O dia que minha colega de Yoga me levou para tomar um “chá”
Comecei a fazer yoga há mais ou menos um ano. O médico disse que eu precisava baixar o nível de estresse, então procurei um estúdio perto do meu trabalho. Era um lugar prático, sem muita frescura, perfeito para eu entrar, fazer os exercícios e ir embora. Foi ali que conheci a Isabela.
A Isabela era uma mulher muito reservada. Desde as primeiras semanas, reparei que ela chegava em silêncio, não conversava com os outros alunos e sempre montava o tapete dela na última fileira, bem no fundo da sala, perto da parede. Ela vestia roupas largas, como se quisesse passar despercebida. Mas, por algum motivo, eu era a única pessoa com quem ela trocava algumas palavras. Era coisa básica: um “bom dia”, um comentário sobre o trânsito ou sobre a dificuldade de alguma postura da aula. Nada demais, mas eu notava que ela só fazia isso comigo.
Cerca de três meses depois, notei uma mudança. Isabela começou a chegar um pouco mais cedo e, em vez de ir para o fundo da sala, passou a colocar o tapete de yoga exatamente na frente do meu. As roupas largas também sumiram. Ela passou a usar calças de ginástica coladas e tops comuns. Mas o que realmente chamou a minha atenção foi um detalhe muito específico: ela parou de usar calcinha por baixo da calça de ginástica.
Não tinha como não ver. Quando o professor pedia para fazermos agachamentos, alongamentos profundos ou posturas invertidas, o tecido fino da calça deixava claro que não havia marca nenhuma de roupa íntima ali. Eu ficava logo atrás dela, então a visão era direta. De qualquer forma, decidi relevar e continuei tratando ela do mesmo jeito de sempre.
A situação continuou assim por algumas semanas, até chegar um sabado chuvoso. A aula acabou, a maioria das pessoas já tinha ido embora, e eu estava guardando minhas coisas. Isabela me esperou perto da porta. Ela segurava a bolsa com força, parecendo um pouco nervosa.
— Gustavo… — ela começou, olhando para o chão antes de levantar os olhos para mim. — O Marcos, meu marido, viajou a trabalho de novo. Eu acabei de fazer um bolo de cenoura em casa. Você quer ir lá tomar um café da manhã comigo?
Eu olhei para ela por um segundo, processando o convite. Ela estava ansiosa pela resposta. Não pensei muito.
— Quero sim, Isabela. Seria ótimo.
Fomos em carros separados. O apartamento dela era grande, num bairro bom, e tinha uma decoração muito limpa e organizada. Mas era um lugar que passava uma sensação de vazio. Ela me levou até a sala de estar, que tinha um sofá enorme de couro e um espelho gigantesco cobrindo quase uma parede inteira.
Ela foi para a cozinha e voltou com uma bandeja com café, chá, bolo e algumas torradas. A gente sentou no sofá. No começo, o clima estava um pouco tenso, mas depois de tomar meia xícara de café, ela finalmente começou a desabafar. Foi como se ela estivesse segurando aquilo há anos.
Isabela me contou que era profundamente infeliz no casamento. Disse que o marido não apenas a ignorava, mas a destratava de propósito. Segundo ela, ele gastava toda a energia com a secretária do escritório dele, um caso que todo mundo conhecia, inclusive ela. Mas, o que mais machucava não era a traição em si, e sim as ofensas que sofria.

— Ele não me toca há meses — ela disse, com a voz embargada, olhando para a própria mão. — E quando fala comigo, é só para me botar para baixo. Ele diz que eu estou velha, que fiquei feia, que sou sem graça. Ele repete tanto que eu sou inútil que eu acabei acreditando. Eu olho no espelho e me sinto horrível. Penso que, se eu largar dele, ninguém nunca mais vai olhar para mim. Ninguém vai me querer.
Ouvi tudo em silêncio. Fiquei indignado com a situação.
— Ele faz isso para te controlar, Isabela — eu respondi, olhando direto para ela. — Ele joga sua autoestima no chão porque sabe que, se você perceber o quanto é bonita, você vai embora no mesmo dia.
Ela me olhou, os olhos cheios de água, e tentou disfarçar pegando o bule para me servir um pouco de chá. Mas ela estava tremendo muito por causa do choro e do nervosismo. Na hora que ela foi virar o bule, ele escorregou da mão dela. O chá quente caiu direto na minha calça, bem no meio do meu colo.
— Puta merda! Me desculpa, Gustavo! — ela gritou, assustada, colocando o bule na mesa com força.
Ela pegou imediatamente um pano de prato grosso que estava na bandeja e caiu de joelhos na minha frente, no tapete. Sem pensar, ela começou a esfregar o pano na minha calça para tentar secar o chá antes que me queimasse mais. Só que, no desespero de secar rápido, ela começou a esfregar o pano diretamente sobre a minha virilha.
O calor do chá que atravessou o tecido da minha calça, somado ao movimento rápido e firme da mão dela bem ali no meio das minhas pernas, gerou uma reação física imediata no meu corpo. Eu já vinha observando a Isabela nas aulas há semanas. Ter ela ali, ajoelhada na minha frente, tocando meu colo, foi o estopim. Meu pau ficou mais duro do que nunca.
O volume sob o tecido ficou evidente na mão dela. Isabela parou o movimento de repente. Ela soltou o pano em cima da minha perna e olhou para a minha calça e depois olhou direto nos meus olhos. Não havia mais choro ali. Havia outra coisa, uma faísca de coragem e desejo que eu ainda não tinha visto nela.
Sem desviar o olhar do meu, ela levou as duas mãos até o botão da minha calça. Abriu devagar, ouvindo o estalo metálico, e depois desceu o zíper. Ela afastou o tecido molhado pelo chá, puxou a minha cueca para baixo e expôs o meu pau duro e latejante. Isabela se inclinou para frente, abrindo os lábios, pronta para me colocar na boca.

Mas antes que ela fizesse isso, eu segurei os braços dela. Eu não queria que aquilo fosse apenas sobre mim. Eu tirei as mãos dela de mim, levantei do sofá e a puxei para cima, fazendo com que ficasse de pé. Não falei nada poético nem tentei enfeitar a situação. Fui direto ao ponto.
— Você disse que se sente horrível, não foi? — falei, com a voz firme. Puxei ela pela mão e a levei até o espelho gigante que tomava a parede da sala. Posicionei ela de frente para o espelho e parei logo atrás, segurando os quadris dela. — Olha pra você. Olha bem o que aquele idiota do seu marido tá perdendo.
Comecei a tirar as roupas dela na frente do espelho. Fui tirando a blusa, depois a calça. Ela estava exatamente como na aula de yoga, sem calcinha, com o corpo firme e bonito à mostra. Ela tentou cruzar os braços sobre os seios por vergonha, mas eu segurei os pulsos dela e a fiz continuar se olhando. Falei o quanto ela era atraente, o quanto o corpo dela era bonito e o quanto o marido dela era cego.
Perguntei se ela tinha algo que quisesse usar. Ela hesitou por um segundo, mas depois foi até o quarto e voltou com uma caixinha. O marido não sabia da existência daquilo, provavelmente. Tinha algumas camisinhas, um vibrador e um frasco de gel sexual estimulante, com sabor, feito exatamente para o sexo oral.
Peguei o frasco de gel e abri. Despejei uma quantidade boa na minha mão e passei por todas as áreas íntimas dela. Também fiz questão de fazer ela sentar na ponta do sofá, de frente para o espelho. Ajoelhei na frente dela novamente, no controle da situação, e comecei a chupar sem pressa nenhuma, explorando com a língua e lambendo o gel estimulante.
Comecei trabalhando a parte da frente. A reação dela foi imediata, quando me demorei em seu grelo, um arrepio forte percorreu seu corpo inteiro, as mãos dela se agarraram com força ao couro do sofá e ela soltou um gemido abafado, sem conseguir conter a intensidade de um prazer que não sentia há muito tempo. Em seguida, direcionei o estímulo para a parte de trás. A princípio, Isabela deu um leve sobresalto de surpresa com a novidade daquele toque, foi um segundo de choque seguido por um arrepio profundo. Logo em seguida, ela arqueou a coluna completamente e relaxou, entregando-se à sensação e soltando um suspiro longo.

Peguei o vibrador da caixa e liguei. Enquanto eu continuava alternando em chupar seu cu e sua buceta, coloquei o vibrador encostado nela para aumentar ainda mais o estímulo. O corpo dela reagiu rápido. Ela começou a apertar o sofá com as mãos, jogando a cabeça para trás e gemendo alto. O estímulo duplo do gel, da minha boca e do vibrador foi demais para ela segurar. Ela teve um clímax extremamente forte. Foi tão intenso que ela esguichou, um squirt incontrolável que molhou o meu rosto, as minhas mãos e o sofá. Ela ficou tremendo, com as pernas fracas, respirando com dificuldade enquanto o corpo dela relaxava completamente depois de gozar.
Deixei ela recuperar o fôlego por uns segundos. Levantei, peguei uma das camisinhas que ela tinha trazido e coloquei em mim. Puxei Isabela mais para frente do espelho. Eu queria comer ela ali mesmo, para que ela pudesse ver a si mesma de olhos abertos.
Posicionei-me atrás dela novamente, encostando meu corpo no dela, e penetrei nela devagar. Segurei firme na sua cintura enquanto começava a me movimentar.
— Olha pra você, Isabela — ordenei bem perto do ouvido dela, mantendo o ritmo. — Não fecha os olhos. Abre e olha direto pro espelho.
No começo, ela tentou virar o rosto para baixo, envergonhada com a intensidade do momento, mas eu passei a mão pelo queixo dela e ergui sua cabeça com firmeza, forçando ela a encarar a própria imagem.
— Olha pra essa mulher que tá aí na sua frente — continuei, falando baixo, enquanto o ritmo aumentava. — Olha a sua pele, a sua expressão, a sua buceta inchada. Olha o jeito que você se mexe. É essa mulher que ele tentou fazer você acreditar que ninguém ia querer.
Isabela finalmente fixou os olhos no vidro. Ela viu o próprio peito subindo e descendo rápido, as bochechas coradas e o brilho de desejo estampado no rosto. Ela começou a encarar a própria imagem sem hesitar, absorvendo cada detalhe da cena.
— Você tá vendo agora?

Não esperei resposta, sua reação foi suficiente. Peguei mais um pouco de gel e lambuzei seu ponto sensível, masturbando aquele pontinho com meus dedos. Isabela começou a apertar o meu pau ainda mais e soltou um gemido longo. O que me incentivou a aumentar a força e a velocidade das estocadas, Isabela encostou as costas no meu peito, acompanhando o movimento com precisão, com os olhos fixos no espelho até o fim. Quando nós dois chegamos no limite, gozamos juntos, numa entrega total.
Depois de um tempo, fomos sentar no tapete para descansar. O silêncio na sala agora era outro. Isabela parecia uma pessoa completamente diferente. A mulher retraída que eu conheci no estúdio de yoga tinha sumido. Ela estava com o rosto vermelho, o cabelo bagunçado e um olhar muito decidido.
— Você tem razão — ela disse do nada, encostando a cabeça no meu ombro. — Ele é o problema.
Eu dei um sorriso de canto.
— E o que você vai fazer sobre isso?
— Vou arrumar as coisas dele hoje à tarde — ela respondeu, com a voz muito firme. — Ele volta de viagem amanhã de manhã. As malas vão estar prontas na porta. E, enquanto isso, você pode passar o resto do dia aqui, para aproveitarmos ainda mais.
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