casal transando no banho

“Molhadinha no Azulejo” – Transando no banho [Conto Erótico]

Eu só queria tomar um banho e relaxar. A água quente escorrendo pelas costas, o vapor subindo e preenchendo cada canto do banheiro, e a minha cabeça tentando desacelerar do dia puxado.

Fechei os olhos por uns instantes, deixando a espuma deslizar pelos meus seios. Nem ouvi a porta abrindo. Só percebi quando senti aquele cheiro — o cheiro dele. Mistura de pele, sabonete amadeirado e vontade contida.

Abri os olhos devagar e ele já tava ali, pelado, entrando no box como se o convite tivesse sido dado com o pensamento.

— Tá precisando de companhia? — ele perguntou, encostando a mão na minha cintura, com aquele olhar que me desmonta.

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— Só se for pra sair mais relaxada do que entrei.

Ele sorriu e me virou de costas com delicadeza. Encostei no azulejo frio, sentindo o contraste do calor da água e das mãos dele. A pegada era firme. A intenção, óbvia. Ele sabia exatamente o que fazer.

Me beijou no pescoço enquanto deixava a água escorrer entre nós. A barba molhada arranhando de leve, a respiração quente no meu ouvido, os dedos escorregando pelas minhas coxas. Eu já tava entregue e ele nem tinha começado de verdade.

Ajoelhou ali mesmo, no meio do box. Passou a língua devagar pela minha virilha, como se saboreasse o caminho até o meu prazer. Quando chegou no meu clitóris, me arrepiou inteira.

— Já tá molhada — ele sussurrou.

— A água ajudou, mas não é só ela — respondi, ofegante.

Ele riu, e voltou com a língua. Firme, molhada, certeira. Fazia movimentos circulares, lentos e provocantes, depois acelerava do nada, me fazendo segurar nos azulejos como se minha vida dependesse disso. E talvez dependesse mesmo. Eu tremia. Me contorcia. Sentia cada chupada como um choque de prazer direto no coração.

— Porra… continua — foi o máximo que consegui dizer, entre gemidos.

Quando eu tava prestes a gozar, ele parou, levantou num impulso e me virou de frente. Me beijou com força, com a boca quente e cheia de desejo. O pau dele roçava na minha barriga, duro, pulsando. E eu queria ele dentro de mim. Agora.

— Vira de novo — ele ordenou, com a voz rouca.

Obedeci sem pensar. Ele me segurou pela cintura e entrou devagar, mas fundo. A sensação de preenchimento, de pele escorregando contra pele, do som molhado dos nossos corpos se encontrando… tudo era intensamente erótico.

A água escorria entre nós, levando embora qualquer pudor. Só restava tesão.

Ele me comia ali, contra a parede, com movimentos ritmados, precisos. A mão dele apertava meu quadril enquanto outra deslizava pela frente, alcançando meu clitóris e massageando sem piedade.

— Vai gozar pra mim aqui mesmo — ele disse no meu ouvido, mordendo meu ombro.

E eu fui. Me entreguei completamente. Gemendo alto, sem vergonha, com as pernas tremendo e a cabeça encostada na parede. Ele gozou junto, com um gemido rouco, profundo, agarrado em mim, como se não quisesse sair nunca mais.

Ficamos ali um tempo, ofegantes, sem dizer nada. Só a água quente caindo e lavando os nossos pecados… e o chão molhado de prazer.

Ele me puxou pro colo, com um sorriso safado.

— E aí… banho assim todo dia?

— Se for com você me deixando assim? Por mim, a gente nem sai do chuveiro.

A água já tinha sido desligada, mas a gente continuava pegando fogo. Saí do box ainda meio mole, os joelhos querendo falhar, e o corpo pedindo mais. Ele me olhou como se quisesse me devorar de novo. E eu deixaria.

Ele me envolveu na toalha com carinho, mas nos olhos dele não tinha nada de inocente. Só desejo. Daqueles que não se apagam com um orgasmo só.

— Tá leve agora? — ele perguntou, com aquele sorrisinho de canto.

— Tô quase. Mas acho que você ainda tem dívida comigo — provoquei, puxando a toalha dele.

Ele sorriu e me agarrou pela cintura, me levantando no colo como se eu fosse feita de espuma. Me levou até o quarto com facilidade e me jogou na cama, sem dar tempo pra pensar. O lençol ainda estava frio, mas o calor dos nossos corpos incendiava tudo.

Deitei de costas, molhada por dentro e por fora, e abri as pernas pra ele como quem oferece o paraíso. Ele nem respondeu — ajoelhou entre minhas coxas e mergulhou.

E quando eu digo mergulhou, é literal. A boca dele se encaixou no meu clitóris como se fosse feita pra isso. A língua dançava, explorava, lambia cada pedacinho com tanta vontade que eu quase perdi o ar.

— Mais… não para — sussurrei, segurando firme no travesseiro.

Ele chupava com fome, como se estivesse viciado no meu gosto. E eu… eu só gemia, gemia alto, gemia sem vergonha. Meu corpo inteiro reagia. Quadris se movimentando sozinhos, os mamilos duros, a pele quente, a alma tremendo.

Quando ele me sentiu perto, enfiou dois dedos bem devagar, fazendo movimentos de vai e vem enquanto continuava chupando. Eu perdi o controle. Gozei gemendo forte, os olhos revirando, a respiração falhando.

Ele subiu com aquele sorriso safado, a boca molhada, e se deitou do meu lado.

Mas eu não ia deixar ele escapar fácil.

— Deita. Agora é minha vez de brincar.

Montei nele devagar, com aquela cara de quem manda. A sensação de tê-lo dentro de mim era deliciosa, preenchendo, pulsando, tocando fundo. Comecei a cavalgar no ritmo que eu queria, provocando, rebolando com malícia.

As mãos dele percorriam minhas coxas, minha cintura, meus seios. Ele me olhava como se eu fosse um vício.

— Você não existe… — ele disse, ofegando.

— E você vai gozar olhando nos meus olhos — respondi, rebolando mais fundo.

Fui até o fim. Controle total. Eu sentia cada pulsada dele, cada reação. E quando ele explodiu dentro de mim, veio gemendo meu nome, me puxando com força, como se quisesse colar nossas peles.

Desabei por cima dele, suada, rindo, completamente satisfeita.

— Agora sim… tô flutuando.

— Isso porque era só um banho — ele disse, rindo, me abraçando por trás.

Ficamos ali, entre beijos molhados, mãos preguiçosas e pernas entrelaçadas. O cheiro de pele, o gosto de sexo, o silêncio cheio de desejo.

E antes de apagar, ele sussurrou no meu ouvido:

— Amanhã, quero te chupar com o chuveiro desligado… só pra te ouvir gemer mais alto.

E eu, meio sonolenta, só respondi:

— Então deixa a porta destrancada de novo.

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