os seus desejos mais escondidos.
Para completar o estrago, o cara tinha um corpo forte e usava um perfume amadeirado tão marcante que parecia avisar que ele tinha chegado antes mesmo de entrar na sala. Só de ele passar perto, meu estômago dava voltas.
O único e enorme problema? Ele era hétero. Pelo menos, era o que todo mundo sabia.
Como eu, Mateus, nunca fui de ficar forçando a barra ou insistindo onde não tinha espaço, tratei de colocar os pés no chão logo de início. Entendi o recado e decidi que o Caio seria apenas o protagonista das minhas fantasias secretas antes de dormir, e estava tudo bem, faz parte do jogo.
Só que o próprio Caio parecia não querer colaborar com a minha sanidade. Ele tinha o hábito de sentar sempre na cadeira colada à minha. Quando a gente pegava o ônibus lotado da faculdade com o resto da galera, ele dava um jeito de se escorar em mim, e vira e mexe rolava um toque demorado no meu quadril ou um roçar de braços que ele justificava com um “foi mal, o ônibus balançou”, mas que me deixava em brasa.
Para piorar a minha situação, nas festas, depois de beber umas cervejas a mais, ele vinha sentar do meu lado, jogava o braço pelo meu pescoço e soltava rindo no meu ouvido: “Cara, se eu não fosse hétero, eu juro que te pegava. Você é gostoso demais”. Eu fingia que era só piada de bêbado, sorria e desconversava, mas por dentro eu estava implodindo de tesão.
Toda essa tensão acumulada durante meses atingiu seu auge numa tarde de quinta-feira. O professor de audiovisual tinha pedido para descer até o estúdio de fotografia, para buscar alguns tripés e iluminadores para a aula prática. O lugar era imenso, um labirinto de prateleiras de aço altas, cheias de equipamentos caros, câmeras antigas e caixas de metal.
Entramos sozinhos no meio dos corredores estreitos, procurando o setor de iluminação. Estávamos conversando bobagens do dia a dia quando, de repente, um estalo seco ecoou e a luz apagou por completo. O subsolo não tinha janelas. O breu foi instantâneo e absoluto. Não dava para enxergar a palma da mão na frente do rosto.
— Não se mexe para não derrubar nada, a voz do Caio ecoou no escuro, surpreendentemente perto. — Daqui a pouco a energia deve voltar.
Ouvi o som das roupas dele se movendo. Ele começou a tatear o ar, tentando descobrir onde eu estava para não trombar em mim ou nas prateleiras. De repente, as mãos dele tocaram meus braços. Estavam geladas e quase trêmulas, revelando o susto que ele havia tomado com a escuridão repentina.
— Calma, cara. Logo volta, eu disse, rindo de leve para quebrar o gelo, embora meu próprio coração já estivesse martelando contra o peito.
Ele não disse nada. Mas, em vez de afastar as mãos, senti que ele se aproximou ainda mais. Naquele isolamento do escuro, meu olfato ficou cem vezes mais apurado. O perfume amadeirado dele, misturado com o cheiro suave de suor do fim do dia, parecia flutuar no ar. Era viciante. Ficar tão próximo dele, sentindo o calor que emanava do seu corpo mesmo sem conseguir enxergá-lo, se tornou uma tentação irresistível.
Perdi a cabeça por um instante. Subi minhas mãos lentamente pelos braços fortes dele, sentindo os músculos tensos sob o tecido da camiseta. O Caio soltou um suspiro pesado. No segundo seguinte, o choque: os braços dele se envolveram firmemente na minha cintura, me puxando para um abraço apertado. Eu paralisei, sem saber o que estava acontecendo, mas decidi continuar em silêncio absoluto, apenas sentindo.
Ele relaxou o peso do corpo e apoiou a cabeça no meu ombro, respirando fundo contra o meu pescoço. Dava para sentir seu coração batendo rápido. Aquilo já não parecia mais uma brincadeira de hétero bêbado, era a entrega de quem estava segurando algo há muito tempo. Lentamente, ele levantou a cabeça. Senti a respiração quente dele contra o meu rosto, o hálito fresco.

O beijo começou urgente, faminto. Não era um selinho ou uma brincadeira, era un beijo de língua intenso, profundo, carregado de toda a vontade reprimida que nós dois guardávamos há meses. Nos agarramos ali mesmo, entrelaçados no corredor estreito. Meus braços subiram e envolveram o pescoço dele, enquanto os dedos dele desceram rapidamente da minha cintura para apertar a minha bunda com força, cravando os dedos na calça jeans.
Realmente estava acontecendo. O cara mais cobiçado da turma, o “hétero” intocável das minhas fantasias, estava me devorando no escuro daquele almoxarifado. E eu descobri ali que o sabor do desejo guardado por tanto tempo é infinitamente mais gostoso. O beijo dele tinha gosto de posse, de urgência.
Ainda no meio daquele beijo ardente, recuei uma das minhas mãos e segurei a mão dele, guiando para baixo, direto para a frente da minha calça. Eu queria que ele sentisse o tamanho do estrago que estava causando. Meu pau já estava completamente duro, pulsando contra o tecido. O Caio não recuou. Pelo contrário, ele fechou a mão ao redor do volume e apertou com força, soltando um gemido abafado contra a minha boca.
Ele se afastou do beijo por um segundo, a respiração totalmente descontrolada no escuro.
— Me mama então, safado, sussurei.
Sem perder tempo, abri o zíper da minha calça com um puxão rápido e guiei a mão dele para dentro da minha cueca, para que ele sentisse meu pau que já estava completamente exposto e babando na ponta de tanta excitação.
O Caio não hesitou. Ouvi o som dele se abaixando, os joelhos tocando o chão de concreto do subsolo. No início, ele ficou um pouco atrapalhado pelo escuro total, a ponta do nariz dele raspando na minha coxa enquanto tentava se orientar. Mas logo ele se posicionou. Senti as mãos dele segurando firme a base das minhas coxas para se apoiar, e então os lábios quentes e a barba dele roçaram na minha pele.
Ele abriu a boca e engoliu meu pau todinho de uma vez só.
Um gemido alto escapou da minha garganta. O Caio estava sedento, entregue a uma vontade que parecia reprimida há anos. Ele chupava com força, fazendo um movimento firme de subida e descida, usando a língua para lamber toda a extensão enquanto usava os dedos da mão livre para apertar e massagear minhas bolas.
Eu estava explodindo de tesão. A adrenalina de não poder ver o rosto dele, de não saber a expressão que ele fazia enquanto se ajoelhava para mim, só aumentava o meu delírio. Eu estava completamente nas mãos dele.
— Gostoso… assim mesmo, Caio… continua… eu sussurrava.
— Posso gozar? — perguntei.
Como resposta, ele aumentou a pressão, sugando ainda mais forte, descendo tudo o que podia até a base, deixando claro que queria cada gota. Eu não consegui segurar. Meu corpo inteiro deu um sobressalto e eu gozei instantaneamente, descarregando jatos quentes direto na garganta dele. O Caio não recuou um milímetro, ele continuou sugando com firmeza durante os espasmos, engolindo e bebendo tudinho sem deixar escapar nada.
Depois de alguns segundos, ele terminou de limpar com a língua e se levantou lentamente no escuro. Senti o corpo dele se posicionar logo atrás de mim, colando o peito quente nas minhas costas. As mãos dele voltaram a apertar a minha bunda com força, puxando meu quadril para trás, enquanto ele esfregava o pau dele, que eu percebi que estava completamente duro e pulsando por dentro da calça dele, direto na fenda das minhas nádegas.
Eu empinei o corpo instintivamente, tomado por uma nova onda de tesão, completamente doido para saber se o cara rústico da faculdade também sabia comer direitinho e se aquela noite de surpresas iria ainda mais longe.
Mais uma vez, a urgência tomou conta. Senti as mãos dele puxarem minha calça um pouco mais para baixo. Parecia que ele já sabia que um dia ia acontecer, tirou uma camisinha da carteira. Caio desenrolou a camisinha com uma agilidade impressionante, enquanto me firmava contra a prateleira de aço.
Soltei um gemido agudo, que ele abafou colando a boca no meu pescoço, deixando uma mordida ardida ali. O preenchimento era forte, bruto e urgente. Ele começou a ditar um ritmo rápido, estocando fundo no escuro enquanto segurava minha cintura com força, fazendo a estrutura de metal atrás de mim vibrar de leve a cada impacto. Eu jogava o quadril para trás, completamente entregue àquela pegada possessiva, sentindo o calor dele me dominar por inteiro naquele espaço apertado.
— Mateus… você é gostoso demais, ele rosnou entre dentes, acelerando os movimentos e cravando os dedos no meu quadril.
A adrenalina de estar ali com o cara mais cobiçado da sala me levou direto para o limite. Gozei forte, soltando um gemido abafado.
Caio tirou a camisinha, deu um nó e jogou num latão enquanto fechava a calça. Na subida das escadas de volta para a sala, caminhamos lado a lado, carregando os tripés em silêncio. Mas, logo antes de abrirmos a porta, Caio diminuiu o passo, olhou para mim de lado deu um sorriso de canto, passando a mão de leve pela barba. Eu soube, na hora, que as nossas aulas práticas de audiovisual seriam muito mais interessantes daqui para frente.
Produtos de Sex Shop em Promoção
Se você busca produtos de sex shop para uso pessoal ou revenda, chegou ao lugar certo! Aqui você encontra tudo para montar sua loja ou aproveitar momentos especiais: vibradores, cosméticos eróticos, fantasias eróticas, plugs, produtos para pompoarismo e muito mais.
A Miess Sex Shop é a maior distribuidora do Brasil, com um catálogo completo, preços competitivos e parcelamento em até 10X sem juros. Explore nossas opções e transforme seu desejo ou negócio em sucesso!








