ilustração de conto erótico com homem dirigindo e mulher no retrovisor

Cinco estrelas e nenhuma regra

Saí da balada com os pés latejando dentro dos saltos, o gloss perdido no fundo da bolsa e aquela euforia leve de gim-tônica que faz o mundo girar um pouco mais devagar. O frio da madrugada bateu no meu rosto enquanto eu pedia o Uber. Dois minutos. Honda Civic prata. Motorista: Rafael.

Quando o carro encostou, a primeira coisa que notei foi o braço dele apoiado na janela, forte, levemente bronzeado, com veias que saltavam sob a pele. Entrei no banco de trás, o cheiro de carro limpo misturado a um perfume amadeirado me atingiu imediatamente. Um hip-hop de batida grave e baixa preenchia o ambiente.

— Boa noite, ele disse com uma voz grave.

— Boa noite, respondi, meus olhos encontrando os dele pelo retrovisor.

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Rafael era mais novo do que eu esperava, uns trinta anos, com ombros que ocupavam quase toda a largura do banco do motorista. Ele não desviou o olhar de imediato, sustentou por um segundo a mais do que o estritamente profissional. Senti um frio embaixo que não tinha nada a ver com o ar-condicionado.

Geralmente, eu mergulho no celular para evitar papo furado. Mas naquela noite, o brilho da tela parecia ofensivo diante daquela tensão silenciosa. Fiquei olhando a cidade passar, as luzes da avenida borradas, sentindo o peso do olhar dele voltando para mim pelo espelho a cada semáforo fechado.

— Curtiu a noite?, ele perguntou, quebrando o silêncio. A voz dele era direta, sem a pressa de quem quer apenas encerrar o turno.

— Sim. Foi boa. Fiz uma pausa, ajeitando o meu vestido que tinha subido um pouco mais do que o necessário. — Você trabalha até que horas?

— Depende do movimento. Noite de sexta costuma ir até as cinco.

— E não cansa? Ficar rodando por aí enquanto o resto do mundo se diverte ou dorme?

Ele deu um sorriso de canto, aquele tipo de sorriso que diz que ele sabe exatamente o que eu estou pensando. — Cansa. Mas prefiro a noite. A cidade fica… sem filtros.

Eu me inclinei um pouco para frente, deixando meus seios levemente à mostra no decote enquanto apoiava o braço no console central. — E você? É do tipo que gosta de ver as pessoas sem filtros, Rafael?

Ele parou o carro no sinal vermelho e virou o rosto para trás. O olhar dele desceu pelo meu corpo, passando diretamento pelas minhas pernas abertas no banco de trás, antes de subir para os meus olhos. — Gosto de ver até onde elas estão dispostas a ir.

Quando chegamos na frente do meu prédio, o Honda Civic parou suavemente, mas ele não encerrou a corrida no aplicativo. O som do motor em marcha lenta e o hip-hop baixo criavam uma redoma em volta de nós.

— Chegamos, ele disse, mas as mãos dele continuavam firmes no volante.

— Eu sei, respondi. Não me movi. O silêncio pesou…

— Você tem mais corridas, Rafael?

Ele pegou o celular, a tela iluminando o rosto de maxilar marcado. Com um movimento decidido, ele desativou o aplicativo e jogou o aparelho no banco do passageiro. — Agora não tenho mais nada para fazer. A não ser subir com você.

Não acendemos as luzes. O apartamento era iluminado apenas pelo clarão azulado que vinha das janelas grandes, revelando a silhueta dele se aproximando no corredor. Rafael me prensou contra a parede com uma mão só, o braço firme no meu ombro, me imobilizando enquanto o cheiro dele, suor limpo, asfalto e perfume, me deixava louca.

O beijo foi um nocaute. Nada de preliminares educadas. Ele invadiu minha boca com uma língua faminta e dominante, enquanto a outra mão dele subia pelo meu vestido, puxando o tecido para cima até encontrar a minha calcinha de renda já encharcada.

— Você estava querendo isso desde o terceiro quarteirão, não estava?

Ele me levou para o quarto e me jogou na cama. Rafael tirou a camiseta, revelando um peito largo e abdômen definido. Ele se ajoelhou entre minhas pernas e puxou meu vestido de uma vez, me deixando completamente exposta sob a luz da lua.

casal se beijando na cama

Ele começou com a boca. Suas mãos abriram minhas coxas com força, e ele mergulhou entre elas. A língua dele era técnica, rítmica e impiedosa. Ele traçava círculos em volta do meu clitóris, sugando com uma pressão que me fazia arquear as costas e cravar os dedos no lençol. Quando ele enfiava os dedos em mim, explorando minha boceta por dentro enquanto a boca trabalhava sem parar, eu perdi o controle.

Gozei com violência, minhas pernas tremendo em volta do pescoço dele enquanto ele bebia cada gota minha, não parando até que o último espasmo cessasse.

Eu ainda estava recuperando o ar quando senti o peso dele sobre mim. Rafael se livrou da calça, revelando sua potência, pau grosso, latejante e perfeitamente rígido. Ele colocou a camisinha, passou lubrificante e posicionou seu pau na minha entrada e me olhou fixamente.

— Agora é a minha vez, ele disse, com uma voz que não admitia contestação.

Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, dando tempo para que o meu corpo se expandisse para acomodá-lo. A sensação de preenchimento era absoluta, um calor que parecia atingir o fundo do meu estômago. Quando ele deu a primeira estocada profunda, bati com a cabeça na cabeceira da cama.

Ele começou a me foder em um ritmo bruto, as mãos segurando meus quadris com tanta força que eu sabia que deixaria marcas.

Eu o queria de todas as formas. Me virei de quatro, oferecendo minha bunda para ele. Ele não hesitou. Segurou meu cabelo com uma mão, puxando minha cabeça para trás, e se enterrou em mim por trás com uma fúria animal. Cada estocada me jogava para frente, e eu sentia o pau dele raspar em pontos que me faziam ver estrelas.

— Olha para mim pelo espelho do armário, ele ordenou, a voz falhando pelo esforço.

Eu vi nossa imagem: ele, dominante, os músculos das costas trabalhando, e eu, completamente entregue, sendo possuída por um estranho que dirigia um Honda Civic. Aquela visão foi o gatilho final. Gozei de novo, um orgasmo longo e profundo que me deixou sem forças.

Estava exausta, o corpo amolecido contra o colchão, mas o calor que vinha dele ainda era elétrico. Rafael se afastou devaga e sentou na beira da cama, tentando recuperar o fôlego. O pau dele ainda estava ali, pulsando, rígido e brilhando sob a luz fraca da madrugada que entrava pela janela.

Eu não queria que a noite acabasse naquele silêncio.

Escorreguei pelo lençol até o pé da cama e me ajoelhei entre as pernas dele. Rafael travou por um segundo, as mãos apoiadas nos joelhos, os músculos das costas ainda tensos. Olhei para cima, o rímel levemente borrado, e vi o desejo se acender de novo nos olhos dele. Sem dizer uma palavra, envolvi o pau dele com as mãos, sentindo a espessura e o calor latejante.

— Achei que você já estivesse sem forças, ele falou, a voz saindo mais rouca do que nunca.

— Para isso aqui? Nunca, respondi, e abri a boca.

Comecei pela ponta, passando a língua devagar, saboreando cada gota do nosso prazer misturado. Depois, fechei os lábios e o engoli de uma vez. O contraste da minha boca quente e úmida com o ar frio do quarto fez Rafael soltar um ganido baixo. Eu o chupei com uma vontade faminta, usando a mão para massagear a base enquanto descia o máximo que conseguia, sentindo o pau dele bater no fundo da minha garganta.

— Porra… para… ou eu vou…, ele tentou dizer, mas a frase morreu em um suspiro quando usei a língua para contornar a cabeça dele com pressão.

Eu não parei. Acelerei o movimento das mãos e da boca, olhando fixamente para ele, vendo o peito dele subir e descer freneticamente. Ele era puro músculo e tensão. Senti o pau dele dar o primeiro solavanco, um aviso de que o limite tinha chegado. Envolvi com força, fazendo um vácuo final e desesperado.

Rafael soltou um gemido e se arqueou por inteiro. Senti o jato quente atingir o fundo da minha boca, denso e pulsante. Ele descarregou tudo ali, o corpo tremendo sob minhas mãos enquanto eu bebia cada gota daquela entrega final. Quando finalmente soltei, ele desabou para trás, exausto, com um sorriso de quem tinha acabado de fazer a viagem mais intensa da sua vida.

— Corrida finalizada, ele disse com um sorriso — Boa noite, ou bom dia.

— Boa noite, Rafael.

Na manhã seguinte, abri o aplicativo. Lá estava a viagem da noite anterior. Honda Civic prata. Dei cinco estrelas, mas se houvesse a opção de dar dez, eu teria dado. Afinal, foi a melhor “corrida” que eu já fiz na vida.

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