Quando o primeiro tapa veio
A discussão começou por causa do ar-condicionado, mas os dois sabiam que não era o aparelho. Era o cansaço acumulado de uma semana cheia, a janta que atrasou e a irritação boba que se instalou na sala. Leo estava com o controle na mão, a expressão fechada, e Marina andava de um lado para o outro, gesticulando além da conta.
— Você está sendo chata, Marina. Só isso. Não gritava, mas a voz dele tinha um peso que cortava o ambiente.
Marina parou no meio da sala. Ela respirou fundo, os lábios semiabertos, prestes a soltar uma resposta atravessada para vencer o argumento. Mas o olhar de Leo mudou. A irritação dele evaporou, dando lugar àquela intensidade escura que ela conhecia muito bem. Ele deu dois passos na direção dela, diminuindo a distância até ela conseguir sentir o calor do corpo dele.
— Quer continuar testando para ver onde isso vai dar?, ele perguntou, a voz agora num tom baixo, quase confidencial.
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O clima na sala virou uma chave na hora. O estresse do dia a dia simplesmente sumiu. Marina sentiu a boca secar. Ela adorava o controle dele, e os dois sabiam que aquela era a senha para o desfecho preferido deles.
Em vez de responder, ela deu um sorriso curto, desafiador, e deu um passo para trás.
— Quero.
Leo não hesitou. Ele deu um passo firme, segurou Marina pela cintura com as duas mãos e a ergueu sem esforço, sentando ela direto na bancada da cozinha. O impacto suave do quadril dela contra o mármore frio arrancou um suspiro dela.

Ele se enfiou entre as pernas de Marina, prendendo-a ali. Sem romper o contato visual, Leo levou as mãos até a barra do short de malha dela e puxou a peça para baixo, junto com a calcinha, deixando presas nos joelhos dela. Marina abriu as pernas um pouco mais, se expondo completamente à luz suave da luminária da cozinha.
— Quantas vezes a gente já conversou sobre esse tom comigo?, Leo perguntou, a mão grande espalmada de leve na coxa interna dela, subindo até sentir a umidade que já começava a brotar na boceta de Marina.
— Não lembro… me faz lembrar, ela provocou, a voz já embargada pelo tesão.
Slap!
A primeira palmada veio sem aviso, seca e estalada. A mão de Leo atingiu em cheio a lateral da nádega direita de Marina. O som ecoou na cozinha vazia. Ela arqueou as costas imediatamente, soltando um gemido agudo. A pele ardeu, um calor forte que correu direto para o meio das pernas dela.
— Um, Leo disse, os olhos fixos na reação dela.
Ele deu mais dois tapas rápidos, distribuindo o impacto. A pele de Marina começou a mudar de cor, ganhando um tom avermelhado vivo sob a luz dourada. Ela jogou a cabeça para trás, respirando de boca aberta, entregue ao ritmo que ele ditava. A mistura da dor aguda com a humilhação gostosa de estar nua na bancada da cozinha levava o tesão dela ao limite.
Leo deu mais três tapas firmes, ritmados, fazendo a carne macia oscilar e queimar. Marina já rebolava de leve contra o mármore, buscando o alívio que só o corpo dele podia dar.
— Olha para mim, ele mandou.
Ela abaixou o rosto, os olhos brilhando de excitação. Leo deu a última palmada, forte, bem no centro, e segurou a mão pesada ali, pressionando a pele quente de Marina contra o calor da sua própria palma.
Ele não deu tempo para ela se recuperar. Leo abriu o próprio cinto e a calça com rapidez, libertando a neca rígida e pulsando. Ele segurou Marina pelas coxas, puxando o corpo dela bem para a borda da bancada, deixando-a na altura exata.
Ele virou ela e quando entrou, foi com tudo, uma estocada profunda que fez Marina perder o fôlego. A sensibilidade dela estava tão alta por causa do estímulo dos tapas que a metida pareceu quase avassaladora.
Leo começou a se mover num ritmo bruto. A cada estocada, a pelve dele batia contra a bunda avermelhada dela. Marina se virou para ele e envolveu as pernas ao redor da sua cintura, prendendo-o ali, querendo sentir cada centímetro.
— Você me deixa louca de tesão, Marina, ele rosnou perto do ouvido dela, a respiração cortada.
Ela se contraiu inteira, cravando os dentes no pescoço dele enquanto gozava forte.
Ele não se deu por satisfeito. O tesão na cozinha ainda estava espesso, e a visão de Marina totalmente entregue, com as coxas abertas e a pele da bunda ainda vermelha e quente pelas palmadas, fez a cabeça dele virar de novo.
Leo se ajoelhou no chão da cozinha, bem entre as pernas dela.
— Leo… o que você…? — ela tentou falar, mas a voz sumiu quando sentiu o hálito quente dele bater direto na sua boceta.
— Não acabei com você ainda, ele murmurou, olhando para cima por um segundo antes de avançar.
Leo colou a boca nela sem rodeios. A primeira lambida foi longa, de baixo para cima, recolhendo a mistura dos fluidos deles que escorria por ali. Marina soltou um gemido alto, o corpo dando um sobressalto na bancada. A língua dele era firme e experiente; ele sabia exatamente o ponto que a fazia enlouquecer.
Ele começou a sugar o clitóris dela com uma pressão deliciosa, enquanto usava os dedos de uma das mãos para entrar novamente nela, explorando a umidade em um ritmo lento. A combinação da textura molhada da língua dele com o estalo do sexo oral no silêncio da cozinha era uma tortura perfeita. Marina cravou os dedos nos cabelos de Leo, puxando os fios levemente para guiar a intensidade que queria.
A sensibilidade dela, que já estava no limite por causa do orgasmo recente e do calor do spanking, explodiu. Leo acelerou o movimento da língua, fazendo um movimento em círculos, firme e focado, subindo a pressão conforme ouvia os gemidos dela ficarem mais agudos e desesperados.
— Eu vou… Leo, para, eu vou gozar de novo, o quadril tremendo, tentando se esquivar do prazer que já queimava, mas ele segurou a cintura dela com força, prendendo no lugar e intensificando as lambidas.
O segundo orgasmo veio como uma pancada. Marina travou as pernas ao redor dos ombros dele, os músculos da sua ppk pulsando com força contra os dedos e a boca de Leo enquanto ela derretia por completo, soltando um grito arrastado que ecoou pelo apartamento. Ele continuou ali por mais alguns segundos, sugando com suavidade durante os espasmos finais, saboreando cada gota do gozo dela.
Quando Leo finalmente se levantou, limpando os lábios com as costas da mão e ostentando um sorriso vitorioso, Marina mal conseguia manter os olhos abertos. Ele a puxou pela cintura, ajudando ela descer da bancada, e a pegou no colo com cuidado. A cozinha tinha ficado para trás, mas o cansaço bom e o rastro daquela entrega total iam durar a noite inteira.
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