mão de homem segurando banana para ilustrar um post sobre mitos na masturbação

Desbancamos 10 mitos da masturbação

Vamos falar de masturbação sem tabu? Apesar de ser uma prática completamente natural, ainda existem muitos mitos e crenças estranhas sobre o assunto. Tem gente que acredita que masturbação faz nascer pelo na mão, provoca acne, diminui o desejo sexual e até atrapalha a gravidez. Sério, parece que inventaram uma nova teoria a cada geração!

O problema é que esses mitos acabam criando culpa, vergonha e insegurança em algo que faz parte da sexualidade humana. A masturbação está ligada ao prazer, ao autoconhecimento e até ao bem-estar físico e emocional. E o melhor: ela pode ajudar você a conhecer melhor seu corpo, entender o que dá prazer e melhorar a vida sexual.

Então chegou a hora de separar fatos de invenções. Vem com a gente desbancar 10 mitos sobre masturbação que ainda circulam por aí!

1. Masturbação causa mudanças nos órgãos sexuais

Esse é um dos mitos mais antigos, e um dos mais absurdos também. Não, masturbação não modifica a vagina, vulva, pênis, clitóris e nem qualquer outra parte íntima.

Você é uma mulher que quer ganhar dinheiro extra ou está pensando em começar seu próprio negócio? Então, este guia é para você. “Começando a Revender: O Guia Completo para Iniciantes no Mundo do Empreendedorismo” é um caminho simples e claro para quem quer entrar no mundo das vendas.

O formato e o tamanho dos órgãos sexuais são definidos principalmente pela genética. Ou seja, masturbar-se não vai “alargar” a vagina, entortar o pênis ou modificar o corpo de nenhuma maneira.

Muita gente acredita nisso porque ainda existe uma visão muito errada sobre sexualidade, principalmente a feminina. Durante anos, criaram a ideia de que sentir prazer poderia “estragar” o corpo da mulher, o que obviamente não faz sentido.

Na verdade, conhecer a própria pepeca, explorar o clitóris e entender as regiões de prazer ajuda muito no autoconhecimento e até na autoestima sexual.

2. Masturbação provoca acne

Quem nunca ouviu alguém dizer que masturbação dá espinha? Principalmente na adolescência, esse mito aparece bastante.

Só que a ciência nunca encontrou qualquer relação entre masturbação e acne. As espinhas surgem principalmente por alterações hormonais, oleosidade da pele, alimentação, genética e cuidados com a pele.

O que acontece é que a adolescência costuma ser justamente a fase em que a masturbação começa a fazer parte da vida de muitas pessoas. Então muita gente associou uma coisa à outra sem nenhum fundamento.

rosto de homem com ane

Aliás, dependendo da situação, a masturbação pode até ajudar a aliviar o estresse. Durante o orgasmo, o corpo libera hormônios ligados ao prazer e ao relaxamento, como endorfina e ocitocina. Resultado? Sensação de bem-estar e relaxamento depois daquele momento gostoso.

3. Faz mal para a saúde

Outro mito clássico. Não, masturbação não faz mal para a saúde quando acontece de forma saudável e equilibrada.

Na prática, ela é uma atividade sexual como qualquer outra. Inclusive, diversos especialistas apontam benefícios relacionados ao relaxamento, melhora do humor, redução da ansiedade e até melhora do sono.

Além disso, a masturbação ajuda você a conhecer melhor o próprio corpo. Isso facilita muito na hora do sexo porque você entende quais estímulos gosta mais, quais regiões dão mais prazer e o que funciona melhor para você.

O problema só aparece quando qualquer comportamento começa a prejudicar a rotina, os relacionamentos ou a saúde emocional. Mas isso vale para literalmente qualquer hábito da vida, não apenas para masturbação.

4. Só adolescentes se masturbam

Esse mito também precisa acabar urgentemente.

Adultos se masturbam. Pessoas casadas se masturbam. Quem namora também. E isso não significa falta de parceiro, insatisfação sexual ou problemas no relacionamento.

A masturbação faz parte da sexualidade em qualquer fase da vida. A diferença é que, na adolescência, existe uma descoberta mais intensa do corpo e dos desejos. Já na vida adulta, a prática costuma estar mais ligada ao relaxamento, ao prazer e ao autoconhecimento.

Inclusive, muita gente mantém a masturbação mesmo tendo uma vida sexual ativa. Uma coisa não exclui a outra.

E olha só: se masturbar também pode melhorar o sexo a dois. Afinal, quando você conhece seu corpo, fica muito mais fácil orientar o parceiro sobre o que dá prazer de verdade.

5. Quem se masturba demais fica “viciado”

Masturbação não funciona como droga química, então não existe um “vício” da forma como muita gente imagina.

O que pode acontecer, em casos raros, é um comportamento compulsivo. Ou seja, a pessoa usa a masturbação como única forma de aliviar ansiedade, estresse ou problemas emocionais. Quando isso interfere na rotina, nos relacionamentos ou no trabalho, vale procurar ajuda profissional.

Mas masturbar-se com frequência não significa automaticamente que existe um problema. Cada pessoa possui um nível de desejo sexual diferente. Algumas têm mais libido, outras menos. O importante é observar se a prática está saudável e confortável para você.

Aliás, sentir desejo é completamente normal. Seu corpo não tem um botão de “proibido sentir tesão”, né?

6. É errado ou “proibido”

Aqui entramos em uma questão muito pessoal e ligada às crenças de cada indivíduo.

Durante muito tempo, o prazer foi tratado como pecado ou motivo de culpa. Isso fez muita gente crescer acreditando que tocar o próprio corpo era algo errado.

Só que sexualidade faz parte da vida humana. O prazer, o desejo e o autoconhecimento corporal são naturais.

Claro que cada pessoa vive isso de acordo com suas crenças, religião e valores pessoais. O mais importante é que ninguém viva a sexualidade carregando culpa extrema, medo ou vergonha do próprio corpo.

Você não é uma pessoa pior porque sente prazer. E muito menos porque conhece o próprio corpo.

7. Masturbação atrapalha a gravidez

Esse mito é muito comum entre mulheres, mas não faz sentido.

A masturbação não dificulta engravidar. Na verdade, em muitos casos, ela até ajuda a aumentar o bem-estar sexual e a conexão com o próprio corpo.

Quando existe prazer durante as relações, o casal costuma ter mais intimidade e frequência sexual, o que naturalmente aumenta as chances de gravidez , desde que não exista nenhum método contraceptivo sendo utilizado.

Além disso, orgasmos aumentam a circulação sanguínea na região íntima e ajudam no relaxamento corporal. Ou seja: masturbação não “estraga” fertilidade, não prejudica útero e nem impede gravidez.

8. Mulheres quase não se masturbam

Esse mito surgiu porque, durante muito tempo, o prazer feminino foi tratado como tabu. Só que a realidade é bem diferente.

As mulheres se masturbam, sim, e cada vez mais falam sobre isso sem vergonha. Afinal, explorar o próprio corpo ajuda a conhecer o clitóris, descobrir zonas de prazer e entender melhor o que provoca orgasmo.

Além disso, a masturbação feminina está diretamente ligada ao autocuidado e ao bem-estar sexual. Hoje existem diversos produtos que ajudam nessa descoberta, como os amados vibradores.

9. Provoca impotência

Esse é mais um daqueles mitos antigos que muita gente ainda acredita. Mas pode ficar tranquilo: masturbação não causa impotência sexual.

A dificuldade de manter a ereção normalmente está relacionada a outros fatores, como estresse, ansiedade, má alimentação, sedentarismo, tabagismo, problemas hormonais, doenças vasculares e questões emocionais. Ou seja, não tem ligação direta com a masturbação.

Na verdade, conhecer o próprio corpo pode até ajudar na vida sexual. Quando o homem entende melhor os estímulos que dão prazer e aprende a lidar com a excitação, tende a ganhar mais confiança e segurança na hora H.

Além disso, o grande problema costuma ser a pressão psicológica em relação ao desempenho sexual. Quanto mais ansiedade, maior a dificuldade de relaxar e aproveitar o momento. Por isso, masturbação saudável e sem culpa não prejudica a ereção, pelo contrário, pode até fortalecer a conexão com o próprio prazer.

10. Atrapalha desempenho físico

Talvez você já tenha ouvido aquela conversa de que atletas não podem se masturbar antes de jogos ou competições porque isso “tira energia”.

Essa ideia ficou famosa durante muitos anos no esporte, mas não existe comprovação científica forte de que masturbação prejudique desempenho físico.

O que pode acontecer é uma sensação temporária de relaxamento depois do orgasmo, já que o corpo libera hormônios ligados ao prazer e à tranquilidade.

Mas isso não significa perda de força, rendimento ou capacidade física. Inclusive, algumas pessoas relatam justamente o contrário: sentem menos ansiedade e mais relaxamento depois da masturbação.

Dicas de masturbação para homens e mulheres aproveitarem mais o prazer

A masturbação vai muito além do orgasmo. Ela também é uma forma de conhecer o próprio corpo, descobrir novas sensações e entender o que realmente dá prazer. E olha… pequenas mudanças já conseguem transformar completamente a experiência.

Muita gente acaba repetindo sempre os mesmos movimentos e estímulos, mas explorar coisas novas pode deixar o momento muito mais intenso e gostoso. Então separamos algumas dicas simples para homens e mulheres aproveitarem melhor a masturbação sem cair na rotina.

Dicas de masturbação para homens

Muitos homens aprendem a se masturbar sempre do mesmo jeito: movimentos rápidos, pressão forte e foco total na ejaculação. Só que variar os estímulos pode aumentar muito o prazer.

Uma ótima dica é desacelerar. Em vez de fazer movimentos automáticos, tente explorar o corpo inteiro. Passe as mãos pelas coxas, barriga, virilha e testículos antes de focar apenas no pênis. Isso aumenta a excitação aos poucos e deixa as sensações mais intensas.

Outra dica importante é variar a pressão e a velocidade. Movimentos diferentes estimulam regiões que normalmente ficam “esquecidas” durante a masturbação tradicional.

O uso de masturbadores masculinos também pode transformar completamente a experiência. Existem modelos com texturas, vibração e sensação de sucção que simulam estímulos muito mais intensos.

Além disso, um bom lubrificante íntimo faz MUITA diferença. O deslize fica mais confortável, prazeroso e natural.

E aqui vai uma dica valiosa: não foque apenas em “gozar rápido”. Quanto mais você prolonga a excitação, mais intenso tende a ser o orgasmo.

Dicas de masturbação para mulheres

Quando o assunto é prazer feminino, o clitóris costuma ser o grande protagonista. Afinal, ele possui milhares de terminações nervosas e é uma das regiões mais sensíveis do corpo.

Mas calma: isso não significa que existe apenas uma forma de sentir prazer.

Experimente explorar diferentes tipos de toque, pressão e ritmo. Algumas mulheres gostam de movimentos circulares suaves, enquanto outras preferem estímulos mais intensos e contínuos.

mãos de mulher com unhas vermelha acariciando uma toranja que remete ao clitóris

Criar um clima também ajuda bastante. Um banho relaxante, uma música gostosa ou até uma vela aromática conseguem deixar o momento ainda mais prazeroso.

Os toys fazem sucesso na masturbação feminina justamente porque oferecem estímulos variados. Os sugadores de clitóris, por exemplo, provocam sensações intensas sem contato direto, enquanto os bullets são perfeitos para explorar diferentes regiões do corpo.

Outra dica importante é não criar pressão para ter orgasmo rápido. O prazer feminino costuma funcionar muito na construção da excitação. Então curta o processo, explore o corpo inteiro e aproveite cada sensação.

Masturbação sem tabu: prazer, autoconhecimento e liberdade

Depois de tantos mitos, já deu para perceber que muita coisa que falam sobre masturbação não passa de desinformação. A verdade é que essa prática faz parte da sexualidade humana e pode trazer benefícios tanto para o prazer quanto para o autoconhecimento.

Quando a gente conhece o próprio corpo, entende melhor os desejos, os limites e as sensações que despertam tesão de verdade. Isso ajuda não apenas nos momentos solo, mas também melhora a conexão durante o sexo a dois.

Além disso, masturbação não precisa ser motivo de vergonha ou culpa. Pelo contrário, ela pode ser um momento de autocuidado, relaxamento e descoberta do prazer sem pressão ou cobranças.

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