ilustração de conto erótico com uma mulher e um homem sentados jantando em um casamento

Um casamento, dois estranhos e zero regras

Eu não deveria ter ido. Fui por pura pressão materna. “É família, filha”, como se o parentesco de segundo grau com um primo que eu não via há uma década justificasse o sacrifício de um sábado.

Me sentei na mesa sete, efúgio dos “sobrantes”. Convidados que não se encaixavam em nenhum núcleo familiar específico. Pedi uma cerveja artesanal e me preparei para o deserto social. Foi quando ele se sentou.

Ele era o padrinho do noivo, mas parecia o anti-padrinho. A gravata estava frouxa antes mesmo do primeiro brinde, e o paletó de corte impecável parecia apertar os ombros largos demais para aquela formalidade. Tinha olhos cor de café e um sorriso de canto que dizia: eu também estou aqui sob protesto.

— Padrinho do noivo,ele se apresentou, estendendo uma mão grande e firme. — E sobrevivente profissional de eventos catastróficos.

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— Prima de segundo grau, respondi, sentindo o calor da mão dele disparar um gatilho na minha nuca. — Especialista em fugas táticas de pistas de dança.

A conexão foi instantânea. Enquanto o resto da festa se perdia em brindes protocolares e um forró ensurdecedor, ficamos isolados em nossa própria bolha de cinismo e álcool. O open bar era generoso, e a cada drinque, o limite invisível entre dois desconhecidos ia se dissolvendo. Eu observava a forma como ele segurava o copo, os dedos longos, a maneira como ele me olhava, era o olhar de um predador que acabara de encontrar algo interessante no meio do tédio.

Quando o buffet de doces foi saqueado e a banda começou a tocar os “clássicos” de casamento, trocamos um olhar de “chega”. Subimos para o hotel do evento. O elevador era um cubo de espelhos e silêncio. Eu via o reflexo dele atrás de mim, a respiração pesada, os olhos fixos na curva do meu pescoço.

As portas abriram no meu andar. Ele hesitou.

— Eu não estou com sono, ele soltou.

— São onze e quarenta. O bar do lobby fecha à meia-noite, respondi, testando o terreno.

Fomos ao bar. Tomamos um último gim-tônica em silêncio, apenas observando a boca um do outro. O barman guardou as coqueteleiras e saiu. Ficamos sós no saguão.

casal tomando drinque a quase se beijando em bar

— Seu quarto ou o meu?, a pergunta dele foi direta. — O meu fica mais perto. 704.

Assim que a porta do quarto bateu, a civilidade ficou no corredor. Ele me prensou contra a madeira, a gravata sendo arrancada e jogada no chão. O beijo foi devastador. Tinha gosto de gim, hortelã e uma fome acumulada por horas de conversa contida. As mãos dele subiram pelas minhas coxas, levantando o tecido do vestido, enquanto ele me suspendia do chão.

Ele me levou para a cama king-size, o lençol branco de algodão frio contra a minha pele fervendo. Ele se livrou da camisa, revelando um peito largo e músculos definidos que o terno escondia muito bem.

Ele não me deixou na cama, me puxou pelo braço, me obrigando a ficar de pé, e me conduziu até a janela grande do quarto, que dava para as luzes distantes da cidade. Me virou de costas, prensando meu peito contra o vidro frio. O contraste entre o gelo do vidro nos meus mamilos e o calor do corpo dele nas minhas costas me fez soltar um suspiro curto.

Ele segurou meu cabelo com uma mão, puxando minha cabeça para o lado para morder a base do meu pescoço, enquanto a outra mão descia para afastar minhas pernas.

— Olha lá fora, ele mandou. — Ninguém imagina o que o padrinho está fazendo com a prima agora.

Ele colocou a camisinha e se posicionou e entrou de uma vez. Foi uma estocada seca, profunda, que me fez espalmar as mãos no vidro para não cair. Ele me possuía de quatro, mas em pé, usando o próprio peso para me empurrar contra a janela. O ritmo era impiedoso, cada golpe dele fazia meu corpo deslizar milímetros no vidro, criando um som abafado de pele contra o cristal.

Não tinha delicadeza. Era um trabalho de impacto. Eu via nosso reflexo borrado no vidro: ele, dominante e suado, as mãos imensas apertando minha cintura, e eu, entregue, com as costas arqueadas recebendo cada investida. O pau dele, encapado e rígido, raspava em pontos que me faziam perder o fôlego. O som úmido da penetração ecoava no quarto silencioso, misturado ao ranger dos nossos corpos.

— Isso… dói de tão bom… eu consegui falar, sentindo o prazer acumular na base da coluna.

Ele acelerou. O movimento era curto e violento, uma britadeira rítmica que me fazia tremer da ponta dos pés até a nuca. Minhas pernas fraquejaram, e ele me segurou com mais força, cravando os dedos na minha pele.

Gozamos juntos contra o vidro. Eu gritei, vendo as luzes da cidade se transformarem em borrões coloridos enquanto meu corpo entrava em espasmos frenéticos. Ele soltou um rosnado alto, sw enterrando em mim com uma força fina.

Ficamos ali, colados ao vidro, enquanto o suor escorria e a respiração tentava voltar ao normal. O protocolo não tinha sido apenas quebrado, tinha sido destruído.

Ele caminhou até a poltrona de couro que ficava no canto do quarto, sentou e abriu as pernas, apontando para o próprio colo. Era uma ordem muda. Eu caminhei até ele, sentindo o tapete macio sob meus pés, e montei em suas coxas, ficando de frente para ele. Meus joelhos ficaram apoiados nas laterais do assento, e eu envolvi o pescoço dele com meus braços.

Ele pegou outra camisinha na mesinha de cabeceira e eu mesma a coloquei nele, sentindo a textura do pau dele endurecer instantaneamente sob meus dedos. Quando terminei, segurei seus ombros largos e me elevei, me posicionando. Desci devagar, sentindo a cabeça dele forçar a entrada e me preencher centímetro a centímetro. O couro da poltrona rangeu sob nós.

— Isso… ele suspirou, fechando os olhos enquanto eu me acomodava até o fim.

Dessa vez, eu ditei o ritmo. Comecei a me mover em círculos, rebolando com força sobre ele. Ele segurou meus seios com as duas mãos, apertando com uma urgência que me fazia gemer alto. Eu subia e descia, às vezes quicando rápido.

O contato visual era hipnótico. Ver o rosto dele se contorcer, perdendo a máscara de padrinho sério e educado, era o meu maior prazer. Ele começou a ajudar no movimento, empurrando o quadril para cima a cada descida minha.

— Você não tem ideia do que está fazendo comigo, ele falou, cravando os dedos na minha bunda e me puxando para um beijo de tirar o fôlego.

Acelerei o passo, minhas coxas queimando pelo esforço, mas eu não conseguia parar. O prazer era uma tensão crescente que parecia eletrizar cada centímetro da minha pele. Eu sentia as veias dele pulsarem dentro de mim.

— Agora!, eu gritei, sentindo o mundo sumir.

Gozei com a cabeça jogada para trás, meu corpo inteiro tremendo sobre o dele. Ele soltou um urro baixo, o corpo ficando rígido sob o meu, e descarregou tudo na camisinha, me segurando contra ele como se eu fosse sua única âncora no meio daquele furacão.

Ficamos ali por um longo tempo, os corações batendo em sincronia contra os peitos suados, envoltos pelo silêncio cúmplice do quarto 704. A festa de casamento lá embaixo já era uma lembrança distante, aqui em cima, a única união que importava era a nossa.

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