ilustração de conto erótico com mulher e homem na fila do banco

Senha 246 e 247: o encontro que saiu do controle

Entrei no banco às duas e meia de uma terça-feira, carregando a ilusão de que seria rápido. Quarenta minutos depois, o cenário era de um purgatório coletivo: luzes fluorescentes piscando, o som metálico do painel de senhas e aquele cheiro de carpete velho e papel impresso. Minha senha era a 247.

Ele estava sentado logo ao lado, com a senha 246 amassada entre os dedos longos. Percebi sua presença não pelo terno bem cortado, mas pela forma como ele bufou, um som de impaciência que ressoou exatamente com o que eu sentia. Ele tinha um maxilar marcado e um relógio de pulso que gritava “homem de negócios com pouco tempo a perder”.

— Quanto tempo você acha que isso aqui vai levar?, ele perguntou.

— No ritmo atual? Uns quarenta minutos. Se o sistema não cair, respondi, girando a cadeira em sua direção.

Você é uma mulher que quer ganhar dinheiro extra ou está pensando em começar seu próprio negócio? Então, este guia é para você. “Começando a Revender: O Guia Completo para Iniciantes no Mundo do Empreendedorismo” é um caminho simples e claro para quem quer entrar no mundo das vendas.

Ele finalmente me olhou.

— Tenho uma reunião às quatro, ele disse, consultando o relógio.
— E eu uma chamada às três e meia, completei.

A conversa fluiu com uma facilidade perigosa. Falamos sobre como a burocracia era o maior afrodisíaco negativo do mundo, sobre o que estávamos fazendo ali por pura inércia e, em algum momento entre a senha 241 e a 244, o banco deixou de existir. O ar-condicionado parecia ter subido dez graus.

— 246 e 247, ele disse, levantando e estendendo a mão para mim. — A gente sai daqui agora. O café do lado tem um expresso gostoso.

Saímos sem olhar para trás. Remarquei minha chamada no banheiro do café sem um pingo de remorso. Ele simplesmente desligou o celular. Ficamos duas horas conversando, e o beijo de despedida na calçada, rápido e carregado de promessa, foi o selo de um contrato que seria assinado no fim de semana seguinte.

O apartamento dele era como ele: minimalista, funcional e com uma vista absurda para a cidade. No sábado à noite, o vinho mal tinha chegado à metade quando a urgência nos tomou. No corredor, as roupas foram ficando pelo caminho, o terno dele, meu vestido de seda, até que restasse apenas a pele contra a pele sob a luz fraca dos prédios lá fora.

Ele me jogou na cama e não perdeu tempo com delicadezas românticas. Danilo, descobri seu nome entre um suspiro e outro, tinha mãos grandes e uma boca que parecia faminta pela minha rendição.

— Quero você de costas, ele disse, a voz num tom baixo e a camisinha em uma mão.

Eu me virei, ficando de joelhos, Ele espalhou um pouco de lubrificante com os dedos, massageando a entrada do meu cu com uma calma torturante. Eu soltei um suspiro longo, sentindo o músculo relaxar e contrair sob o toque dele.

— Relaxa para mim , ele sussurrou, segurando meu quadril com as mãos pesadas.

Senti a cabeça do pau dele pressionar a entrada. Ele entrou devagar, forçando a passagem com uma paciência técnica que me fazia gemer baixinho contra o travesseiro. A sensação de preenchimento era diferente, mais densa, mais proibida. Quando ele finalmente se enterrou por inteiro, eu travei por um segundo, sentindo cada centímetro dele me invadir.

Ele esperou que eu me acostumasse com a pressão antes de começar o movimento. Começou com estocadas curtas, testando o limite, até que o ritmo se tornou uma cadência bruta. O som da pele dele batendo contra a minha bunda ecoava no quarto, um ritmo carnal que acompanhava meus gemidos agora mais altos. Ele segurou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás para que eu sentisse cada investida no fundo.

— Você é apertada demais… porra, ele falou, aumentando a velocidade.

A dor leve do início deu lugar a um prazer elétrico que irradiava para o meu clitóris a cada golpe. Ele me bombardeava por trás, as mãos cravadas na minha cintura, me usando com uma fome que parecia acumulada desde aquela fila do banco. Eu sentia o látex esticar e o atrito quente me levar ao delírio. Gozei, um orgasmo violento que me fez tremer inteira, enquanto sentia as paredes do meu cu esmagarem o pau dele.

Ele não parou. Continuou por mais algumas estocadas selvagens até soltar um urro baixo, o corpo ficando rígido enquanto descarregava tudo na camisinha.

Danilo respirava fundo, o peito subindo e descendo com força, mas o olhar que ele me lançou enquanto jogava a camisinha no lixo não era de quem tinha terminado. Ele ainda tinha aquela fome nos olhos, a mesma impaciência que quase nos fez sair do banco sem resolver nada.

Sem dizer uma palavra, ele me puxou para o centro da cama. Eu estava exausta, sentindo o pulsar delicioso deixado pelo sexo anal, mas ele me virou de barriga para cima e segurou meus tornozelos, abrindo minhas pernas com uma autoridade que me fez arfar.

mulher na cama com sutiã vermelho e homem descendo pelo corpo para fazer sexo oral

— O banco pode até ter fechado, mas eu ainda tenho uma pendência com você, ele murmurou, a voz vibrando entre minhas coxas.

Ele mergulhou de uma vez. A língua dele, agora quente e impiedosa, começou a limpar o rastro do nosso prazer anterior, subindo com lambidas longas e firmes até encontrar o meu clitóris. O contraste da boca úmida dele contra a minha pele sensível foi um choque elétrico.

Ele sugava meu grelo com uma força que me fazia gemer alto e cravar os dedos nos ombros dele, tentando puxá-lo ainda mais contra mim. Danilo alternava entre movimentos circulares rápidos e vácuos profundos, fazendo um som úmido de sucção que preenchia o quarto. Ao mesmo tempo, ele enfiava dois dedos fundo na minha frente, em um gancho que buscava meu ponto G com uma insistência técnica.

— Danilo… por favor… eu implorei, sentindo o prazer acumular de novo, uma tensão insuportável que parecia latejar no ritmo da língua dele.

Ele ignorou meu pedido de trégua. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, me mantendo presa enquanto acelerava o ritmo, a ponta da língua batendo frenética exatamente onde eu precisava.

O orgasmo veio como uma avalanche, mais forte do que todos os outros. Eu gritei alto, as pernas tremendo incontrolavelmente enquanto minhas esmagava os dedos dele em espasmos violentos. Danilo não parou, ele continuou me sugando através do meu gozo, saboreando cada tremor da minha entrega até que eu estivesse completamente desfeita, jogada nos lençóis sem forças sequer para falar.

Ele se levantou, limpando o canto da boca com o polegar, e me deu aquele sorriso de quem sabe que o investimento valeu cada segundo de espera.

Na segunda-feira, ele me mandou uma mensagem perguntando se eu tinha resolvido o problema no banco. Eu ri sozinha. Eu tinha resolvido algo muito mais urgente, e o recibo ainda latejava gostoso entre as minhas pernas.

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