ilustração para um conto erótico de uma personal de preto e uma mulher loira de top e legging roxos em uma sala de ginástica

A série mais intensa da academia

Eu odeio acordar cedo. Odeio academia e odeio as duas coisas combinadas.

Mas quando a personal trainer que me atendia saiu de férias e mandou a substituta provisória — eu fui.

Ela chegou antes de mim. Estava alongando na esteira com aquela facilidade de quem o corpo obedece de primeira. Cabelo preso, calça de academia colada, camiseta cortada mostrando a barriga lisa. Virou quando me ouviu entrar.

— Você deve ser minha aluna das seis.

Você é uma mulher que quer ganhar dinheiro extra ou está pensando em começar seu próprio negócio? Então, este guia é para você. “Começando a Revender: O Guia Completo para Iniciantes no Mundo do Empreendedorismo” é um caminho simples e claro para quem quer entrar no mundo das vendas.

— Infelizmente, eu disse.

Ela riu. Começamos.

Os primeiros trinta minutos foram normais. Agachamento, remada, prancha. Ela corrigia minha postura com mão firme no meu ombro, na minha lombar, ajustando o ângulo do quadril. Mão direta, funcional, mas quente, e eu percebi que estava mais atenta ao toque do que ao exercício.

Na prancha ela ajoelhou do meu lado, olhou pro meu alinhamento de perto.

— Levanta um pouco o quadril, disse baixo, a mão espalmada na minha costela.

Levantei. Nossa cara ficou a vinte centímetros de distância. Os olhos dela eram escuros e diretos.

— Assim, ela disse, sem tirar a mão.

Fiquei na prancha por tempo demais naquele dia.

No alongamento final ela ficou atrás de mim, pernas abertas ao redor das minhas, me puxando devagar pela coluna. O corpo dela colado no meu pelas costas, o queixo dela perto do meu ombro, a respiração dela no meu pescoço.

— Relaxa, ela disse.

Relaxei. E aí não relaxei mais nada.

Virei o rosto. Ela não se afastou. O beijo aconteceu naquele espaço minúsculo entre o alongamento e o fim da sessão devagar, como se a gente estivesse testando se era real.

Era.

mulheres se beijando na academia

No momento em que a porta da sala foi trancada, o ar pareceu sumir. Ela me prensou contra o espelho frio, e o contraste do vidro gelado nas minhas costas com o calor absurdo do corpo dela me fez soltar um suspiro trêmulo.

— Você estava se segurando o treino inteiro, ela sussurrou, a voz rouca, enquanto as mãos firmes que antes corrigiam minha postura agora subiam por dentro da minha legging.

Ela me levantou como se eu não pesasse nada, me sentando em cima de um jump, e se encaixou entre minhas pernas. Sem aviso, ela puxou meu top para cima, libertando meus seios. O olhar dela me devorou antes da boca atacar um dos mamilos, sugando com uma força que enviou um choque direto para a minha buceta.

— Quero ver se você aguenta essa série, ela murmurou, os dedos ágeis agora mergulhando dentro de mim, já encharcada e pulsando.

Ela usou dois dedos, entrando e saindo com um ritmo técnico e impiedoso, enquanto o polegar pressionava meu clitóris com movimentos circulares que me faziam perder o sentido. Eu jogava a cabeça para trás, vendo pelo espelho a imagem borrada de nós duas: ela, de costas, os músculos definidos dos braços trabalhando, e eu, completamente aberta e entregue.

— Mais… eu implorei, as unhas cravadas nos ombros dela.

Ela não disse nada. Apenas se ajoelhou entre minhas pernas no colchonete. Senti o hálito quente dela contra a minha pele antes da sua língua fazer o primeiro contato. Foi devastador. Ela me lambia de baixo para cima, longa e profundamente, focando exatamente onde eu mais precisava. O controle dela era absoluto, ela sabia o momento exato de acelerar e o de diminuir, me levando ao limite várias vezes.

Quando ela usou a língua com mais pressão, sugando meu clitóris enquanto enfiava os dedos fundo em mim, eu perdi o controle do volume. Meu grito de prazer ecoou pela sala vazia, abafado apenas pelo som da respiração pesada dela. Meu corpo inteiro teve um espasmo.

Ela não parou. Mesmo enquanto eu ainda tremia, ela afundou os dedos ainda mais. Ela sugava meu clitóris com uma fome louca, o som úmido da língua dela se misturando aos meus gemidos.

— Calma… você ainda não terminou, ela murmurou contra a minha pele, a voz vibrando diretamente no meu clitóris, o que me fez soltar um grito agudo.

Ela se levantou num movimento fluido, os olhos escuros brilhando de pura luxúria e controle. Sem me dar tempo de respirar, ela me virou de quatro no colchonete. A frieza do emborrachado contra meus joelhos contrastava com o fogo que queimava entre minhas pernas. Ela se posicionou atrás de mim, segurando meu quadril com as duas mãos e me puxando com força, me obrigando a empinar a bunda o máximo que eu podia.

— Olha no espelho, ela mandou, segurando meu cabelo e puxando minha cabeça para trás.

Me vi no espelho: o rosto corado, o top destruído, e ela, perfeitamente composta na roupa de personal, me abrindo com os polegares por trás. A visão era obscena. Ela deslizou a mão por baixo, encontrando meu clitóris novamente por trás, enquanto com a outra mão guiava dois dedos para dentro de mim em um ângulo novo, atingindo o ponto exato que me fazia perder os sentidos. Para melhorar tudo, usou um lubrificante com um cheiro incrível que ela tinha na bolsa, a mulher era precavida…do jeito certo.

As estocadas dos dedos dela eram rápidas, fortes, simulando uma penetração profunda que me fazia bater o corpo contra o dela a cada movimento.

— Você está tão molhada que chega a escorrer pelas minhas mãos, ela provocou, a respiração quente na minha nuca enquanto ela acelerava o ritmo, me levando ao limite de novo.

Eu já não sentia mais minhas pernas. O prazer era uma dor deliciosa. Quando ela começou a usar o polegar com uma pressão insuportável no meu clitóris enquanto me fodia com os dedos, eu desabei. Meu segundo orgasmo veio de forma violenta, um jato de calor que inundou a mão dela.

Ela permaneceu ali por um segundo, sentindo os últimos tremores do meu corpo, antes de retirar a mão coberta pelo meu gozo. Ela levou os dedos à boca, provando de mim com uma calma que me deixou arrepiada, antes de sussurrar no meu ouvido:

— Amanhã, 6h da manhã. Não se atrase para o cardio.

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