ilustração de conto erótico de casal se beijando

A menina do short jeans e a segunda rodada no escuro

Você não faz ideia do que aconteceu na última festa da república no fim de semana. A casa tava lotada, gente caindo pelas tabelas na sala, som no talo e cerveja rolando solta no quintal. Eu já tinha tomado umas e outras quando bati o olho numa mina que tava encostada no balcão da cozinha me encarando. Puta que pariu, que gostosa. Ela tava de short jeans bem curto, top preto e aquele sorrisinho provocante.

Ela veio chegando perto, fingindo que ia pegar mais bebida, e me puxou pela gola da camisa. A gente já se atracou ali mesmo, do lado da geladeira, no meio de todo mundo. A boca dela era gostosa demais, meio fria do drink, mas a língua quente pra caralho.

Peguei ela pela cintura, colando o corpo dela no meu, e deu pra sentir que o negócio ia esquentar. Ela me deu uma mordida no lábio e soprou no meu ouvido:

— Aqui na cozinha tá foda… me leva pra algum quarto.

A gente saiu esbarrando no povo pelo corredor escuro da casa. Subi a escada com ela e fui tentando as maçanetas. Quase tudo trancado ou com gente dentro, até que achei um quarto no fim do corredor com a porta encostada. Entramos e passei o trinco. O breu era quase total.

Eu nem esperei. Encostei ela direto na escrivaninha do quarto, empurrando uns cadernos no chão. Comecei a beijar o pescoço dela, descendo a mão pra bunda, apertando com força.

Ela mesma já foi puxando minha camiseta pra cima e me arranhando o peito. A respiração dela tava no meu ouvido, afobada, enquanto metia a mão por dentro da minha calça, pegando meu pau duro. Ela deu umas bombadas devagar e eu quase descarreguei ali mesmo.

— Calma… tá com pressa? ela deu uma risadinha, provocando.

Ela sentou na escrivaninha, abriu as pernas e puxou a calcinha pro lado. Tirei o meu pra fora e fique de frente pra, peguei nas coxas quentes. Sempre tenho uma camisinha no bolso, coloquei o mais rápido que consegui, já estava louco para enfiar nela. Enfiei gostoso.

mulher de calcinha e homem de calça jeans e cueca

A mina deu um grito, cobrindo a boca com a mão pra ninguém do corredor escutar. O aperto dela por dentro tava uma loucura, molhada pra caralho. Comecei a enfiar devagar, sentindo cada centímetro, e depois peguei o ritmo. A mesa de madeira rangia alto, e quanto mais o som do pancadão vinha abafado lá do andar de baixo, mais a gente se acabava ali no escuro.

Ela abriu as pernas mais ainda e me puxou pelas costas. Eu metia com vontade, ouvindo o barulho molhado de quando o corpo batia no dela. Passei a mão no peito dela por baixo do top, apertando os bicos duros, e ela começou a rebolar por cima enquanto eu socava por baixo.

— Que gostoso… vai mais fundo, ela sussurrou, no desespero.

Mudei a pegada, virei ela de costas na mesa, com a bunda pra cima. Puxei ela pelo quadril e entrei de novo. De quatro ali na escrivaninha, a visão era gostosa demais. Comecei a dar uma bombadas bem fortes, minhas bolas batendo nela. A mina ficou doida, tremendo as pernas todinhas, travando meu pau por dentro até que descarregou num gozo violento, gemendo sem nem conseguir segurar.

Ver ela gozando daquele jeito me quebrou no meio. Não segurei: dei mais uma socada bem funda e gozei pesado, enchendo a camisinha toda, soltando um urro no pescoço dela.

Ela ainda de costas, a testa apoiada na mesa de madeira, a respiração voltando ao normal aos poucos. Eu tava com a mão no quadril dela, sentindo a pele suada e quente.

Pensei que tinha acabado, mas quando ela se virou devagar, me olhou com uma carinha de safada que me desarmou. Ela deu uma lambida nos lábios, olhou pro meu pau que já tava começando a amolecer e depois olhou pro fundo do quarto.

— Isso foi bom, mas eu quero mais.

Eu ri baixinho, surpreso.

— Sério? Você acabou de gozar, achei que tava morta.

Ela deu um sorriso de canto, aquele sorriso que te faz fazer qualquer coisa.

— Não morri não. Mas quero uma coisa diferente agora.

— Tipo o quê?

Ela olhou pra mim de um jeito bem específico, um olhar que eu conhecia bem.

Eu sorri, entendendo o recado.

— Você quer… anal?

— Quero. Mas tem que ser com calma, tá? Sem pressa.

— Claro. Do jeito que você quiser.

Ela se deitou de costas na mesa de novo, mas dessa vez, ela levantou as pernas, apoiando os pés na borda da mesa. Eu fiquei de frente pra ela de novo, a tensão crescendo no ar. A ideia me deixava nervoso, mas também muito excitado.

Passei a mão pelo cuzinho dela. Ela deu um leve suspiro, os olhos fechados.

— Calma.

Comecei a massagear a região com cuidado. Ela gemia baixinho, um som misto de dor e prazer. Eu continuei, devagar, sentindo o cu relaxando aos poucos.

Depois de um tempo, quando eu senti que ela tava mais relaxada, eu coloquei outra camisinha. Eu olhei pra ela, perguntando em silêncio se tava tudo bem. Ela fez que sim com os olhos fechados, a respiração ofegante.

Eu comecei a colocar meu pau devagar, muito devagar. Eu sentia a resistência dela, a tensão no corpo dela. Eu parei por um momento, esperando ela se acostumar.

— Tá tudo bem?

— Sim… continua

Eu continuei, milímetro por milímetro. A sensação era intensa, diferente de tudo que eu já tinha sentido. Eu sentia o calor e a pressão do corpo dela, a textura do cu.

Quando meu pau tava totalmente dentro dela, ela deu um gemido alto, um grito de dor que se transformou num gemido de prazer. Eu parei de novo, esperando ela se acostumar com a presença do meu pau dentro dela.

— Tá tudo bem?

— Sim…

Eu comecei a fazer movimentos lentos e profundos. Ela gemia a cada movimento, um som que me enlouquecia. Eu sentia a tensão no corpo dela, a força com que ela segurava minha mão.

Com o tempo, ela começou a relaxar e a se entregar ao prazer. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais intensos. Eu comecei a acelerar o ritmo, a fazer movimentos mais rápidos e superficiais.

Ela rebolava por cima do meu pau, me acompanhando. A sensação era incrível, uma mistura de dor e prazer que me deixava louco. Eu sentia uma vontade incontrolável de explodir dentro dela.

— Eu vou gozar…

— Goza… goza dentro de mim…

Eu dei mais algumas bombadas fortes e profundas e gozei pesado, enchendo ela toda. Eu gritei de prazer, me entregando totalmente aquela sensação.

Ela se virou, me deu um selinho demorado, ajeitou a calcinha e o short, e disse olhando pra mim:

— Bora voltar que a cerveja já deve ter acabado.

Ajeitei a calça, destranquei a porta e a gente voltou pra festa como se nada tivesse acontecido, mas com aquele sorriso de canto de boca que entregava tudo.

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