Entre esmaltes e desejos escondidos
Entrei por indicação da minha vizinha. “Vai lá, a Ju é excelente, cobra barato e não fica te alugando com papo furado”, ela disse.
A Ju tinha a mão leve. Percebi isso em trinta segundos. Quando ela pegou minha mão direita para remover o esmalte velho. Seus dedos envolveram os meus com uma delicadeza que beirava o carinho, uma atenção que me fez sentir como se eu fosse feita de cristal.
O papo surgiu sozinho. Falamos sobre o trabalho, sobre o clima, até que, inevitavelmente, o assunto caiu no terreno perigoso dos ex-namorados.
— O meu último era daqueles que achava que saber onde fica o clitóris era conhecimento opcional, uma lenda urbana, ela comentou, sem tirar os olhos da cutícula que removia com precisão cirúrgica.
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Ri com uma honestidade que me pegou de surpresa, sentindo o calor subir pelas minhas bochechas.
— O meu tinha GPS, mas se recusava a ligar o aparelho. Preferia se perder no caminho, respondi.
Ela levantou os olhos. Por um segundo, a lixa parou. Ela me deu um sorriso de cumplicidade e ao mesmo tempo acolhedor. O ar na sala mudou. Ficou denso, carregado de uma eletricidade estática que fazia os pelos do meu braço se arrepiarem toda vez que a ponta dos dedos dela roçava na palma da minha mão.
Quando ela terminou as mãos, passou um óleo de cutícula que cheirava a baunilha, massageando cada dedo meu com movimentos circulares, lentos, subindo até o pulso. Eu já estava respirando mais devagar, sentindo meu corpo relaxar de um jeito que não era normal para uma manicure.
— Quer fazer os pés também?, ela perguntou, a voz um pouco mais baixa, quase um convite.
— Com certeza — eu disse.
Tirei os sapatos. Ela trouxe a bacia com água morna. Quando ela se ajoelhou na minha frente e pegou meu pé descalço, segurando meu calcanhar com firmeza enquanto mergulhava meus dedos na água, algo mudou. Ela olhou para mim de baixo para cima, uma posição de submissão que exalava domínio.
— Você mora perto?, perguntou, deslizando o polegar pelo arco do meu pé. — A dois quarteirões, respondi, minha voz saindo um pouco falhada.
Ela não disse mais nada. Apenas terminou o serviço com uma calma torturante. Quando fui pegar a carteira, ela sacudiu a cabeça.
— Outro dia você paga. Hoje foi por conta da casa.
Passei a semana inteira sentindo o fantasma dos dedos dela na minha pele. Voltei na quinta seguinte. Não havia esmalte para tirar, minhas unhas estavam perfeitas, mas eu precisava saber se a tensão que senti era real ou apenas um delírio de uma tarde solitária.
Era real. Mais real do que eu estava preparada.
Ela fechou mais cedo naquele dia, virou a placa para “Fechado” e trancou a porta de vidro com um clique seco que ecoou no meu peito. Ela me guiou para a sala dos fundos. Lá dentro, tinha um sofá estreito cercado por prateleiras lotadas de vidrinhos coloridos.
O beijo aconteceu antes mesmo da primeira palavra. Foi macio, um encontro de línguas que buscavam respostas.

A mão dela subiu pelo meu pescoço, os mesmos dedos que cuidavam de unhas agora puxando meu cabelo com uma firmeza deliciosa. Ela me empurrou gentilmente para o sofá e eu me deitei, sentindo o coração contra as costelas.
A Ju trabalhava no meu corpo com a mesma atenção minuciosa que dava às suas clientes. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e começou a subir meu vestido devagar. Sua boca traçou um caminho de fogo: beijou meus tornozelos, a parte interna das coxas, deixando marcas leves onde sua língua passava.
— Eu passei a semana pensando no seu toque, ela sussurrou contra o tecido da minha calcinha.
Com um movimento ágil, ela removeu a barreira e passou um pouco de um gel chamado Sedenta por Oral, que faz jus ao nome. Eu estava encharcada, uma necessidade líquida que brilhava sob a luz suave da sala. Ela abriu meus lábios com os dedos, aqueles dedos longos e experientes, e começou a trabalhar. Ela não tinha pressa. Primeiro, usou a ponta da língua para contornar meu clitóris, testando minha sensibilidade. Depois, começou a sugá-lo com uma pressão rítmica, precisa, técnica.
Eu fechei os olhos e vi estrelas. O prazer era agudo, focado. Enquanto sua boca me devorava, ela deslizou dois dedos para dentro de mim. A sensação de preenchimento combinada com a sucção externa me fez perder o controle do corpo. Minhas mãos encontraram o cabelo dela, empurrando seu rosto…
— Ju… por favor… eu gemia, os quadris subindo, buscando mais daquele contato elétrico.
Ela aumentou a velocidade, a língua agora firme, batendo contra meu clitóris enquanto os dedos faziam movimentos de “vem cá” dentro de mim, atingindo meu ponto G de forma certeira. O orgasmo veio como uma explosão de cores, um espasmo violento que me fez gritar o nome dela. Eu sentia cada contração apertando os dedos dela, enquanto ela continuava a me lamber.
Quando o tremor finalmente cessou, ela se levantou, limpando os lábios com o polegar, um sorriso vitorioso no rosto. Mas eu ainda não estava satisfeita. Puxei-a pelo quadril, fazendo-a sentar no sofá enquanto eu me ajoelhava no chão frio.
— Minha vez de aprender sua rotina, eu disse.
Abri a calça dela e me deparei com um aroma que me deixou tonta. A Ju soltou um suspiro longo quando minha língua encontrou sua buceta. Ela era doce, quente e estava tão pronta… Copiei o ritmo dela, usando a ponta da língua para provocar antes de mergulhar fundo. Senti as mãos dela cravarem nos meus ombros conforme eu aumentava a pressão.
Eu queria dar a ela o mesmo cuidado detalhista. Usei meus dedos sentindo como ela pulsava em volta de mim. Quando comecei a usar a língua com movimentos rápidos e circulares no topo, enquanto enfiava três dedos nela, ela arqueou as costas de tal forma que quase caiu do sofá.
— Isso… meu Deus, sim!, ela exclamou, a respiração saindo em estalos.
Ela gozou com força, as coxas tremendo contra minhas orelhas, o corpo se entregando totalmente ao ritmo que eu impunha.
Ficamos ali por um tempo, o silêncio da sala dos fundos preenchido apenas pelo som das nossas respirações pesadas e pelo cheiro doce do óleo de cutícula que pairava no ar. A Ju ainda tremia levemente, as mãos espalmadas no sofá enquanto tentava recuperar o fôlego. Mas o desejo, uma vez despertado por mãos tão precisas, não se acalmava tão fácil.
Ela me puxou para cima, os olhos brilhando com uma urgência nova.
— Não acabou, ela sussurrou, a voz carregada de uma autoridade que me fez estremecer.
Ela se deitou de costas e me trouxe para cima dela, posicionando meu corpo entre suas pernas abertas. Foi quando a dinâmica mudou de “cuidado” para “entrega bruta”. Nossas bucetas se encontraram sem barreiras, pele contra pele, úmidas e pulsantes. O contato inicial foi como um choque elétrico que percorreu minha espinha.
Começamos a nos esfregar, um movimento rítmico e faminto de quadril contra quadril. O calor gerado pela fricção dos nossos clitóris se esmagando um contro o outro. A Ju segurou minha nuca, colando nossas bocas em um beijo desesperado, enquanto suas pernas se entrelaçavam nas minhas, me prendendo contra ela para que não houvesse nem um milímetro de espaço sobrando.
O som era obsceno, o estalar úmido dos nossos corpos se movendo em sincronia, o atrito da pele suada contra o sofá. A cada subida que eu dava, pressionando meu peso contra o dela, ela soltava um rosnado baixo, cavando as unhas (aquelas unhas perfeitas) nas minhas costas.
— Isso… mais forte… ela implorava, girando o quadril para encontrar o ângulo exato onde o prazer era insuportável.
Minha visão começou a embaçar enquanto o ápice se aproximava. A Ju começou a acelerar o movimento, me empurrando para cima e para baixo com uma força que fazia o sofá ranger contra a parede. O prazer não era mais uma onda, era um tsunami.
— Agora! eu gritei, sentindo o mundo explodir.
Gozamos juntas, coladas, as bucetas pressionadas com tanta força que pareciam querer se fundir em uma só. Meus músculos contraíram em volta do nada, enquanto os dela faziam o mesmo contra mim. Ficamos paralisadas naquela posição por longos segundos, unidas pelo suor e pelo êxtase, sentindo os últimos espasmos de prazer percorrerem nossos corpos.
Saí às sete da noite. Meu esmalte estava intacto, mas minha alma estava desfeita e reconstruída. Minha vizinha notou que eu comecei a ir à manicure toda semana, sem falta. Ela achou que eu tinha virado fanática por unhas perfeitas. Deixei que ela achasse.
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