Pane mecânica, tesão sem freio
O som foi seco, um chicote de borracha contra o metal que fez o volante vibrar violentamente nas minhas mãos. Sexta-feira à noite, a Rodovia dos Bandeirantes era um tapete escuro. O pneu dianteiro direito decidiu que era o fim da linha.
Fiquei parada no acostamento por vinte minutos tentando ligar pro socorro rodoviário que não atendia, pro seguro do carro que atendia mas não tinha previsão, e pra minha amiga que ia me receber, que mandou o endereço de uma borracharia a três quilômetros.
Um SUV velho e barulhento encostou atrás do meu carro. Ele desceu com a calma de quem já viu pneu furado demais. Era um homem alto, quarentão, de ombros largos e uma camiseta cinza manchada de graxa e suor, revelando braços grossos e calejados. O cheiro de óleo diesel e tabaco veio com ele.
— Noite ruim para ficar parada, moça, ele disse, a voz grave e direta.
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Ele não esperou resposta. Ajoelhou no cascalho, a calça jeans esticando sobre as coxas grossas. Enquanto ele posicionava o macaco, eu fiquei olhando o movimento dos músculos das costas. Ele trocou o pneu em dezoito minutos, sem enrolação.
— Tá pronto. Pode me seguir até a oficina para eu calibrar os outros e dar uma olhada rápida no alinhamento. É logo ali na frente.
Eu o segui. A borracharia era um galpão. O chão era escuro de óleo e pilhas de pneus velhos.
Estacionei dentro do galpão. O calor ali dentro era abafado, misturado ao cheiro de ferro e borracha quente. Saí do carro.
— Tem banheiro aqui perto?, perguntei, a voz saindo mais trêmula do que eu pretendia.
Ele parou de limpar as mãos em um pano sujo de graxa. Caminhou em minha direção, os passos pesados ecoando no concreto. Parou a centímetros de mim, alto o suficiente para me obrigar a inclinar a cabeça. O olhar dele foi lento e pesado, percorrendo meu corpo.
— Você não precisa do banheiro, ele disse. O tom era uma afirmação, uma constatação de que a tensão que vibrava entre nós tinha chegado ao ponto de ebulição.
— Não, confessei, sustentando o olhar.
— Você quer saber se eu sou tão bom com o resto quanto sou com as mãos, não é?, ele perguntou, a voz vibrando. O beijo veio em seguida.

Ele tirou uma camisinha do bolso e veio por trás. Senti o calor do corpo dele antes mesmo do toque. Ele segurou meu cabelo com uma das mãos, puxando minha cabeça para trás com força o suficiente para eu ver o teto, enquanto a outra mão descia brutalmente pela minha saia, rasgando a calcinha. Ele não queria tirar a roupa, queria acesso imediato.
Ele cuspiu na palma da mão e a esfregou na minha buceta com uma rapidez técnica, preparando o caminho.
— Fica parada, ele mandou.
Senti a ponta dele, grossa e latejante, me pressionar. Ele não entrou devagar. Com um empurrão seco do quadril, ele se enterrou em mim de uma vez só, fazendo meus pés quase saírem do chão.
Ele me mantinha de quatro, mas de um jeito diferente: ele me puxava pelos quadris com as mãos imensas, forçando meu corpo de encontro ao dele a cada estocada.
— Você é apertada demais.
Ele começou a variar o ângulo, me forçava mais para baixo, fazendo com que cada estocada atingisse mais fundo, um tipo de dor deliciosa. Eu tentava me mover, buscar um ritmo, mas ele sabia exatamento o que fazer, como me dominar por trás.
A cada penetrada, eu sentia as veias dele pulsarem dentro de mim. Eu não precisava de mãos no meu clitóris, a força com que ele me possuía por trás criava uma pressão que fazia tudo latejar.
Eu comecei a tremer. Minhas pernas fraquejaram sob o peso das estocadas dele, que ficavam cada vez mais curtas, rápidas e violentas.
— Olha como você me aperta… ele disse, a voz falhando enquanto ele perdia a calma profissional.
O orgasmo me atingiu. Eu gritei, a voz sumindo enquanto esmagava o pau dele em espasmos frenéticos. Ele não parou. Ele continuou me penetrando com brutalidade por mais dez segundos, os olhos cerrados, até que soltou um rosnado animal.
— Você achou que eu tinha terminado o serviço?
Sem me dar tempo de responder, ele segurou minhas coxas e me ergueu do chão. Eu entrelacei minhas pernas na cintura dele por instinto, sentindo o pau dele, que ainda não tinha amolecido nem um centímetro, buscar novamente a entrada. Dessa vez, ele não usou as mãos para guiar; ele apenas me desceu com força sobre ele enquanto estávamos em pé, encostados no veículo.
A posição era impiedosa. Meus pés não tocavam o chão, e todo o meu peso estava concentrado na penetração profunda que ele forçava a cada movimento. Ele começou a me estocar ali mesmo, usando a SUV como apoio.
Eu jogava a cabeça para trás, vendo as sombras das ferramentas dançarem no teto, enquanto ele me bombardeava por baixo. Era um ângulo novo, mais direto, onde o pau dele parecia raspar em pontos que a posição de quatro não alcançava.
— Olha para mim, ele mandou, a voz saindo em um esforço físico bruto.
Eu abri os olhos e encontrei os dele: uma mistura de luxúria e domínio que me fez derreter por dentro. Ele acelerou o ritmo, as mãos agora apertando minha bunda com tanta força que eu sabia que deixaria marcas de graxa e dedos na pele. O prazer era um incêndio. Eu sentia a fricção do corpo dele, o suor nos colando, e o som úmido do sexo preenchendo o silêncio da noite de interior.
— Vai… mais forte!, eu implorei, minhas unhas cravando no metal da SUV.
Ele deu um grunido final, me prendendo com ainda mais força contra o carro e descarregando as últimas estocadas com uma fúria animal. Eu senti meu corpo entrar em curto-circuito pela terceira vez naquela noite, um orgasmo tão profundo que minhas pernas perderam a força ao redor dele.
Ele me desceu devagar, me colocando no chão com a mesma calma técnica de quem termina um ajuste de motor. Ficamos ali, ofegantes, com o cheiro de óleo, borracha e sexo impregnado em tudo. Ele ajeitou a calça, limpou o suor da testa e me deu aquele sorriso de canto de boca.
Tirei a camisinha, fiz ele ficar duro de novo com a rapidez de quem sabe exatamente qual peça manusear. Ele nem teve tempo de protestar. Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão manchado de óleo e poeira. O pau dele, já reagindo ao meu toque, pulsava contra a minha palma.
Eu não fui delicada. Comecei lambendo a base, sentindo o gosto de suor e pele, subindo devagar até envolver a cabeça de uma vez. O contraste entre a minha boca quente e o ar abafado da oficina fez ele ficar louco, as mãos cravando nos meus ombros. Eu o chupei com vontade, fazendo um som de sucção úmido que ecoava nas paredes, usando a língua para contornar o freio enquanto descia o máximo que conseguia, sentindo a garganta apertar.
— Porra, moça… você vai me fazer desmontar desse jeito, ele murmurou, a voz saindo como um trovão rouco.
Eu olhei para cima, sem soltá-lo, vendo o rosto dele contorcido de prazer. Lembrei que tinha um lubrificante na bolsa e usei minhas mãos para massagear os testículos dele enquanto acelerava o ritmo da boca. Ele segurou meu cabelo, não para me afastar, mas para ditar a profundidade, me puxando contra ele com aquela força bruta que eu já tinha aprendido a desejar.
Sentia o gosto dele, o cheiro da oficina e a urgência do momento. Ele estava no limite, o corpo tenso como uma mola prestes a saltar. Quando senti que ele ia descarregar, parei por um segundo, provocando com a ponta da língua antes de voltar a engoli-lo por inteiro. Ele não aguentou. Com um empurrão do quadril e um grito abafado, ele se entregou, e eu senti o jato quente.
Ele permaneceu ali, com as mãos enterradas nos meus cabelos por longos segundos, enquanto a respiração voltava aos eixos. Quando finalmente me levantei, limpando o canto da boca com o polegar, ele me olhou com um respeito novo, um brilho nos olhos de quem não esperava aquele “acabamento” especial.
— Agora sim, a revisão tá pronta. Boa viagem, moça.
Saí da oficina sentindo o latejar entre as pernas e a marca do metal nas minhas costas, sabendo que nenhum asfalto de interior me faria esquecer o “conserto” que recebi naquela sexta-feira.
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