Meu novo dentista e um tratamento nada convencional
Minha dentista de dez anos se aposentou. O anúncio chegou por e-mail, frio e impessoal, me transferindo para o filho dela como se eu fosse um prontuário antigo e não alguém que entrava em pânico só de ouvir o som de um motorzinho. Eu me sentia abandonada emocionalmente e com os nervos à flor da pele.
Entrei no consultório na terça-feira à tarde com a mandíbula tão travada que chegava a latejar. O cheiro de antisséptico me dava náuseas instantâneas. Eu preferia estar em qualquer outro lugar do planeta, no meio de um engarrafamento ou numa reunião de condomínio, a estar ali, vulnerável naquela luz fluorescente.
Ele estava na recepção, conversando com a assistente. Alto, jaleco branco impecável cobrindo ombros que pareciam largos demais para o ambiente, cabelo escuro e olhos que pareciam avaliar a estrutura de tudo o que olhavam. Ele tinha o tipo de presença que distrai a gente de qualquer medo.
Estendeu a mão. Uma mão grande, firme e quente.
— Prazer, sou o Lucas. Vi que você é paciente antiga da minha mãe. Fica tranquila, hoje é só uma revisão.
Você é uma mulher que quer ganhar dinheiro extra ou está pensando em começar seu próprio negócio? Então, este guia é para você. “Começando a Revender: O Guia Completo para Iniciantes no Mundo do Empreendedorismo” é um caminho simples e claro para quem quer entrar no mundo das vendas.
Sentei na cadeira com a leveza de quem caminha para a forca. Mas as mãos dele eram diferentes. Percebi isso no momento em que ele tocou meu queixo para inclinar minha cabeça. Nada de pressão desnecessária, nada de movimentos bruscos. Ele trabalhava com uma delicadeza cirúrgica, como se soubesse exatamente onde morava a minha tensão e escolhesse deliberadamente não ativá-la.
— Abre mais um pouco, por favor, ele pediu, a voz grave e calma.
Fiquei na cadeira enquanto ele trabalhava. Ele mantinha a mão esquerda apoiada levemente na minha bochecha para segurar o ângulo certo, enquanto a direita manuseava os instrumentos. A proximidade era perigosa, eu sentia o cheiro de lavanda e sabonete bactericida vindo dele. De vez em quando, ele perguntava se eu estava bem, e a voz dele tinha aquela qualidade de quem está em controle total da situação.
Quando terminou, ele abaixou a luz do refletor, tirou as luvas de látex com um estalo seco e ajeitou a cadeira para que eu ficasse sentada.
— Como você está?, perguntou, tirando a máscara.
O rosto dele estava a poucos centímetros do meu. Ele revelou um sorriso de canto que desarmou qualquer defesa que eu ainda tivesse. Ficamos em silêncio por um segundo longo demais para ser apenas profissional. Ele não se afastou, em vez disso, apoiou a mão na lateral da cadeira, me cercando.
— Você ficou tensa o tempo todo, ele murmurou, a voz agora mais baixa, quase um segredo. — Precisa aprender a relaxar a mandíbula.
Ele levou o polegar ao canto da minha boca, pressionando levemente o músculo travado. Não recuei. Olhei para a boca dele, perfeitamente desenhada, e a resposta veio antes que eu pudesse pensar:
— Talvez eu precise de um tratamento mais… intensivo.
Ele não disse nada, apenas sustentou o olhar enquanto o polegar dele deslizava pelo meu lábio inferior. O convite estava feito.
No domingo de manhã, a luz do sol batia na janela do apartamento dele, e a “revisão” finalmente havia mudado de cenário. O jaleco branco tinha dado lugar à pele nua. A cama era grande, os lençóis limpos e cheirosos. As mãos dele mantinham a mesma qualidade técnica do consultório, firmes, precisas e seguras, só que agora elas percorriam o meu corpo com uma atenção predatória.
Ele me deitou de costas, prendendo meus pulsos acima da cabeça com apenas uma das mãos, enquanto a outra descia pelo meu pescoço, mapeando cada curva como se estivesse estudando uma nova anatomia. A boca dele seguiu o caminho das mãos, deixando trilhas de fogo pelos meus seios e barriga até chegar entre as minhas pernas.

Ele usou os polegares para me abrir devagar, expondo minha intimidade à luz clara da manhã. Ele mergulhou. A língua dele era precisa, técnica e insaciável. Ele focou no meu clitóris com movimentos rítmicos, sabia exatamente o que fazer, bem diferente daqueles caras com lingua dura que toda mulher já foi vítima.
Cravava as unhas no lençol, os quadris balançando na tentativa desesperada de encontrar mais daquela boca que parecia saber exatamente onde apertar para me fazer desmoronar. Gozei alto, o corpo inteiro tremendo sob o domínio dele.
Eu mal recuperei o ar antes de senti-lo se posicionar sobre mim. Ele se ajoelhou, a ereção rígida e latejante saltando da cintura, pronta para o “procedimento”. Ele pegou uma camisinha na mesinha de cabeceira e a colocou com uma rapidez prática.
Ele me puxou para a borda da cama, me deixando com as pernas penduradas, e me penetrou de uma vez. Foi uma estocada profunda, seca, que me fez perder o fôlego. O pau dele era grosso e tocava exatamente no ponto certo. Ele segurou meus quadris com força, os polegares cravados na minha pele, e começou a me bombardear por baixo.
O ritmo era bruto, rítmico, sem nenhuma das sutilezas do consultório. O som carnal da pele batendo na pele e o ranger da cama eram a única trilha sonora. Eu o envolvi com as pernas, puxando para ainda mais fundo, sentindo a cabeça do pau dele bater a cada investida. O prazer era uma anestesia total, uma onda de choque que me desligava do mundo.
Mas ele não estava satisfeito em apenas me ver entregue. Com um movimento ágil, ele se afastou, me puxando para o centro da cama e me girando. Ele se posicionou de forma que seu rosto ficasse entre as minhas pernas, enquanto o pau dele, ainda rígido e encapado pela camisinha, ficava à altura da minha boca.
O 69 foi inevitável.
Eu me inclinei sobre ele, sentindo o cheiro de pele. Envolvi a base dele com as mãos e o engoli de uma vez, sentindo a espessura bruta forçar minha garganta, enquanto, lá embaixo, a língua dele retomava o trabalho no meu clitóris com uma precisão cirúrgica. Era uma sobrecarga sensorial: o vácuo que eu fazia na boca dele misturado às lambidas rítmicas e profundas que ele aplicava em mim.
Eu o chupava com vontade, sentindo o latejar do pau dele contra a minha língua, enquanto ele usava as mãos para abrir minhas nádegas e ter acesso total. O som úmido da nossa troca preenchia o quarto. Eu sentia o gosto do esforço dele e o calor do meu próprio corpo reagindo ao estímulo duplo. A língua dele era incansável, traçando círculos de fogo que me faziam perder o ritmo da sucção, me obrigando a cravar os dedos nas coxas firmes dele.
O prazer subiu como uma maré incontrolável. Eu sentia o pau dele pulsar cada vez mais forte dentro da minha boca, indicando que ele estava no limite, ao mesmo tempo em que a pressão que ele exercia em mim me levava ao abismo. Gozamos juntos, naquela posição, suor e gemidos abafados. Senti o jato dele preencher a camisinha enquanto minha própria boca se perdia no prazer de tê-lo ali, e eu desmoronei sobre as pernas dele, sentindo meu corpo entrar em curto-circuito.
Ficamos ali por um tempo. Aquele nó de pernas e braços foi se desfazendo devagar, sem pressa, com a preguiça boa de quem não tem nenhum compromisso marcado para as próximas horas.
Ele se sentou na beira da cama, retirou a camisinha com um movimento prático e a jogou no lixo, antes de se virar para mim com um olhar muito mais suave do que o de minutos atrás. Não havia mais a distância do consultório ou a autoridade do jaleco, era só ele, com o cabelo bagunçado e marcas de unhas nos ombros.
— Acho que a mandíbula relaxou agora, né?, ele brincou, passando a mão pelo meu rosto de um jeito que me fez fechar os olhos.
Eu ri, puxando o lençol para cobrir o corpo, sentindo aquele latejar gostoso que fica depois de um excesso.
— Digamos que o tratamento foi bem mais eficiente do que eu esperava, respondi, esticando as pernas e sentindo cada músculo do corpo finalmente entregue.
Ele se deitou de novo ao meu lado, me puxando para perto, e ficamos ali assistindo o sol de domingo subir pela parede do quarto. Na segunda-feira, eu teria que voltar ao mundo real, mas a ideia de ter um “retorno” marcado com aquele dentista fazia com que a rotina parecesse muito menos entediante.
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